Fogo Alto promove hackathon de IA para o food service
A inteligência artificial já começa a redefinir a forma como empresas operam, tomam decisões e se relacionam com seus clientes. No food service, um dos setores mais dinâmicos da economia brasileira, o desafio agora é transformar essa tecnologia em ganhos reais de produtividade, eficiência e competitividade. Com esse propósito, o Fogo Alto, principal ecossistema de inovação voltado ao food service no Brasil, promove nos dias 3 e 4 de agosto, em São Paulo, o Hackathon Fogo Alto, uma imersão gratuita que reunirá empresários, desenvolvedores, startups, especialistas em tecnologia e representantes da indústria para desenvolver soluções baseadas em inteligência artificial voltadas às principais dores do setor. Ao final de dois dias de imersão, cada equipe deverá apresentar uma solução funcional, construída com apoio de ferramentas de IA e pronta para ser validada pelo mercado.
Desafios Reais
Durante a programação, os participantes trabalharão em três grandes frentes: refeição coletiva, com apoio da ABERC; pequenos e médios estabelecimentos, com apoio da Abrasel e grandes redes de alimentação, com apoio do Instituto Foodservice Brasil (IFB). As equipes serão compostas por donos de restaurantes, profissionais de tecnologia, desenvolvedores, founders, especialistas em IA e representantes da indústria. A proposta é reunir diferentes competências para criar soluções escaláveis que respondam às necessidades reais da cadeia de alimentação fora do lar.
A IA será utilizada em todas as etapas do processo, desde a análise dos desafios até a construção dos protótipos, validação das soluções e apresentação para uma banca formada por especialistas e lideranças do setor. As soluções de maior potencial seguirão para o programa A Fornada, iniciativa de aceleração do ecossistema que oferece mentoria, conexões estratégicas, apoio ao desenvolvimento dos projetos e possibilidade de investimento para transformar os protótipos em negócios de alto impacto. "O Hackathon Fogo Alto foi criado para conectar as dores reais dos operadores às competências de desenvolvedores, empreendedores e especialistas em inteligência artificial, reduzindo o tempo entre identificar um problema e colocar uma solução em funcionamento", destacam os organizadores.
