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Imagem: Dados, criatividade e conversão: a tríade que impulsiona as campanhas de Retail Media

Durante os últimos anos, o crescimento de Retail Media foi sustentado por argumentos bastante claros. Dados proprietários, proximidade com o momento da compra e capacidade de mensuração transformaram esse modelo em uma das principais apostas da publicidade global. Os números refletem esse movimento, segundo a eMarketer, o investimento global em Retail Media deve alcançar US$ 163 bilhões até 2027, enquanto o relatório Digital AdSpend 2025, do IAB Brasil em parceria com a Kantar IBOPE Media, aponta que o segmento já movimenta R$ 3,5 bilhões no Brasil.

15/07/26

Imagem: O consumidor pesquisa no feed e decide no corredor

Existe uma contradição cara no mercado de mídia hoje. Marcas investem fortunas para encontrar o consumidor certo no momento certo e depois perdem a venda para um concorrente que simplesmente estava melhor posicionado na gôndola. De acordo com um estudo da Nielsen, 70% das decisões de compra acontecem dentro da loja. No corredor, produto na mão, com segundos para decidir. E, durante décadas, esse momento ficou de fora da estratégia de mídia das marcas.

14/07/26

Imagem: Quem não aparece nas promoções, desaparece no consumo

Existe uma mudança silenciosa — e profunda — acontecendo no varejo. Durante anos, discutimos preço, sortimento e ponto de venda como os principais motores de crescimento. Mas hoje, há um novo fator determinante para o sucesso de uma marca: a visibilidade promocional. Hoje, não basta estar disponível, é preciso evidência. Porque, no varejo atual, a lógica é clara: quem não aparece nas promoções, desaparece do consumo.

16/07/26

Imagem: Da conveniência à experiência: por que chegou a hora de transformar dark kitchens em restaurantes físicos?

Nos últimos anos, as dark kitchens ocuparam um papel fundamental no setor de alimentação. Elas nasceram como alternativa e resposta eficiente a um cenário de transformação acelerada do consumo, que primeiro foi impulsionado pela digitalização e, depois, consolidado pela pandemia. Essas operações nasceram como um movimento estratégico, necessário e extremamente relevante para muitas marcas, inclusive para redes estruturadas de franquias. Uma vez que vivemos um momento de retração do consumo presencial, as operações focadas exclusivamente em delivery garantiram capilaridade, conveniência e sobrevivência operacional.

13/07/26

Imagem: O maior concorrente do supermercado pode ser uma gôndola vazia

Imagine a seguinte cena: o consumidor entra no supermercado com a lista de compras praticamente definida. Ele percorre os corredores, compara preços, escolhe marcas e chega à gôndola do produto que realmente precisa, mas o item não está lá. Nesse instante, a concorrência muda de endereço. Ela deixa de ser a loja da esquina, a promoção do aplicativo ou a rede vizinha e passa a ser o espaço vazio na própria gôndola.

13/07/26

Imagem: O paradoxo do varejo alimentar de R$ 1,067 trilhão: escala, conveniência e o desafio da execução

O varejo alimentar brasileiro alcançou uma dimensão que o coloca entre os principais motores da economia nacional. Segundo o Ranking ABRAS 2025, o setor movimentou R$ 1,067 trilhão no último ano, valor equivalente a 9,12% do Produto Interno Bruto (PIB), reúne mais de 424 mil lojas e atende cerca de 30 milhões de consumidores diariamente. São números que confirmam a força de um segmento que soube crescer, diversificar formatos e ampliar sua presença em praticamente todas as regiões do país.

10/07/26

Imagem: O risco mais caro do varejo é o que não entra no radar

Se você lidera uma rede de varejo no Brasil, com operação distribuída, múltiplas lojas e pressão permanente por margem, sabe que os riscos mais visíveis estão na operação. Ruptura, logística, estoque, execução de loja e negociação com fornecedores ocupam a agenda. Cibersegurança, em geral, entra depois — quando entra. E é justamente aí que mora o problema.

06/07/26

Imagem: Sua empresa não corre mais risco por causa da política em ano de eleição: corre risco quando as regras dentro dela deixam de ser claras

Tenho lido bastante posicionamentos políticos na plataforma do LinkedIn. O que vejo são críticas, ofensas e reações passionais, mas poucos saem disso para construir algo que realmente melhore o debate. Por aí você já vê que os participantes destes embates digitais ainda habitam um mundo de selvageria e nada de inteligência, gritam muito, mas analisam pouco. Quando pensamos em marcas e política, olhamos para algumas empresas como a Patagonia ou Dove (entre tantas outras), empresas que transformaram o ativismo em DNA.

03/07/26

Imagem: No varejo do futuro, o robô vende e o humano encanta

A cada nova onda tecnológica, a mesma pergunta sempre surge: a máquina vai tomar o lugar das pessoas? Com o protagonismo indiscutível da inteligência artificial no cenário tecnológico, esse receio se tornou ainda mais presente, sobretudo no varejo. Mas, depois de quase 20 anos neste mercado, posso afirmar com tranquilidade: a tecnologia não veio para substituir o fator humano, ela veio para potencializá-lo.

02/07/26

Imagem: Qual é o potencial do licenciamento e da cultura pop no marketing de alimentos?

Ao longo de mais de uma década de atuação, aprendi que marcas que conseguem estabelecer conexões emocionais consistentes com seus consumidores têm maior capacidade de se manter competitivas em um cenário cada vez mais dinâmico. Nesse contexto, o licenciamento de produtos no universo da cultura pop deixou de ser apenas uma ação tática e passou a ocupar um papel estratégico, especialmente quando falamos de engajamento com públicos mais jovens e digitalmente ativos.

01/07/26