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segunda-feira, 17 de agosto de 2026

Imagem: Marabraz pede recuperação judicial com dívidas de R$ 140 milhões

 A Lojas Marabraz protocolou pedido de recuperação judicial. De acordo com a petição encaminhada à 3ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais do Estado de São Paulo, o pedido foi feito em caráter de urgência e envolve dívidas da ordem de R$ 140 milhões. O documento mostra que, para além dos efeitos da alta persistente do juros, os problemas da Marabraz derivam ainda de disputas societárias e familiares.

Imagem: Grupo Casas Bahia pede recuperação judicial

O Grupo Casas Bahia protocolou um pedido de recuperação judicial na Justiça de São Paulo. Além da holding, o processo inclui subsidiárias como Ponto Frio, Cnova, Bartira, Casas Bahia Tecnologia e empresas de logística. Segundo a varejista, a medida foi tomada diante do agravamento de sua situação econômico-financeira, em um cenário marcado por juros elevados, restrição de crédito, aumento dos custos financeiros e pressão sobre o consumo e o capital de giro. A empresa também citou a não concretização de alternativas de liquidez que vinha buscando nos últimos meses.

 A Casas Bahia registrou prejuízo líquido de R$ 10,1 bilhões no segundo trimestre de 2026. O valor é 18 vezes maior do que o saldo negativo de R$ 555 milhões apresentado no mesmo período do ano anterior. De acordo com a rede, o resultado foi impactado em R$ 9,1 bilhões por eventos não recorrentes, como contratos não performados, baixa de ativos, reestruturação e Imposto de Renda diferido.

 O Grupo Casas Bahia fechou 298 lojas e demitiu cerca de 1,9 mil funcionários em uma nova rodada de redução da estrutura da varejista. O novo ajuste ocorre após anos de redução da rede física e de reestruturação financeira. Nos últimos 12 meses encerrados em março, a companhia fechou 26 lojas, sendo 12 da Casas Bahia e 14 do Ponto Frio.

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 O Jornal Giro News lança uma cobertura especial sobre o mercado de proteínas. Acompanhe como o varejo, o atacado e a indústria estão se movimentando para atender à crescente demanda, marcada por grande potencial de consumo e inovação.

Imagem: Produtos proteicos se tornam aliados em tratamentos de emagrecimento

 O mercado brasileiro de alimentos proteicos vive uma forte expansão, impulsionada não apenas pelo público fitness, mas também por uma nova e relevante tendência de consumo: os usuários de medicamentos para perda de peso (como os análogos de GLP-1) e pacientes bariátricos que necessitam repor massa magra. Ciente desse cenário, o grupo Piracanjuba vem expandindo seu portfólio de proteínas, enxergando um horizonte promissor dentro e fora do país. “O Grupo Piracanjuba acredita muito no segmento e nós temos oportunidade de crescimento nessa categoria de bebidas e de alimentos proteicos, porque vemos que em outros países ainda não é um mercado consolidado”, afirma Lisiane Campos, Diretora de Marketing do Grupo, com exclusividade ao Jornal Giro News.

Imagem: Roldão investirá R$ 62 milhões em nova unidade no litoral paulista

 O Roldão Atacadista investirá cerca de R$ 62 milhões na implantação de uma unidade em Cubatão, no litoral de São Paulo. O alvará que autoriza a construção foi entregue na última sexta-feira (14), e a previsão da Prefeitura é de que as obras comecem ainda em agosto e sejam concluídas em cerca de seis meses. A futura unidade terá aproximadamente 3.700 m² de área de vendas e 6.600 m² de área construída, incluindo estacionamento.

Imagem: Grupo Giassi leva bandeira Combo Atacadista a Cocal do Sul (SC)

 O Grupo Giassi anunciou a construção de um atacarejo em Cocal do Sul, no Sul de Santa Catarina, com investimento previsto de R$ 70 milhões. A expectativa é que as obras iniciem ainda em 2026, com um prazo estimado de oito meses para a conclusão. Com a bandeira Combo Atacadista, a loja terá quatro mil metros quadrados e 250 vagas de estacionamento cobertas. O Grupo Giassi conta com 18 lojas em operação.

Imagem: Consolidação do Novo Atacarejo impulsiona receita do Grupo Mateus

 O Grupo Mateus encerrou o segundo trimestre de 2026 com evolução dos principais indicadores operacionais em relação ao primeiro trimestre do ano. No período, a companhia registrou receita líquida de R$ 9,9 bilhões, lucro líquido de R$ 237 milhões e margem Ebitda de 6,9%, 1,1 ponto percentual acima da registrada no trimestre anterior. A receita líquida consolidada avançou 4,8% em relação ao primeiro trimestre. No acumulado do semestre, a receita alcançou R$ 19,3 bilhões, impulsionada pela consolidação do Novo Atacarejo, pela abertura de 25 lojas nos últimos 12 meses e pelo crescimento das vendas nas operações de atacado B2B e Eletro. Segundo o grupo, o desempenho reflete ganhos de eficiência, maior disciplina na alocação de capital e crescimento sustentável.

  O lançamento do TikTok Shop no Brasil acelerou uma transformação que o varejo já vinha enfrentando, mas que agora se tornou impossível de ignorar. Não estamos diante de um novo canal de vendas, e sim de uma mudança na velocidade com que o consumo acontece. As empresas aprenderam a construir demanda de forma linear. A operação tinha tempo para se preparar. Hoje, essa lógica deixou de existir.

 O TikTok Shop passa a contar com uma transportadora própria no Brasil. Com investimento de R$ 111 milhões, a TikTok Logistics Brazil terá como objetivo ampliar o controle da operação sobre entregas, prazos e custos. A iniciativa acompanha a expansão do marketplace no país, que já responde por 6,5% das compras finalizadas online, segundo estudo da Optimiza Marketing. O TikTok busca reduzir a dependência de terceirizadas.

Exclusivo GiroNews
Imagem: Irregularidades em azeites não configuram fraude, aponta mercado

  O Ministério da Agricultura e Pecuária reavaliou diversos azeites comercializados em supermercados brasileiros. Os laudos apontam que marcas vendidas como extravirgem foram reclassificadas como azeites virgens, enquanto outras caíram para a categoria lampante. Diante disso, levantou-se no mercado a possibilidade de fraude na origem, tese contestada por especialistas.

Imagem: Grupo Toky soma prejuízo de R$ 232,7 milhões

  O Grupo Toky, holding controladora da Mobly e da Tok&Stok, ampliou o seu prejuízo líquido consolidado para R$ 232,7 milhões no segundo trimestre de 2026, ante o resultado negativo de R$ 88,8 milhões registrado no mesmo período do ano anterior. O balanço reflete o impacto dos primeiros meses sob recuperação judicial, iniciada em maio. A receita operacional líquida caiu 37,3%.

Imagem: Oba Hortifruti assume três lojas do Natural da Terra por R$ 3,5 milhões

 A Americanas concluiu a primeira etapa da venda de lojas da rede Natural da Terra ao Oba Hortifruti. A operação envolveu três das dez unidades incluídas no negócio, todas no estado de São Paulo, com transferência de posse ao comprador em 12 de agosto. O contrato, assinado em maio pela HNT Comércio de Hortifrutigranjeiros, subsidiária da varejista, prevê a venda das dez unidades deficitárias ao Grupo Fartura de Hortifrut, dono da bandeira Oba, por R$ 69,3 milhões.Pelas três lojas, o Oba Hortifruti pagou R$ 3,5 milhões à vista. Após a dedução dos custos da operação, o valor será utilizado pela Americanas para reduzir dívidas, conforme previsto em seu plano de recuperação judicial. O restante do preço das lojas já transferidas será pago em 24 parcelas mensais, corrigidas pela variação positiva do CDI.

 A Multiplik estreia no mercado como um negócio brasileiro de tecnologia especializado em inteligência para trade marketing. A empresa desenvolve soluções para conectar marcas e vendedores no ponto de venda, reunindo gestão de campanhas de incentivo, comunicação, pagamentos, governança e análise de dados em uma única plataforma. A proposta é ampliar a visibilidade das marcas sobre os investimentos realizados.

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