Pular para o conteúdo
Imagem: Preço do self-service por quilo chega a R$ 86 em São Paulo, aponta Procon-SP

O preço médio das refeições em restaurantes self-service por quilo na cidade de São Paulo atingiu R$ 86,86 em fevereiro de 2026, segundo levantamento do Procon-SP. A pesquisa evidencia a continuidade da alta no custo de se alimentar fora de casa na capital paulista. Os valores do self-service por quilo apresentaram diferenças relevantes entre as regiões da cidade, variando de R$ 79,49 na zona norte a R$ 94,36 na zona oeste, uma diferença de 18,7%.

07/04/26

Imagem: Preço do chocolate sobe quase 25% às vésperas da Páscoa 2026

O chocolate em barra e o bombom acumularam alta de 24,87% nos últimos 12 meses encerrados em março, segundo dados do IPCA-15. O índice é significativamente superior à inflação geral, que ficou em 3,9% no mesmo período. As variações regionais chegam a 27,8% em Porto Alegre e 18,4% em Belo Horizonte. Analistas apontam que a manutenção da demanda, sustentada pela recuperação da renda e do emprego no Brasil, abriu espaço para que o varejo e a indústria repassassem os custos acumulados ao longo do último ano.

27/03/26

Imagem: Bares e restaurantes seguram os preços mesmo com tendência de alta dos insumos

O índice de inflação da alimentação fora do lar ficou bem abaixo da alimentação no domicílio, segundo dados do IPCA de março. Enquanto o índice geral avançou 0,88%, o grupo alimentação e bebidas subiu 1,56% e a alimentação no domicílio chegou a 1,94%. Já a alimentação fora do lar teve variação de 0,61%, o que evidencia que bares e restaurantes seguem contendo os reajustes ao consumidor mesmo diante da tendência de alta dos custos.

13/04/26

Imagem: Custo da cesta básica recua em metade das capitais, aponta Neogrid e FGV IBRE

O levantamento Cesta de Consumo Neogrid & FGV IBRE mostra que, em fevereiro de 2026, os preços da cesta básica caíram em quatro das oito capitais monitoradas. Curitiba liderou as quedas com um recuo de 4,21%, seguida por Manaus (-2,69%) e Fortaleza (-2,22%). No topo da pirâmide de custos, o Rio de Janeiro permanece como a capital com a cesta mais cara do país (R$ 973,11), mesmo com uma deflação mensal de 1,65%.

25/03/26

Imagem: Alimentação fora do lar cresce em 2025, mas setor inicia 2026 com cautela

A receita do setor de alimentação fora do lar registrou alta de 0,92% nos últimos 12 meses até janeiro, já descontada a inflação, segundo dados da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS). O avanço também reflete no faturamento consolidado, que atingiu R$ 495 bilhões no ano passado, frente aos R$ 455 bilhões registrados em 2024, de acordo com a Abrasel. Apesar do crescimento, o início de 2026 ainda exige cautela por parte dos empresários, diante da desaceleração no ritmo de emprego e da pressão contínua sobre os custos. Dados da PNAD mostram que o trimestre encerrado em janeiro teve redução de 107 mil trabalhadores nos segmentos de alimentação e alojamento.

19/03/26

Imagem: Inflação sobe e pressiona caixa de bares e restaurantes

No mês de fevereiro a inflação oficial fechou em 0,70%, superior em relação ao mês anterior e acima das projeções do mercado. A alimentação fora do lar corrigiu os preços do cardápio por menos da metade do índice geral, registrando aumento de 0,34%. Dados da pesquisa nacional da Abrasel sobre janeiro apresenta que 31% dos estabelecimentos não conseguiram reajustar o cardápio nos últimos 12 meses.

13/03/26

Imagem: Grupo Alimentação e Bebidas acelera em janeiro, aponta IPCA

A prévia do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) avançou 0,20% em janeiro, segundo dado divulgado pelo IBGE, e fechou o período de 12 meses com alta acumulada de 4,50%. Trata-se da segunda menor taxa de inflação para os meses de janeiro desde a implementação do Plano Real, acima apenas dos 0,11% registrados em janeiro de 2025. O número desacelerou em relação à variação de +0,25% registrada em dezembro, permanecendo dentro do teto da meta de inflação perseguida pelo Banco Central (BC).

27/01/26

Imagem: Vendas de materiais escolares devem cair 5,9% neste ano, aponta pesquisa

As vendas de materiais escolares devem ser comprometidas em 2026, devido ao aumento dos preços dos produtos e o endividamento das famílias. A projeção é de um recuo de 5,9%, de acordo com o Instituto Brasileiro de Executivos de Varejo & Mercado de Consumo (Ibevar), em parceria com a FIA Business School. Em 2025, as vendas fecharam com um aumento de 2,7%, após uma queda de 8,2% em 2024.

15/01/26

Imagem: Inflação brasileira fecha 2025 com menor acumulado desde 2018, aponta IBGE

Conforme divulgado pelo IBGE na última sexta-feira (09), a inflação brasileira fechou o ano de 2025 em 4,26%, menor acumulado desde 2018. O alívio no IPCA se deu, principalmente, por conta de alimentação e bebidas. Esse grupo desacelerou em 2025 (2,95%) na comparação com o ano anterior (7,69%), sendo que a alimentação no domicílio passou de 8,23% para 1,43%. Por outro lado, alguns dos principais itens que apresentaram alta na inflação acumulada do ano foram transportes por aplicativo, café moído, chocolate e energia elétrica.

12/01/26

Imagem: Inflação dos alimentos e tarifaço dos EUA marcaram cenário econômico em 2025

O ano de 2025 foi dominado por uma preocupação com a inflação dos alimentos. Em meio a um cenário global turbulento, o Brasil enfrentou aumentos constantes nos preços nas gôndolas, resultado da combinação entre demanda interna aquecida e embates externos provocados pela política comercial dos Estados Unidos. O tarifaço imposto pelo presidente Donald Trump sobre produtos brasileiros pressionou o setor. Produtos agrícolas e industriais brasileiros - como pescados, café solúvel, mel, máquinas e calçados - passaram a enfrentar barreiras adicionais, encarecendo as exportações.

19/12/25