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Imagem: IPCA fecha janeiro em 0,33%, mas alimentos e bebidas desaceleram

Calculado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de janeiro foi de 0,33%, mesma variação registrada em dezembro. Nos últimos doze meses, o índice ficou em 4,44%, acima dos 4,26% dos 12 meses anteriores. Em janeiro de 2025, a variação havia sido de 0,16%. O grupo Alimentação e bebidas desacelerou na passagem de dezembro (0,27%) para janeiro (0,23%). A alimentação no domicílio registrou variação de 0,10%, ante 0,14% no mês anterior, com influência das quedas do leite longa vida (-5,59%) e do ovo de galinha (-4,48%).

10/02/26

Imagem: Grupo Alimentação e Bebidas acelera em janeiro, aponta IPCA

A prévia do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) avançou 0,20% em janeiro, segundo dado divulgado pelo IBGE, e fechou o período de 12 meses com alta acumulada de 4,50%. Trata-se da segunda menor taxa de inflação para os meses de janeiro desde a implementação do Plano Real, acima apenas dos 0,11% registrados em janeiro de 2025. O número desacelerou em relação à variação de +0,25% registrada em dezembro, permanecendo dentro do teto da meta de inflação perseguida pelo Banco Central (BC).

27/01/26

Imagem: Vendas de materiais escolares devem cair 5,9% neste ano, aponta pesquisa

As vendas de materiais escolares devem ser comprometidas em 2026, devido ao aumento dos preços dos produtos e o endividamento das famílias. A projeção é de um recuo de 5,9%, de acordo com o Instituto Brasileiro de Executivos de Varejo & Mercado de Consumo (Ibevar), em parceria com a FIA Business School. Em 2025, as vendas fecharam com um aumento de 2,7%, após uma queda de 8,2% em 2024.

15/01/26

Imagem: Inflação brasileira fecha 2025 com menor acumulado desde 2018, aponta IBGE

Conforme divulgado pelo IBGE na última sexta-feira (09), a inflação brasileira fechou o ano de 2025 em 4,26%, menor acumulado desde 2018. O alívio no IPCA se deu, principalmente, por conta de alimentação e bebidas. Esse grupo desacelerou em 2025 (2,95%) na comparação com o ano anterior (7,69%), sendo que a alimentação no domicílio passou de 8,23% para 1,43%. Por outro lado, alguns dos principais itens que apresentaram alta na inflação acumulada do ano foram transportes por aplicativo, café moído, chocolate e energia elétrica.

12/01/26

Imagem: Inflação dos alimentos e tarifaço dos EUA marcaram cenário econômico em 2025

O ano de 2025 foi dominado por uma preocupação com a inflação dos alimentos. Em meio a um cenário global turbulento, o Brasil enfrentou aumentos constantes nos preços nas gôndolas, resultado da combinação entre demanda interna aquecida e embates externos provocados pela política comercial dos Estados Unidos. O tarifaço imposto pelo presidente Donald Trump sobre produtos brasileiros pressionou o setor. Produtos agrícolas e industriais brasileiros - como pescados, café solúvel, mel, máquinas e calçados - passaram a enfrentar barreiras adicionais, encarecendo as exportações.

19/12/25

Imagem: Carnes e frios lideram alta de preços no varejo em 2025

Ao longo do ano, o comportamento de preços no varejo alimentar sofreu diversas oscilações. Um levantamento feito pela Precifica, plataforma de inteligência de preços e monitoramento de mercado, revela que as categorias com maior alta acumulada no período foram carnes e frios, doces e snacks, e padaria e congelados. Os dados, obtidos com exclusividade pelo Jornal Giro News, apontam que as carnes e os frios tiveram alta acumulada de 17,6% entre outubro de 2024 e o mesmo mês deste ano, fechando a última semana do mês com o preço médio de R$ 24,76. Já os doces e snacks registraram aumento de 12,8%, chegando a R$ 11,05.

19/12/25

Imagem: Setor de alimentação fora do lar recompõe preços pelo segundo mês seguido

Pelo segundo mês consecutivo, a inflação da alimentação fora do lar cresceu acima do índice geral, segundo o IPCA divulgado pelo IBGE. Em novembro, os preços do setor subiram 0,46%, enquanto o índice geral registrou alta de 0,18%. O resultado reforça o movimento de recomposição gradual dos custos no setor de alimentação fora do lar. Um dos principais fatores que influenciaram o índice geral de novembro foi o aumento da energia elétrica, que avançou 1,27% no mês. O item também tem peso relevante nos custos dos estabelecimentos.

15/12/25

Imagem: Varejo brasileiro apresenta queda de 1,7%, aponta Cielo

Apesar da alta do faturamento de 2,1%, o varejo brasileiro registrou retração em novembro. A queda do setor, segundo o Índice Cielo do Varejo Ampliado (ICVA), foi de 1,7% por causa da inflação. Isso significa que nem mesmo as vendas recordes na Black Friday foram suficientes para compensar os efeitos da alta de preços e a desaceleração observada em diversos segmentos. Este foi o sexto mês consecutivo de um desempenho real negativo. O destaque do mês foi o e-commerce, que cresceu 7,4% em termos nominais (sem descontar a inflação) e se consolidou mais uma vez como protagonista das grandes datas promocionais.

08/12/25

Imagem: Inflação em bares e restaurantes cresce 0,46% em outubro e fica acima da inflação geral do país

Em outubro, os preços em bares e restaurantes subiu 0,46%, avanço que ficou acima da inflação geral do país, de 0,09%, segundo dados da Associação Nacional de Restaurantes (ANR) com base no Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo do IBGE, o IPCA. O movimento marca o 47º mês consecutivo de crescimento nos preços, consolidando um ciclo prolongado de encarecimento para consumidores e operadores do setor. A alta atingiu 14 das 16 unidades da federação pesquisadas.

04/12/25

Imagem: Volatilidade de preços e shopper sensível: os desafios do pricing no varejo em 2025

O ano de 2025 foi marcado por fortes oscilações nos preços do varejo alimentar, impulsionadas por inflação elevada, juros altos e câmbio volátil. Em entrevista exclusiva ao Jornal Giro News, Gustavo Presa, Especialista em Varejo da InfoPrice, empresa de pesquisa e inteligência de preços, destacou os principais movimentos do setor e os aprendizados que devem orientar o varejo em 2026. “O setor enfrentou desafios com a alta da inflação dos alimentos e a Selic em patamares elevados, o que trouxe grande volatilidade aos preços nas prateleiras. A precificação passou a ser revista com maior frequência, em ciclos mais curtos de atualização.”

04/12/25

Imagem: IPCA-15 sobe 0,20%, atingindo menor taxa em um mês de novembro desde 2019

Após aumento de 0,18% em outubro, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo -15 (IPCA-15) – considerado a prévia da inflação oficial no país – subiu 0,20% em novembro. Desde novembro de 2019, quando o índice chegou a 0,14%, a taxa não tinha alcançado um patamar tão baixo neste mês. Após cinco meses de queda, o grupo de Alimentação e Bebidas, que possui maior peso no índice, variou 0,09%. Já a alimentação em domicílio caiu 0,15%, após um recuo de 0,10% no mês anterior.

26/11/25

Imagem: Inflação na alimentação fora do lar sobe acima da média e indica recuperação de margem

No mês de outubro, o setor de alimentação fora do lar recuperou parte da margem perdida ao longo de 2025. O aumento no setor foi de 0,46%, enquanto o índice geral foi de 0,09%, o menor índice para um mês de outubro desde 1998. Segundo dados do IPCA divulgados pelo IBGE, este aumento foi puxado principalmente pelos lanches, que chegaram a 0,75%, o que sugere a recuperação de parte da margem de lucro em lanchonetes e padarias. As refeições registraram variação menor, de 0,38%, mas ainda acima da média da inflação.

13/11/25

Imagem: Varejo projeta alta nas vendas até dezembro

O IAV-IDV (Índice Antecedente de Vendas do Instituto para Desenvolvimento do Varejo) aponta crescimento nominal nas vendas do setor para os últimos meses de 2025. A expectativa é de alta de 6,5% em outubro, 6,2% em novembro e 3,9% em dezembro, em comparação com os mesmos períodos de 2024. Em setembro, o índice registrou avanço de 2,1%. Já os dados ajustados pela inflação (IPCA) indicam crescimento mais modesto: 1,7% em outubro, 1,4% em novembro e queda de 0,8% em dezembro.

23/10/25

Imagem: Inflação no setor de alimentação fora do lar fica abaixo do índice geral

Em setembro, a inflação do setor de alimentação fora do lar ficou em 0,11% segundo o IPCA divulgado nesta quinta-feira (9), ficando abaixo do índice geral — que registrou alta de 0,48%. Os números, divulgados pelo IBGE, indicam que os empreendedores de bares e restaurantes voltaram a conter repasses dos custos aos consumidores. Os dados também refletem um movimento de cautela entre os empresários do setor, que buscam equilibrar margens e preservar o consumo em um momento de recuperação gradual da renda das famílias.

10/10/25

Imagem: Comércio deve faturar R$ 9,96 bilhões no Dia das Crianças

O Dia das Crianças deve movimentar R$ 9,96 bilhões no comércio brasileiro, alta de 1,1% sobre 2024 (R$ 9,85 bilhões), segundo a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). Se confirmada, será a melhor performance em 12 anos, atrás apenas de 2014 (R$ 10,5 bilhões). Esta é a terceira data do ano mais importante para o varejo, ficando atrás apenas do Natal (R$ 72,8 bilhões em 2024) e do Dia das Mães (R$ 14,5 bilhões em 2025).

02/10/25

Imagem: Rio de Janeiro lidera ranking de maior custo da cesta básica

Entre as capitais pesquisadas pela Neogrid, o Rio de Janeiro segue liderando o ranking com o maior custo da cesta básica. Contudo, os preços vêm cedendo há três meses, com uma retração de 1,35% em agosto. No acumulado dos últimos seis meses, a cidade apresentou queda de 2,99%, o que reflete uma desaceleração no ritmo de aumento de preços, apontando para um alívio gradual nos custos de vida na capital fluminense. Em São Paulo, a cesta básica seguiu a mesma direção, com uma redução de 2,07% em agosto – o quarto mês consecutivo de retração. No acumulado semestral, a diminuição foi de 4,93%.

01/10/25