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Imagem: Setor de alimentação fora do lar recompõe preços pelo segundo mês seguido

Pelo segundo mês consecutivo, a inflação da alimentação fora do lar cresceu acima do índice geral, segundo o IPCA divulgado pelo IBGE. Em novembro, os preços do setor subiram 0,46%, enquanto o índice geral registrou alta de 0,18%. O resultado reforça o movimento de recomposição gradual dos custos no setor de alimentação fora do lar. Um dos principais fatores que influenciaram o índice geral de novembro foi o aumento da energia elétrica, que avançou 1,27% no mês. O item também tem peso relevante nos custos dos estabelecimentos.

15/12/25

Imagem: Varejo brasileiro apresenta queda de 1,7%, aponta Cielo

Apesar da alta do faturamento de 2,1%, o varejo brasileiro registrou retração em novembro. A queda do setor, segundo o Índice Cielo do Varejo Ampliado (ICVA), foi de 1,7% por causa da inflação. Isso significa que nem mesmo as vendas recordes na Black Friday foram suficientes para compensar os efeitos da alta de preços e a desaceleração observada em diversos segmentos. Este foi o sexto mês consecutivo de um desempenho real negativo. O destaque do mês foi o e-commerce, que cresceu 7,4% em termos nominais (sem descontar a inflação) e se consolidou mais uma vez como protagonista das grandes datas promocionais.

08/12/25

Imagem: Carnes e frios lideram alta de preços no varejo em 2025

Ao longo do ano, o comportamento de preços no varejo alimentar sofreu diversas oscilações. Um levantamento feito pela Precifica, plataforma de inteligência de preços e monitoramento de mercado, revela que as categorias com maior alta acumulada no período foram carnes e frios, doces e snacks, e padaria e congelados. Os dados, obtidos com exclusividade pelo Jornal Giro News, apontam que as carnes e os frios tiveram alta acumulada de 17,6% entre outubro de 2024 e o mesmo mês deste ano, fechando a última semana do mês com o preço médio de R$ 24,76. Já os doces e snacks registraram aumento de 12,8%, chegando a R$ 11,05.

19/12/25

Imagem: Inflação em bares e restaurantes cresce 0,46% em outubro e fica acima da inflação geral do país

Em outubro, os preços em bares e restaurantes subiu 0,46%, avanço que ficou acima da inflação geral do país, de 0,09%, segundo dados da Associação Nacional de Restaurantes (ANR) com base no Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo do IBGE, o IPCA. O movimento marca o 47º mês consecutivo de crescimento nos preços, consolidando um ciclo prolongado de encarecimento para consumidores e operadores do setor. A alta atingiu 14 das 16 unidades da federação pesquisadas.

04/12/25

Imagem: Volatilidade de preços e shopper sensível: os desafios do pricing no varejo em 2025

O ano de 2025 foi marcado por fortes oscilações nos preços do varejo alimentar, impulsionadas por inflação elevada, juros altos e câmbio volátil. Em entrevista exclusiva ao Jornal Giro News, Gustavo Presa, Especialista em Varejo da InfoPrice, empresa de pesquisa e inteligência de preços, destacou os principais movimentos do setor e os aprendizados que devem orientar o varejo em 2026. “O setor enfrentou desafios com a alta da inflação dos alimentos e a Selic em patamares elevados, o que trouxe grande volatilidade aos preços nas prateleiras. A precificação passou a ser revista com maior frequência, em ciclos mais curtos de atualização.”

04/12/25

Imagem: IPCA-15 sobe 0,20%, atingindo menor taxa em um mês de novembro desde 2019

Após aumento de 0,18% em outubro, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo -15 (IPCA-15) – considerado a prévia da inflação oficial no país – subiu 0,20% em novembro. Desde novembro de 2019, quando o índice chegou a 0,14%, a taxa não tinha alcançado um patamar tão baixo neste mês. Após cinco meses de queda, o grupo de Alimentação e Bebidas, que possui maior peso no índice, variou 0,09%. Já a alimentação em domicílio caiu 0,15%, após um recuo de 0,10% no mês anterior.

26/11/25

Imagem: Rio de Janeiro lidera ranking de maior custo da cesta básica

Entre as capitais pesquisadas pela Neogrid, o Rio de Janeiro segue liderando o ranking com o maior custo da cesta básica. Contudo, os preços vêm cedendo há três meses, com uma retração de 1,35% em agosto. No acumulado dos últimos seis meses, a cidade apresentou queda de 2,99%, o que reflete uma desaceleração no ritmo de aumento de preços, apontando para um alívio gradual nos custos de vida na capital fluminense. Em São Paulo, a cesta básica seguiu a mesma direção, com uma redução de 2,07% em agosto – o quarto mês consecutivo de retração. No acumulado semestral, a diminuição foi de 4,93%.

01/10/25

Imagem: Preço do café apresenta tendência de queda

De acordo com dados da VR, ecossistema de soluções para empregadores e trabalhadores, o preço do café moído (500g) apresentou uma tendência de leve queda nos preços desde junho, quando registrou R$ 29,66, caindo para R$ 29,09 em julho, e em agosto chegou a R$ 28,80 na primeira semana do mês. Esta certa estabilidade é novidade ao ser comparada com os preços do produto nos últimos três anos.

10/09/25

Imagem: Preço da cesta básica cai em 24 capitais no mês de agosto

De acordo com a Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos, o preço da cesta básica caiu em 24 capitais em agosto, comparando com julho. As principais retrações ocorreram em Maceió (-4,1%), Recife (- 4%), João Pessoa (- 4%), Natal (-3,7%), Vitória (- 3,1%) e São Luís (- 3,6%). Já as altas foram registradas em Macapá (0,9%), Palmas (0,6%) e Rio Branco (0,02%). O estudo foi divulgado pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) e pela Companhia Nacional de Abastecimentos (Conab).

08/09/25

Imagem: Preço do café acumula alta de 15,3% no ano e lidera inflação em restaurantes

O preço do ‘cafezinho’, um hábito diário de grande parte dos brasileiros, foi o que mais pesou no bolso de quem faz suas refeições fora de casa. O item acumula alta de 15,3% no ano, liderando a inflação no setor. Apenas em julho, o reajuste foi de 2,7%. O mês registrou aumento médio de 0,8% nos preços da alimentação fora do lar, que engloba principalmente restaurantes e bares. Foi o 44º mês consecutivo de alta e a maior variação mensal do ano, acima da inflação geral no período, que ficou em 0,2%.

28/08/25