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Imagem: Consumo de peixe em bares e restaurantes deve crescer 20% na Quaresma

O início da Quaresma volta a aquecer o consumo de pescado em todo o Brasil e gera forte expectativa de aumento de movimento em bares e restaurantes. Segundo a Abrapes (Associação Brasileira de Fomento ao Pescado), em diferentes capitais os dados já indicam um cenário de alta expressiva. Neste período, o consumo de peixe costuma crescer, em média, cerca de 20% no food service e no varejo, impulsionado pela tradição religiosa e pela substituição temporária da carne vermelha. Representando mais do que um aumento sazonal e uma tradição, agora o consumidor busca variedade e qualidade, tanto no pescado nativo quanto no importado, um comportamento que beneficia diferentes elos da cadeia produtiva.

24/02/26

Imagem: Carnaval 2026 injeta R$ 3,8 bilhões na economia de SP e supera ano anterior

O estado de São Paulo vem ampliando o seu Carnaval a cada ano e 2026 foi marcado por programações diversificadas e centenas de blocos pela região, principalmente na capital paulista. O resultado é um turismo aquecido e uma injeção de R$ 3,8 bilhões - cerca de 10% maior do que o registrado na mesma época em 2025, nos setores de alimentação fora do lar e de hospedagem, segundo dados parciais da Federação de Hotéis, Restaurantes e Bares do Estado de São Paulo (Fhoresp). De acordo com a entidade, de forma individual, os segmentos também obtiveram bons resultados. Hospedagem faturou R$ 567 milhões, e registrou 59% de reservas. Enquanto, o setor de alimentação fora do lar R$ 3,2 bilhões, mas não obteve um crescimento uniforme em pontos longe do eixo de circulação ou mais sofisticados registraram uma pequena baixa durante o período.

23/02/26

Imagem: Abrasel aponta riscos para o delivery diante da regulamentação do trabalho nos apps

A Abrasel (Associação Brasileira de Bares e Restaurantes) anunciou o seu posicionamento sobre a regulamentação do trabalho mediado por plataformas digitais. A entidade afirma que a proposta, ao instituir tarifas mínimas por entrega e adicionais obrigatórios, pode elevar custos e comprometer a operação de milhares de pequenos negócios do setor de alimentação fora do lar. Segundo a Abrasel, o piso nacional de R$ 8,50 por entrega pode aumentar em até 68% o valor das taxas e deixar pedidos até 25% mais caros, afastando consumidores e reduzindo o faturamento de bares e restaurantes. A associação também destaca que o texto do projeto ignora diferenças regionais no custo de vida, o que pode inviabilizar o delivery em cidades menores e bairros periféricos.

04/02/26

Imagem: 73% dos bares e restaurantes projetam aumento no faturamento durante o Carnaval

Com a chegada do Carnaval 2026, 73% dos bares e restaurantes têm uma expectativa positiva de aumentar o faturamento em comparação com o mesmo período do ano passado. Os dados são de uma pesquisa da Abrasel, onde 25% dos entrevistados estimam aumento de até 5%, enquanto 24% projetam alta de até 10%. Esse otimismo tem relação com os dados da economia e do turismo. Um levantamento estima que o Carnaval de 2026 deve movimentar R$ 14,48 bilhões em receitas no Brasil, valor 3,8% superior ao registrado em 2025 e o maior desde o início da série histórica, iniciada em 2013. Os bares e restaurantes aparecem como os principais responsáveis pela geração de receitas no período.

26/01/26

Imagem: Bares e restaurantes passam por ajustes após avanço das canetas emagrecedoras

O avanço do uso de medicamentos à base de GLP-1 para emagrecimento já começa a provocar mudanças perceptíveis no comportamento de consumo em bares e restaurantes no Brasil. Segundo a Abrasel, os primeiros impactos observados no setor envolvem ajustes naturais na dinâmica do consumo. Houve redução no consumo de bebidas alcoólicas em algumas ocasiões e sobremesas deixaram de ser individuais, tornando-se cada vez mais compartilhadas na mesa. Diante desse cenário, bares e restaurantes já vêm promovendo ajustes estratégicos em seus modelos de negócio.

23/01/26

Imagem: Aumento do custo do MEI exige atenção no setor de bares e restaurantes, segundo Abrasel

O aumento da contribuição mensal do Microempreendedor Individual (MEI) em 2026, decorrente do reajuste do salário mínimo, traz novos desafios para o setor de alimentação fora do lar. A mudança eleva os custos fixos de pequenos negócios e exige atenção em um segmento de margens reduzidas e forte presença de microempreendedores. Em 2026, o salário mínimo foi reajustado para R$ 1.621, o que elevou automaticamente a contribuição mensal do MEI. Esse aumento ocorre independentemente do faturamento do microempreendedor, já que o valor da contribuição é definido exclusivamente com base no salário mínimo, ampliando o impacto sobre negócios de menor porte e receita variável.

13/01/26

Imagem: Empresários do setor de alimentação fora do lar apontam otimismo para 2026

Os levantamentos divulgados pela Abrasel e pela FGV mostram que os empresários encerraram 2025 com boas expectativas para 2026. A convergência entre as pesquisas revela projeções de crescimento para esse ano, em um movimento impulsionado principalmente pelas expectativas em relação ao ambiente macroeconômico e ao desempenho dos negócios, sinalizando uma percepção mais positiva para 2026. Porém, apesar das expectativas positivas, os dados das duas pesquisas também convergem ao apontar que existem pontos de atenção para os empresários. A pressão de custos segue como um desafio relevante.

09/01/26

Imagem: Bares e restaurantes indicam crescimento de 0,7% nas vendas de novembro, segundo relatório

Em novembro, as vendas no setor de estabelecimentos fora do lar cresceu 0,7%, segundo dados do Índice Abrasel-Stone, relatório mensal divulgado pela Stone, em parceria com Abrasel. Com relação ao mesmo período do ano passado, as vendas apresentaram queda de 2,4%. O desempenho de novembro indica a continuidade de uma recuperação gradual no setor de bares e restaurantes.

26/12/25

Imagem: Restaurantes e bares esperam faturar mais em 2026, aponta Abrasel

Os empresários de bares e restaurantes encerram 2025 com expectativas positivas para o início de 2026. Um levantamento da Abrasel mostra que 69% dos estabelecimentos esperam faturar mais no primeiro trimestre do próximo ano em comparação com o mesmo período de 2025. Essa confiança do setor é sustentada principalmente pelo desempenho recente das empresas, impulsionado pelas confraternizações de fim de ano e pelo pagamento do 13º salário para um número maior de trabalhadores.

26/12/25

Imagem: Setor de alimentação fora do lar recompõe preços pelo segundo mês seguido

Pelo segundo mês consecutivo, a inflação da alimentação fora do lar cresceu acima do índice geral, segundo o IPCA divulgado pelo IBGE. Em novembro, os preços do setor subiram 0,46%, enquanto o índice geral registrou alta de 0,18%. O resultado reforça o movimento de recomposição gradual dos custos no setor de alimentação fora do lar. Um dos principais fatores que influenciaram o índice geral de novembro foi o aumento da energia elétrica, que avançou 1,27% no mês. O item também tem peso relevante nos custos dos estabelecimentos.

15/12/25

Imagem: Turnover nos bares e restaurantes registra alta e chega a 73%

A rotatividade da mão de obra no setor de alimentação fora do lar segue em patamar elevado. Dados dos últimos 12 meses, entre dezembro de 2024 e novembro de 2025, mostram que a taxa de rotatividade de pessoal (turnover) chegou a 73,49%. O indicador revela a proporção da força de trabalho que precisou ser substituída ao longo do ano, no balanço de desligamentos e admissões. Na média, é como se cada bar ou restaurante substituísse todos os funcionários a cada 1,4 anos, ou 16 meses.

01/12/25

Imagem: Alimentação fora do lar aponta recuperação em outubro após crise do metanol

O setor de alimentação fora do lar apresentou desempenho mais positivo em outubro, segundo a Pesquisa de Conjuntura Econômica da Abrasel de novembro. Após o mês de setembro registrar 27% de empresas operando no prejuízo, o cenário mostrou recuperação, em outubro o percentual caiu para 20%. Os dados também reforçam o movimento observado pelo Índice Abrasel-Stone, que registrou aumento de 1,6% nas vendas em outubro em relação com setembro. Essa melhora na situação financeira das empresas do setor está ligada à retomada da confiança após a crise das bebidas adulteradas com metanol.

25/11/25

Imagem: Inflação na alimentação fora do lar sobe acima da média e indica recuperação de margem

No mês de outubro, o setor de alimentação fora do lar recuperou parte da margem perdida ao longo de 2025. O aumento no setor foi de 0,46%, enquanto o índice geral foi de 0,09%, o menor índice para um mês de outubro desde 1998. Segundo dados do IPCA divulgados pelo IBGE, este aumento foi puxado principalmente pelos lanches, que chegaram a 0,75%, o que sugere a recuperação de parte da margem de lucro em lanchonetes e padarias. As refeições registraram variação menor, de 0,38%, mas ainda acima da média da inflação.

13/11/25

Imagem: Abrasel demonstra insatisfação com decreto do governo federal sobre as regras do PAT

O novo decreto do governo federal que altera as regras do Programa de Alimentação do Trabalhador (PAT), limitando em 3,6% a taxa que empresas de benefícios podem cobrar dos estabelecimentos comerciais, tem causado preocupações na Abrasel (Associação Brasileira de Bares e Restaurantes). Embora reconheça o esforço do governo em reduzir taxas e prazos de pagamento, a entidade avalia que o conjunto de medidas, apesar de bem-intencionado, pode gerar efeitos adversos para o setor de alimentação fora do lar.

12/11/25

Imagem: 13º salário e festas de fim de ano ampliam otimismo nos bares e restaurantes

Com a aproximação das festas de fim de ano, o setor de alimentação fora do lar projeta alta no faturamento. O pagamento do 13º salário, aliado às confraternizações, férias escolares e celebrações de dezembro, deve injetar recursos significativos na economia. Segundo a Abrasel, 81% dos empresários do setor esperam crescimento nas vendas em relação ao mesmo período de 2024 — para a maioria, o avanço será de pelo menos 10%. A expectativa é reforçada pela ampliação do número de brasileiros que receberão o benefício, impulsionada pela expansão dos empregos formais e pelo reajuste do salário mínimo para R$ 1.518,00 em 2025.

04/11/25

Imagem: Setor de alimentação impulsiona queda do desemprego e aquece mercado de trabalho

O mercado de trabalho brasileiro mostra sinais robustos de recuperação, com a taxa de desemprego atingindo 5,6% no trimestre encerrado em setembro — o menor índice da série histórica, segundo a PNAD Contínua do IBGE. Esse avanço é impulsionado por setores intensivos em mão de obra, como o de alimentação fora do lar, que gerou 13.153 novos empregos formais no último mês, conforme dados do Caged. As mulheres ocuparam dois terços dessas vagas, evidenciando uma crescente participação feminina no setor.

03/11/25