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Imagem: Consultoria Na Cozinha usa inteligência de mercado para escalar marcas no food service

Com o apoio estratégico da empresa de pesquisas e consultoria Na Cozinha, a marca Alho Negro do Sítio transformou um produto de nicho em uma solução escalável com uma análise de dados. Para alcançar esse resultado, a consultoria utilizou uma análise técnica gastronômica que mapeou lacunas de conhecimento entre restaurantes e consumidores finais, onde foram identificadas oportunidades precisas de aplicação para o produto: alho negro. No estudo realizado, a consultoria identificou que a barreira de entrada do ingrediente não era o preço, mas o desconhecimento técnico sobre o uso. A conquista da consultoria com o Alho Negro do Sítio demonstra que mesmo produtos complexos podem ganhar escala quando entendidos por empresas conscientes da rotina e das exigências do mercado.

26/02/26

Imagem: Ozempic e Mounjaro transformam o apetite e desafiam o foodservice

Os medicamentos Ozempic e Mounjaro, que se tornaram fenômenos globais no controle da saciedade e do peso, estão transformando o comportamento alimentar e pressionando a indústria da alimentação a se adaptar. Ao agir no cérebro e retardar o esvaziamento gástrico, os agonistas do receptor GLP-1 não apenas diminuem o apetite, mas também alteram a percepção de prazer e necessidade em torno da comida, o que muda toda a lógica de consumo no foodservice.

12/02/26

Imagem: Consumidores podem reduzir pedidos se delivery ficar mais caro, aponta pesquisa

Uma pesquisa realizada pelo iFood indica que 67% dos consumidores brasileiros podem diminuir a frequência de pedidos em aplicativos de entrega caso o custo do delivery aumente. O levantamento aponta que o preço é um dos principais fatores que influenciam a decisão de compra nesse tipo de serviço. De acordo com os dados, parte significativa dos usuários afirma que reduziria o número de pedidos ou buscaria alternativas caso houvesse aumento nos valores cobrados pelas plataformas ou pelos restaurantes parceiros.

13/03/26

Imagem: Consumidor troca marcas favoritas por opções mais baratas na compra de café

O comportamento do consumidor em relação ao café está mudando após o aumento nos preços do produto. Agora, o brasileiro tem priorizado o preço mais barato, ao invés de sua marca favorita. Um levantamento feito pelo Instituto Axxus para a Abic (Associação Brasileira da Indústria do Café) mostra que 39% dos consumidores agora compram apenas o café mais barato, contra 16% em 2023, quando foi realizado o levantamento anterior. Esta é a primeira vez que o critério exclusivamente focado no preço supera as demais variáveis que influenciam na compra.

12/02/26

Imagem: Delivery em 2026: maturidade, eficiência e a disputa pelo hábito do consumidor

O delivery no Brasil entra em 2026 em um estágio claramente mais maduro e, ao mesmo tempo, mais complexo. Após um ciclo prolongado de expansão acelerada, impulsionado por mudanças de comportamento, conveniência e forte subsídio das plataformas, o setor passa a operar em um ambiente mais competitivo, fragmentado e menos previsível. Nesse novo contexto, a discussão deixa de ser sobre qual aplicativo cresce mais rápido e passa a exigir uma leitura mais estrutural do mercado. A pergunta central já não é quem ganha a corrida de usuários, mas se o delivery está, de fato, crescendo ou apenas redistribuindo pedidos entre diferentes players.

29/01/26

Imagem: Bares e restaurantes passam por ajustes após avanço das canetas emagrecedoras

O avanço do uso de medicamentos à base de GLP-1 para emagrecimento já começa a provocar mudanças perceptíveis no comportamento de consumo em bares e restaurantes no Brasil. Segundo a Abrasel, os primeiros impactos observados no setor envolvem ajustes naturais na dinâmica do consumo. Houve redução no consumo de bebidas alcoólicas em algumas ocasiões e sobremesas deixaram de ser individuais, tornando-se cada vez mais compartilhadas na mesa. Diante desse cenário, bares e restaurantes já vêm promovendo ajustes estratégicos em seus modelos de negócio.

23/01/26

Imagem: Do público certo à operação eficiente: o caminho para lucrar mais no foodservice

No dinâmico e cada vez mais competitivo universo do foodservice, a ideia de que “definir público-alvo é uma questão de branding” perdeu sua validade. Hoje, entender quem é o seu consumidor é uma questão de sobrevivência. Para donos de bares e restaurantes, essa clareza é a chave para otimizar investimentos, fidelizar clientes, se destacar no mercado e, consequentemente, aumentar a lucratividade.

16/10/25

Imagem: Estratégias e campanhas bem desenhadas são essenciais na aproximação com o consumidor

Em um setor tão competitivo quanto o de alimentação, captar a atenção do consumidor e transformá-lo em um cliente fiel exige mais do que apenas servir bons pratos. É preciso ter estratégia, criar campanhas bem estruturadas, que tenham identidade, consistência e propósito. Segundo dados da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel), o setor de alimentação fora do lar movimenta mais de R$ 250 bilhões por ano no Brasil. Além disso, um estudo da Euromonitor mostra que 1 em cada 4 refeições consumidas nas grandes cidades já acontece via delivery. Esses números mostram que as oportunidades existem.

09/10/25

Imagem: iFood domina 92% do mercado de delivery no Brasil no 1º trimestre de 2025, aponta estudo

Um estudo conduzido pela klavi, empresa de Open Finance e analytics, mostrou que o mercado de delivery atingiu R$1,11 bilhões em transações na amostra analisada e confirmou a forte concentração em torno de um único player: o iFood. No primeiro trimestre de 2025, a empresa de entregas deteve cerca de 92% de participação de mercado. A predominância da plataforma indica um domínio significativo no setor, mesmo já contestado por outras plataformas de entrega internacionais, como o Rappi e Uber Eats. No entanto, com a chegada dos novos players chineses, como a 99Food, o cenário tende a mudar com esse crescimento da concorrência.

07/10/25

Imagem: Culinária asiática tem espaço para crescer nos shoppings centers do Brasil

Em um país tão diverso gastronomicamente quanto o Brasil, perceber tendências de mercado com potencial para consolidação não é tarefa trivial. Certos sinais, no entanto, apontam com clareza: a culinária asiática — englobando a gastronomia japonesa, chinesa, coreana, tailandesa, entre outras — já não é considerada uma “opção exótica” ou um nicho. Essas opções entraram de vez no cardápio cotidiano do brasileiro. Basta dar uma volta pelos shoppings centers de todo o país, ambientes que combinam consumo, lazer e conveniência.

06/10/25