Rotas do Café impulsionam turismo e fortalecem economia regional em SP
O programa Rotas do Café, do Governo do Estado de São Paulo, vem apresentando resultados expressivos para o turismo e para a cadeia produtiva cafeeira paulista. De acordo com sondagem realizada pela Secretaria de Turismo e Viagens (Setur-SP) por meio do Centro de Inteligência da Economia do Turismo (CIET), a iniciativa tem gerado impacto positivo para a maioria dos empreendimentos participantes, com aumento no fluxo de visitantes, crescimento do faturamento e estímulo à geração de empregos e novos investimentos. Dados do último ano apontam que 89% dos empreendimentos observaram crescimento no volume de visitantes após a criação das Rotas do Café, com média de aumento de 37%. Esse movimento também se reflete no faturamento que apresentou crescimento médio de 35%. Com isso, a avaliação é que para 80% dos participantes, o programa surtiu efeitos diretos em seus negócios, consolidando-se como importante indutor do desenvolvimento regional.
"O café faz parte da história do Estado de São Paulo. As Rotas do Café vêm para mostrar como o turismo pode transformar territórios ao conectar produção, cultura e experiência. Estamos falando de uma iniciativa que fortalece a economia regional, gera emprego, valoriza a identidade local e amplia a competitividade do nosso café", destacou a secretária executiva da Setur-SP, Monica Samia.
Crescimento Empresarial
O programa impulsiona melhorias estruturais e ampliação da oferta turística. Cinco em cada dez empreendimentos realizaram ou avançaram na realização de novos investimentos em infraestrutura. Além disso, o circuito fez com que 44% dos empreendimentos contratassem novos colaboradores e assim 57% já criaram ou estão desenvolvendo novas atrações para enriquecer a experiência dos visitantes. Além dos resultados econômicos, as Rotas do Café se destacam pelo compromisso com a sustentabilidade, inovação e integração local. Entre os empreendimentos participantes, 71% adotam práticas sustentáveis, como produção orgânica e compensação de carbono; 46% investem em tecnologias, como realidade aumentada e tours virtuais; 83% promovem a interação do visitante com as comunidades locais e seus produtos; e 65% mantêm parcerias com outros estabelecimentos, fortalecendo o turismo regional de forma colaborativa.
