O avanço dos marketplaces na venda de medicamentos tem despertado preocupações entre os representantes do varejo farmacêutico. Segundo Sérgio Mena Barreto, CEO da Abrafarma (Associação Brasileira de Redes de Farmácias e Drogarias), trata-se de um cenário diferente do que é visto no canal alimentar, que obteve liberação para operar farmácias dentro de suas lojas, em ambientes separados. “Se eles (varejistas alimentares) forem bem-sucedidos, tem um público que vai ao supermercado e quer completar a cesta de compras com a farmácia. E se eles forem mais competentes que a gente, ótimo. Agora, não pode ser uma regra sem lei, que é o caso dos marketplaces hoje”, explica, com exclusividade ao Jornal Giro News.
08/09/26