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Imagem: Varejo farmacêutico avança 12,9% no faturamento e projeta ciclo de alta até 2028

O varejo farmacêutico brasileiro movimentou R$ 265,9 bilhões nos 12 meses encerrados em agosto de 2026, montante que representa uma alta de 12,9% em relação ao período anterior, segundo dados da Close-Up International. Considerando todos os canais do mercado, o faturamento somou R$ 424,4 bilhões. O desempenho foi puxado principalmente pelos medicamentos de prescrição, que responderam por 56,1% das vendas no canal alimentar e farma. O estudo aponta que o avanço em valor reflete reajustes e busca por produtos de maior valor agregado, a exemplo das canetas emagrecedoras.

26/10/26

Imagem: Drogaria Araujo registra alta de 53% nas vendas de suplementos proteicos

A Drogaria Araujo registrou crescimento de 53% nas vendas de suplementos proteicos entre janeiro e agosto de 2026, na comparação com o mesmo período do ano passado. Segundo a empresa, o avanço acompanha mudanças nos hábitos de consumo de pacientes que utilizam canetas de GLP-1 - medicamentos associados ao emagrecimento. No mesmo intervalo, as vendas de creatina aumentaram 40%, enquanto as de repositores hidroeletrolíticos avançaram 2.000%. Também cresceram as categorias de produtos para fortalecimento capilar e vitaminas, presentes com frequência nas cestas de compras desses consumidores.

20/10/26

Imagem: Mercado Livre é notificado pela Anvisa após anunciar venda de medicamentos com receita

O Mercado Livre foi notificado ontem (28) pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), três dias depois de anunciar a venda de medicamentos que exigem receita médica. A empresa terá de explicar como a operação atende às regras sanitárias e apresentar documentos que comprovem a regularidade do serviço. A agência quer saber, por exemplo, qual é a empresa responsável pela farmácia própria do Mercado Livre, onde ela funciona, se tem autorização da Anvisa e alvará sanitário e quem é o farmacêutico responsável.

29/09/26

Imagem: Abrafarma questiona Anvisa sobre venda de medicamentos com receita no Mercado Livre

A entrada do Mercado Livre na venda de medicamentos com receita provocou uma reação das farmácias. Além de derrubar as ações da RD Saúde, Pague Menos e Panvel, o anúncio levou a Associação Brasileira de Farmácias e Drogarias (Abrafarma) a informar que questionará a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) sobre a legalidade da operação. Para a entidade, a comercialização de medicamentos por marketplaces continua vedada enquanto não for concluída a regulamentação em discussão na Anvisa. A associação afirma que a venda anunciada pelo Mercado Livre, inclusive de produtos sujeitos à prescrição médica e à retenção de receita, não estaria de acordo com a legislação vigente.

25/09/26

Imagem: Mercado Livre passa a vender medicamentos com receita e lança entregas em até 60 minutos

O Mercado Livre está expandindo sua atuação no canal farmacêutico no Brasil, iniciando a venda de medicamentos que exigem receita médica. A operação inclui medicamentos como antibióticos, anti-inflamatórios e canetas da classe GLP-1. Segundo a companhia, a validação das prescrições médicas será realizada por profissionais farmacêuticos dentro da plataforma. Além da venda direta por sua farmácia própria, o Mercado Livre passará a integrar redes de farmácias ao seu marketplace no modelo de ecossistema de terceiros.

25/09/26

Imagem: Anvisa autoriza Magalu a intermediar venda de medicamentos

A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) revogou uma medida que proibia a comercialização, distribuição e propaganda de medicamentos pela varejista. O órgão considerou a entrada em vigor da Lei nº 15.357, de 20 de março de 2026, que alterou a Lei nº 5.991, de 17 de dezembro de 1973, passando a admitir a contratação de canais digitais e plataformas de e-commerce por farmácias e drogarias regularmente licenciadas para fins de logística e entrega ao consumidor, observada a regulamentação sanitária aplicável. No entanto, o documento destaca que a aplicação ainda depende de regulamentação específica a ser editada pela Anvisa.

24/09/26

Imagem: Abrafarma alerta para riscos da venda de remédios em marketplaces

O avanço dos marketplaces na venda de medicamentos tem despertado preocupações entre os representantes do varejo farmacêutico. Segundo Sérgio Mena Barreto, CEO da Abrafarma (Associação Brasileira de Redes de Farmácias e Drogarias), trata-se de um cenário diferente do que é visto no canal alimentar, que obteve liberação para operar farmácias dentro de suas lojas, em ambientes separados. “Se eles (varejistas alimentares) forem bem-sucedidos, tem um público que vai ao supermercado e quer completar a cesta de compras com a farmácia. E se eles forem mais competentes que a gente, ótimo. Agora, não pode ser uma regra sem lei, que é o caso dos marketplaces hoje”, explica, com exclusividade ao Jornal Giro News.

08/09/26

Imagem: Anvisa regulamenta delivery de medicamentos

A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) decidiu iniciar o processo de regulamentação da contratação de plataformas de delivery por farmácias e drogarias para a logística e entrega de medicamentos aos consumidores. A decisão foi tomada ontem (19), uma semana após a agência revogar restrições que impediam iFood, Rappi, Mercado Livre, Americanas e Shopee de anunciar e comercializar medicamentos. Nesta primeira reunião, o colegiado se posicionou a favor de atribuir a iniciativa ao Congresso Nacional. Nesse cenário, a Anvisa seria uma executora da decisão tomada pelo Legislativo.

20/08/26

Imagem: Delivery de remédios por aplicativos como iFood e Mercado Livre é liberado pela Anvisa

A Anvisa liberou a entrega de medicamentos nas plataformas digitais das empresas iFood, Rappi, Mercado Livre, Submarino e Americanas. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária revogou medidas que proibiam a comercialização e a propaganda de remédios por estes aplicativos. As novas resoluções consideram a Lei nº 15.357, que entrou em vigor em 20 de março de 2026, e passou a permitir que farmácias e drogarias regularmente licenciadas contratassem canais digitais e plataformas de comércio eletrônico para logística e entrega de medicamentos aos consumidores.

10/08/26

Imagem: Grupo Mateus venderá medicamentos em unidade de Teresina (PI)

O Grupo Mateus implementará um setor de farmácia em sua unidade da Avenida Frei Serafim, em Teresina (PI), aproveitando a recente legislação federal que autoriza a venda de medicamentos em supermercados. A loja já iniciou as adaptações para abrigar o novo espaço, que contará com a presença obrigatória de um farmacêutico responsável, conforme exigido pela regulamentação.

07/04/26

Imagem: Assaí e Grupo Mateus dão largada à nova fase de farmácias no canal alimentar

Nesta semana, foi sancionada a lei que autoriza a venda de remédios em farmácias e drogarias instaladas em supermercados. A decisão abre espaço para redes do canal alimentar que já estavam se preparando para atuar no segmento de medicamentos, como o Assaí Atacadista e o Grupo Mateus. Em janeiro, o CEO do Assaí, Belmiro Gomes, afirmou que a companhia estava acelerando o plano de inaugurar farmácias próprias. A inovação partiu da percepção de que medicamentos como Ozempic, Wegovy e Mounjaro mudaram os hábitos alimentares, sendo necessária a adaptação à nova cesta de compras dos consumidores.

27/03/26

Imagem: Para Abras, venda de remédios representa "evolução estratégica do varejo alimentar"

Após ser sancionada a lei que autoriza a venda de remédios em farmácias e drogarias instaladas em supermercados, a Abras afirma que a medida é uma evolução estratégica do varejo alimentar, que passa a integrar de forma estruturada a jornada de saúde e bem-estar do consumidor. Segundo a entidade, a decisão encerra um ciclo de debates de mais de 30 anos. "O setor supermercadista reúne cerca de 424 mil lojas e atende milhões de consumidores diariamente, o que pode ampliar o acesso a medicamentos, sobretudo em regiões com baixa oferta de farmácias", afirma a entidade.

24/03/26

Imagem: Nova lei autoriza venda de remédios em supermercados

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou a lei que autoriza a venda de remédios em farmácias e drogarias instaladas em supermercados. A norma permite a venda de remédios e instalação de farmácias na área de venda de supermercados, desde que em ambiente físico delimitado, segregado e exclusivo, e com a presença física de farmacêutico durante todo o horário de funcionamento do estabelecimento. As regras também preveem que a retenção da receita e a entrega do medicamento ocorram somente depois do pagamento.

23/03/26

Imagem: Grupo Mateus firma parceria para ingressar no mercado de medicamentos

O Grupo Mateus está se preparando para entrar na distribuição e venda de medicamentos no Norte e Nordeste, regiões onde já concentra suas operações de atacarejo, por meio de uma parceria com um operador regional do setor. A iniciativa envolve o Armazém Mateus, braço operacional do grupo maranhense, e a AS&J Holding, empresa ligada ao Grupo Toureiro, do Piauí, que atua na distribuição de produtos farmacêuticos para farmácias, hospitais e órgãos públicos.

11/03/26

Imagem: Farmácias podem perder 34% das vendas com avanço de OTC nos supermercados

A possível liberação da venda de medicamentos isentos de prescrição (OTC) em supermercados pode abrir uma frente relevante de concorrência no varejo farmacêutico. Dados da Worldpanel by Numerator mostram que 34% das compras realizadas em farmácias são compostas exclusivamente por OTC — transações que, em tese, poderiam migrar para outros canais. Se o projeto avançar, supermercados passam a disputar justamente as missões mais simples e rápidas — aquelas em que o consumidor entra na farmácia apenas para comprar um analgésico, uma vitamina ou um antigripal.

06/03/26

Imagem: RD Saúde vende empresa de medicamentos especiais para o Grupo Profarma

A RD Saúde fechou acordo para a venda da 4Bio Medicamentos Especiais S.A. ao Grupo Profarma, que atua na cadeia de distribuição farmacêutica. Adquirida pela companhia em 2015, a 4Bio expandiu sua receita em quase 30 vezes e superou R$ 3 bilhões de faturamento anual. Segundo a varejista, foram avaliadas alternativas estratégicas para maximizar o futuro potencial do negócio, mas a estrutura e a dinâmica de mercado da 4Bio evoluíram para um estágio mais próximo ao modelo atacadista de distribuição especializada, com medicamentos para terapias de alta complexidade.

03/03/26