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Restaurante Amazônia na Cuia se destaca durante COP30 e projeta expansão nacional

Durante a COP30, realizada em Belém, o restaurante Amazônia na Cuia tornou-se vitrine da gastronomia regional e caso de sucesso empresarial. Fundado em 2018 por Rafael Barros, o negócio cresceu em média 115% ao ano nos últimos quatro anos e deve encerrar 2025 com faturamento de R$ 40 milhões, frente aos R$ 17 milhões registrados em 2024. A estratégia de manter preços estáveis durante o evento foi decisiva para preservar a reputação da marca e atrair delegações internacionais, turistas e moradores locais.


A rede já soma três unidades em Belém, com mais de 2.000 m² de área construída, 210 colaboradores e atendimento a cerca de 30 mil clientes por mês — número que saltou para 50 mil durante a conferência. O modelo de crescimento se apoia em três pilares: autenticidade, padronização e cultura organizacional. A ambientação é construída com apoio de turismólogos, artesãos e historiadores, enquanto a operação segue formato de linha de montagem para garantir agilidade. Além disso, a equipe passa por treinamento formal com manual interno e provas de atendimento, reforçando a padronização e a experiência do consumidor.


Com o sucesso em Belém, Barros planeja expandir a marca para outras capitais brasileiras, como São Paulo, Brasília e Manaus, além de Lisboa como aposta inicial fora do país. O desafio será estruturar a logística para levar insumos amazônicos frescos a novos mercados, já que a rede consome mensalmente 1,5 tonelada de pirarucu, 700 quilos de filhote e seis toneladas de camarão, todos de produtores locais. A expansão será feita por meio de sociedades com gestores formados dentro da própria empresa, sem franquias, garantindo controle sobre a qualidade e a identidade amazônica que se tornou diferencial competitivo da marca.


Fonte: Exame

27/11/2025

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