Estudo aponta alta de empregos e salários entre parceiros do iFood
Os restaurantes que ingressam no iFood apresentam crescimento em contratações, melhores salários e maior taxa de sobrevivência no mercado, conforme estudo da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (FIPE) com mais de 40 mil estabelecimentos, preparado para o iFood Move 2026. O impacto é mais expressivo entre Microempreendedores Individuais (MEI), que registram alta de até 50% nos empregos e redução de 40% a 60% no risco de falência a longo prazo. Em pequenos negócios de até cinco funcionários, a plataforma está associada a um aumento superior a 50% nas contratações e de 15% no salário real.
Parceiros Geram Crescimento
Na média geral, parceiros registraram alta de 7% no emprego e de 9% no salário real frente a não parceiros, com ganhos salariais na cozinha (14%), setor administrativo (12%) e salão (9%). Entre 2023 e 2024, os restaurantes na plataforma cresceram 2,3 vezes mais que a média nacional do setor, segundo dados do IBGE. Em 2025, o ecossistema do iFood movimentou R$ 167 bilhões na economia brasileira (0,70% do PIB) e gerou 1,18 milhão de empregos diretos e indiretos, com R$ 4,6 bilhões em crédito já liberados via iFood Pago. A pesquisa indica também que o crédito do iFood Pago gerou alta média de 9% no volume de pedidos e de 4% no faturamento dos estabelecimentos que acessaram a linha, sem repasse de preços ao consumidor final.
"O estudo mostra que o crescimento da plataforma e o crescimento do parceiro andam juntos e isso é ainda mais evidente para quem está começando ou tem um negócio pequeno", afirma Bruno Henriques, COO de marketplace do iFood e CEO do iFood Pago.

