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Imagem: Clean Beauty, a nova fronteira do varejo da beleza

O mercado global de beleza vem passando por uma transformação profunda e irreversível. O conceito de clean beauty — que une fórmulas livres de químicos nocivos, transparência de ingredientes e maior responsabilidade ambiental — deixou de ser um nicho para se tornar uma das áreas mais dinâmicas e promissoras do varejo da beleza.

04/05/26

Imagem: A IA encurta o caminho até a compra. O varejo ainda vence no momento que importa

A Inteligência Artificial agora está incorporada à jornada do consumidor, mas não como um substituto do varejo. Em vez disso, está remodelando a forma como os consumidores avançam pelas etapas de descoberta e tomada de decisão. Dados do relatório Commerce & AI Trend Report da Criteo destacam essa mudança. Embora os assistentes de compras com IA sejam amplamente utilizados nas fases iniciais da jornada, 96% dos consumidores ainda recorrem a outros canais antes de concluir uma compra. Quase metade (47%) usa essas ferramentas principalmente para comparar produtos, em vez de realizar transações.

30/04/26

Imagem: Tradição na cozinha sustenta identidade, mas sem atualização, se transforma em limite

Toda cozinha carrega uma história. Eu vejo isso todos os dias. Está no tempero, nos processos, na forma como cada prato chega à mesa. É isso que constrói identidade e cria memória no cliente. O problema começa quando essa história deixa de evoluir. Ao longo da minha trajetória, encontrei muitos restaurantes que foram construídos com base em tradição, fidelizaram público e conquistaram reputação. Mas, com o tempo, perderam capacidade de adaptação. Mantiveram receitas, rotinas e estruturas que já não acompanham o ritmo atual do setor.

04/05/26

Imagem: A loja virou mídia e quem não operar com inteligência vai ficar para trás

Passados os grandes eventos do varejo global, é hora de refletir sobre o que foi apresentado, não como tendência distante, mas como sinal do que vai ganhar escala nos próximos meses. Tanto a NRF Retail’s Big Show 2026 quanto a EuroShop 2026 mostram que o varejo físico entrou em um novo ciclo. Esses encontros servem mais como referência prática do que inspiração conceitual.

29/04/26

Imagem: Execução no varejo: por que ainda estamos investindo muito e convertendo pouco

A indústria está investindo mais do que nunca em execução — e convertendo menos do que deveria. A pressão por presença no ponto de venda aumentou, a complexidade do varejo se intensificou e, ainda assim, os resultados não acompanham o mesmo ritmo. O que se observa, na prática, é um paradoxo, onde se tem mais investimento em execução, sem ganho proporcional de sell-out.

28/04/26

Imagem: Retail media e a nova aposta do varejo brasileiro

O varejo teve como receita por muito tempo: comprar bem, vender com margem e girar estoque. Nesse modelo, a receita vem do produto e o lucro da eficiência operacional. Essa lógica segue viva, mas ganhou uma camada extra: a monetização da própria audiência.
Retail media é a prática de vender espaço publicitário nos próprios canais do varejista (site, app, loja física, CRM) para marcas e fornecedores. Não é exatamente uma novidade global. Nos Estados Unidos, a Amazon transformou seu marketplace em uma das maiores plataformas de anúncios do mundo. O Walmart criou o Walmart Connect. A Instacart, a Kroger e a Target seguiram o mesmo caminho.

27/04/26

Imagem: O imposto que não aparece no cardápio — mas muda tudo na operação

Eu tenho a impressão de que a reforma tributária de 2026 ainda está sendo lida pelo varejo de alimentos como um tema distante, quase teórico. Mas, no balcão de um bar ou na cozinha de um restaurante, ela já começou a mudar a lógica do negócio, e não é pela alíquota em si, mas pela forma como o imposto passa a existir dentro da operação.

17/04/26

Imagem: O consumidor do futuro já se faz presente no varejo de hoje

O que vejo nas projeções mais recentes sobre consumo, é que o futuro não será construído a partir de oposições, mas de integrações. A WGSN resume bem essa mudança ao apontar 2027 como o ano do “e/e”, e não mais do “ou/ou”: online e offline, tecnologia e humanidade, conveniência e emoção passam a coexistir de forma integrada. No varejo, essa transformação não é uma previsão distante. Ela já está em curso. Durante muito tempo, marcas e empresas organizaram suas estratégias em torno de escolhas binárias. O físico ou o digital. O branding ou a performance. A automação ou o atendimento humano.

08/04/26

Imagem: O futuro do retail media

Quem acompanhou a última edição do SXSW certamente percebeu que o shopper ficou mais exigente, intencional e difícil de impressionar. Num mundo com excesso de estímulos, a atenção virou um ativo mais escasso, e as marcas que seguem operando na lógica do volume comprarão briga com as novas gerações que ignoram quem não tem muito a dizer. Nesse sentido, vale destacar uma provocação trazida pelo painel “Forget Moments Marketing: Welcome to Worldbuilding”: marcas que tratam comunidades como canais de mídia estão errando.

07/04/26