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Imagem: O maior concorrente do supermercado pode ser uma gôndola vazia

Imagine a seguinte cena: o consumidor entra no supermercado com a lista de compras praticamente definida. Ele percorre os corredores, compara preços, escolhe marcas e chega à gôndola do produto que realmente precisa, mas o item não está lá. Nesse instante, a concorrência muda de endereço. Ela deixa de ser a loja da esquina, a promoção do aplicativo ou a rede vizinha e passa a ser o espaço vazio na própria gôndola.

13/07/26

Imagem: O paradoxo do varejo alimentar de R$ 1,067 trilhão: escala, conveniência e o desafio da execução

O varejo alimentar brasileiro alcançou uma dimensão que o coloca entre os principais motores da economia nacional. Segundo o Ranking ABRAS 2025, o setor movimentou R$ 1,067 trilhão no último ano, valor equivalente a 9,12% do Produto Interno Bruto (PIB), reúne mais de 424 mil lojas e atende cerca de 30 milhões de consumidores diariamente. São números que confirmam a força de um segmento que soube crescer, diversificar formatos e ampliar sua presença em praticamente todas as regiões do país.

10/07/26

Imagem: Panificação em transformação com o consumidor no centro das decisões

A panificação brasileira vive um momento de transformação que vai além do crescimento. Em 2025, o setor atingiu um faturamento de R$ 164,12 bilhões e passou a representar 1,29% do PIB nacional, atendendo diariamente cerca de 47,5 milhões de consumidores, segundo levantamento do Instituto de Desenvolvimento das Empresas de Alimentação (Ideal). Os números mostram a força da categoria, mas revelam algo ainda mais relevante sobre a forma como esse crescimento está acontecendo.

08/07/26

Imagem: Atacado brasileiro paga caro por tecnologia que não entende sua venda

O atacado brasileiro movimenta uma parte decisiva da economia, mas muitas distribuidoras ainda vendem como se a escala pudesse ser sustentada por WhatsApp, planilhas e digitação manual. Segundo o Ranking ABAD/NielsenIQ 2026, o setor atacadista distribuidor alcançou R$ 616,6 bilhões em faturamento em 2025, crescimento nominal de 17,27% em relação ao ano anterior. Em um mercado desse tamanho, uma ferramenta errada resulta em perda de produtividade em escala.

08/07/26

Imagem: Na Copa do Mundo movimento dobra, mas falta de controle vira vilão do caixa em bares

Quando falamos em Copa do Mundo, é natural que a atenção esteja voltada para os estádios. Mas, na prática, uma parte importante desse movimento acontece longe deles, dentro de bares, restaurantes e casas cheias de amigos. Aí é que o impacto econômico se torna mais visível para o Brasil. Segundo levantamento da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes, a Abrasel, 52% dos bares e restaurantes pretendem transmitir os jogos da Copa até o final do campeonato.

07/07/26

Imagem: Perdas no varejo: R$ 42 bilhões que o Brasil não pode mais ignorar

O varejo brasileiro cresceu 6,4% em faturamento e movimentou R$ 2,55 trilhões, mas as perdas em 2025 avançaram em um ritmo muito superior: 15,3%. Pasmem, é isso mesmo! Um resultado que merece atenção imediata de empresários, executivos e conselhos de administração das redes varejistas. O resultado é alarmante. Segundo a 9ª Pesquisa Abrappe de Prevenção de Perdas no Varejo Brasileiro, elaborada pela Associação Brasileira de Prevenção de Perdas (Abrappe), as perdas atingiram R$ 42,1 bilhões em 2025. Em outras palavras, a cada R$ 61 vendidos, R$ 1 desapareceu ao longo da operação.

07/07/26

Imagem: O risco mais caro do varejo é o que não entra no radar

Se você lidera uma rede de varejo no Brasil, com operação distribuída, múltiplas lojas e pressão permanente por margem, sabe que os riscos mais visíveis estão na operação. Ruptura, logística, estoque, execução de loja e negociação com fornecedores ocupam a agenda. Cibersegurança, em geral, entra depois — quando entra. E é justamente aí que mora o problema.

06/07/26

Imagem: Sua empresa não corre mais risco por causa da política em ano de eleição: corre risco quando as regras dentro dela deixam de ser claras

Tenho lido bastante posicionamentos políticos na plataforma do LinkedIn. O que vejo são críticas, ofensas e reações passionais, mas poucos saem disso para construir algo que realmente melhore o debate. Por aí você já vê que os participantes destes embates digitais ainda habitam um mundo de selvageria e nada de inteligência, gritam muito, mas analisam pouco. Quando pensamos em marcas e política, olhamos para algumas empresas como a Patagonia ou Dove (entre tantas outras), empresas que transformaram o ativismo em DNA.

03/07/26

Imagem: No varejo do futuro, o robô vende e o humano encanta

A cada nova onda tecnológica, a mesma pergunta sempre surge: a máquina vai tomar o lugar das pessoas? Com o protagonismo indiscutível da inteligência artificial no cenário tecnológico, esse receio se tornou ainda mais presente, sobretudo no varejo. Mas, depois de quase 20 anos neste mercado, posso afirmar com tranquilidade: a tecnologia não veio para substituir o fator humano, ela veio para potencializá-lo.

02/07/26

Imagem: Qual é o potencial do licenciamento e da cultura pop no marketing de alimentos?

Ao longo de mais de uma década de atuação, aprendi que marcas que conseguem estabelecer conexões emocionais consistentes com seus consumidores têm maior capacidade de se manter competitivas em um cenário cada vez mais dinâmico. Nesse contexto, o licenciamento de produtos no universo da cultura pop deixou de ser apenas uma ação tática e passou a ocupar um papel estratégico, especialmente quando falamos de engajamento com públicos mais jovens e digitalmente ativos.

01/07/26

Imagem: PDV afetivo: por que a conexão emocional se tornou estratégica para o varejo?

O conceito de PDV afetivo vem ganhando espaço no varejo à medida que consumidores se tornam mais digitais, mais seletivos e menos fiéis às marcas. Trata-se da capacidade de transformar o ponto de venda em um ambiente que gera identificação, pertencimento e experiências positivas, influenciando a decisão de compra para além do preço ou da conveniência.

30/06/26

Imagem: A incorporação do modelo conversacional no e-commerce e seus impactos na conversão

A incorporação de inteligência artificial e canais conversacionais ao e-commerce vem sendo frequentemente tratada como uma evolução da experiência digital, associada à melhoria de atendimento e à ampliação de pontos de contato com o consumidor. Essa leitura, embora correta em nível operacional, ainda não captura a dimensão mais relevante da transformação em curso.

29/06/26

Imagem: A loja me ensinou o que nenhuma apresentação ensinava

Tem uma coisa que a gente só aprende quando pisa na loja: o ponto de venda não tem paciência para vaidade. A peça pode ter ficado linda na apresentação. O conceito pode ter sido aprovado com entusiasmo. A campanha pode ter passado por várias rodadas de reunião, ajustes e alinhamentos internos. Mas, quando chega à loja, tudo fica muito simples: ou funciona, ou não funciona. Se não couber no espaço, não funciona. Se atrapalhar a operação, não funciona. Se o shopper não entender rápido, não funciona. Se chegar tarde demais, não funciona.

26/06/26

Imagem: Construir relação de confiança com franqueados leva redes ao crescimento

Por muito tempo, o crescimento no franchising foi associado quase exclusivamente à expansão territorial: mais unidades, mais cidades, mais capilaridade. Mas os dados recentes do setor deixam claro que essa lógica evoluiu. Hoje, o verdadeiro motor de crescimento sustentável das redes está na qualidade da relação entre franqueador e franqueado.O franchising brasileiro atingiu um marco histórico ao superar R$300 bilhões em faturamento em 2025, com crescimento de 10,5% e mais de 200 mil operações em atividade, de acordo com dados da Associação Brasileira de Franchising (ABF).

26/06/26