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Imagem: Hipers Tentam se Reinventar

Se o Cash & Carry é a grande estrela do momento, o hipermercado é um dos formatos que mais sofre. Em 2015, de acordo com dados da Abras, as lojas de 20 a 49 checkouts sofreram retração de 1% e as com 50 ou mais checkouts uma queda de 0,6%. Diante do cenário, o hiper é sem dúvida o formato que mais tem sofrido mutações. Desde 2015, houve um crescente esforço de renovação, conversões para formatos de cash & carry, criações de novos conceitos e fechamento de lojas.

29/07/16

Imagem: Fatores que Derrubam o Atacado

O Portal Giro News reuniu alguns fatores que vem influenciando o setor atacadista. Essas informações mostram que os causadores da queda vão além da crise econômica que vive o país. Confira a análise com esses principais fatores.

29/07/16

Imagem: Conheça o Shopper do Cash & Carry

Entender o perfil do atacado de autosserviço é fundamental para definir as melhores estratégias. Muita desinformação tem sido disseminada no mercado, porém, confira dados da pesquisa exclusiva Cash & Carry - Shopper & Behavior, realizada pelo Portal Giro News, com uma metodologia inédita para dar as respostas que o mercado precisa. Clique em Leia Mais e veja detalhes.

29/07/16

Imagem: As Retrações do Atacado Distribuidor

Dois dados do ranking divulgado pela ABAD este ano mostram um momento ainda mais complicado para o setor, que sofre não só com a crise econômica, mas com alguns fatores de mercado. Em 2015, o setor faturou R$ 218,4 bilhões, com alta nominal de 3,1% e queda real de 6,8%. Além disso, o dado mais preocupante, numa análise dos últimos anos, é a participação no setor Mercearil brasileiro. O setor atacadista fechou o ano com share de 50,6%. O resultado é o pior desde 2004, quando a participação era de 49,8%.

29/07/16

Imagem: Pequenos Formatos, Grandes Negócios

As lojas de vizinhança cresceram 48% ao longo de 2015, de acordo com pesquisa apresentada pela Associação Paulista de Supermercados - APAS. O formato compacto de lojas está cada vez mais maduro dentro das grandes redes e engana-se quem acredita que é um modelo que canibaliza o próprio supermercado. O passo mais maduro que as empresas deram nessa direção foi no entendimento de que seus principais concorrentes deveriam ser, principalmente, as padarias.

29/07/16

Imagem: O Fortalecimento das Vendas Online

O comércio eletrônico se fortaleceu rapidamente e hoje é uma realidade. Em 2015, o crescimento foi 15,3% no faturamento, alcançando uma base de 39,1 milhões consumidores ativos. A projeção é que setor tenha uma expansão de 43% nos próximos quatro anos, saltando de R$ 41,3 bilhões em 2015 para R$ 59, 8 bilhões em 2019. Os números são da 33ª edição do Webshoppers, realizado pela E-bit/Buscapé. E se o e-commerce já é forte hoje em não alimentos, seu próximo passo é conquistar o canal alimentar, um dos que apresenta a maior margem de crescimento, já que 71% dos consumidores digitais ainda preferem a loja fisica para comprar alimentos e bebidas.

29/07/16