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Imagem: O Brasil é feito por particularidade de alguns CEPs

Poucos temas entraram tão rápido na pauta do varejo de moda quanto o efeito das medicações análogas de GLP-1 (popularmente conhecidas como canetas emagrecedoras) sobre os hábitos de consumo e, mais recentemente, sobre a demanda de tamanhos de roupas. A conversa costuma começar pelo fenômeno e terminar numa conclusão apressada: a grade mudou, é preciso comprar mais PP e P.

02/09/26

Imagem: Live Shopping e Social Commerce sem atrito: preparando o conteúdo que vende na alta temporada

Comprar e vender pela internet deixou de ser diferencial e se tornou o esperado por qualquer consumidor. Esse comportamento se intensificou principalmente depois da pandemia, quando adquirir de roupas a móveis sem sair de casa passou a fazer parte da rotina. O que era exceção se transformou em hábito para todo o país, e o hábito, por sua vez, elevou o nível de exigência de quem compra.

18/08/26

Imagem: O risco invisível da IA no marketing: a uniformização das marcas

A inteligência artificial deixou de ser promessa e se tornou rotina no marketing e na produção criativa. Ela acelera processos, reduz custos e permite produzir campanhas, textos e peças visuais em uma velocidade que, há poucos anos, seria impensável. O que exigia horas, às vezes dias, de trabalho agora pode ser resolvido em minutos.

07/08/26

Imagem: Como o varejo cria IA que executa e não apenas responde

Por vários anos, "ter IA" no varejo significou basicamente ter um chatbot. Uma caixa de conversa que respondia perguntas frequentes, orientava o cliente e, no melhor dos casos, encaminhava a solicitação para um humano quando não sabia o que fazer. Esse recurso era útil, mas fundamentalmente limitado. A IA falava, mas não fazia.

27/07/26

Imagem: O pós-compra é a entrega que define a marca

Existe um momento, na jornada do consumidor, em que o marketing acredita que o trabalho terminou. É o momento do "compra confirmada". A campanha rodou, o anúncio converteu, o checkout fechou e a partir dali o pedido vira um problema da operação. Esse pensamento, ainda muito comum no varejo brasileiro, pode ser um dos maiores erros estratégicos da indústria.

24/06/26

Imagem: O checkout como decisão de negócio, não apenas de tecnologia

Poucas decisões tecnológicas impactam tantas áreas de um varejo quanto a escolha do checkout. Embora seja frequentemente tratado como uma questão puramente operacional ou de TI, o sistema responsável por concluir uma compra influencia indicadores que estão no radar de toda a empresa: conversão, receita, eficiência operacional, custo de manutenção e capacidade de crescimento.

12/06/26

Imagem: Quando o produto deixa de existir: o risco da IA no social commerce

O social commerce evoluiu tendo a confiança visual como um de seus principais pilares. Durante anos, criadores de conteúdo ganharam relevância pelo alcance de suas audiências, mas principalmente pela capacidade de reduzir a distância entre consumidor e produto. Reviews em vídeo, testes ao vivo, demonstrações práticas e conteúdos com aparência menos produzida ajudaram a transformar a experiência visual em um dos elementos centrais da decisão de compra.

01/06/26

Imagem: Retail media e a nova aposta do varejo brasileiro

O varejo teve como receita por muito tempo: comprar bem, vender com margem e girar estoque. Nesse modelo, a receita vem do produto e o lucro da eficiência operacional. Essa lógica segue viva, mas ganhou uma camada extra: a monetização da própria audiência.
Retail media é a prática de vender espaço publicitário nos próprios canais do varejista (site, app, loja física, CRM) para marcas e fornecedores. Não é exatamente uma novidade global. Nos Estados Unidos, a Amazon transformou seu marketplace em uma das maiores plataformas de anúncios do mundo. O Walmart criou o Walmart Connect. A Instacart, a Kroger e a Target seguiram o mesmo caminho.

27/04/26

Imagem: O consumidor do futuro já se faz presente no varejo de hoje

O que vejo nas projeções mais recentes sobre consumo, é que o futuro não será construído a partir de oposições, mas de integrações. A WGSN resume bem essa mudança ao apontar 2027 como o ano do “e/e”, e não mais do “ou/ou”: online e offline, tecnologia e humanidade, conveniência e emoção passam a coexistir de forma integrada. No varejo, essa transformação não é uma previsão distante. Ela já está em curso. Durante muito tempo, marcas e empresas organizaram suas estratégias em torno de escolhas binárias. O físico ou o digital. O branding ou a performance. A automação ou o atendimento humano.

08/04/26

Imagem: A atuação do varejo no Mês do Consumidor não se resume ao preço

Março se consolidou como uma das principais janelas comerciais do varejo brasileiro. Considerado o Mês do Consumidor, movimenta campanhas e reacende a disputa pela atenção de um cliente que está mais criterioso nas decisões de compra. Naturalmente, em um cenário de orçamento apertado e alta sensibilidade a ofertas, o preço ganha protagonismo - e os dados confirmam essa dinâmica. No entanto, o sucesso desta data exige mais do que apenas descontos. O verdadeiro diferencial competitivo reside na experiência de compra consistente e transparente, independentemente do canal.

25/03/26

Imagem: Varejo digital busca eficiência para superar desafios econômicos

O varejo digital brasileiro enfrenta mais um ano de desafios, marcado por pressões econômicas e políticas, e pela necessidade de reinvenção. Além disso, 2026 exige atenção devido a movimentações de feriados, Copa do Mundo e eleições, que acabam impactando o setor. A análise é de Mariana Tahan, Diretora de Marketing da Wake, empresa de tecnologia especializada em soluções digitais para o varejo. Diante de margens cada vez mais apertadas e mudança no poder de compra, os varejistas buscam eficiência para manter a operação sustentável.

16/03/26

Imagem: Agentes autônomos devem ser a próxima evolução do varejo, aponta Wake

Tecnologias de inteligência artificial e estratégias de retail media já fazem parte de uma nova realidade do e-commerce, mas há outras evoluções à vista. “A IA deve estar cada vez mais presente nas operações, assim como nas inovações e na construção do produto. E o retail media se tornou uma outra forma do varejo conseguir rentabilizar a audiência que ele tem”, analisa Tiago Girelli, diretor de commerce da Wake, empresa de tecnologia que oferece soluções digitais para o varejo, indústria e outros segmentos. Para o executivo, a próxima evolução do varejo deve vir do uso de agentes autônomos (sistemas de IA que agem e tomam decisões de forma independente).

22/09/25

Imagem: Do digital à loja física: como o varejo de beleza está se reinventando

O mercado de beleza segue em constante crescimento e transformação, impulsionado por mudanças no comportamento do consumidor, digitalização e novas demandas por personalização e sustentabilidade. De acordo com a Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos (ABIHPEC), o Brasil ocupa a segunda posição entre os países que mais lançam produtos nessa área e está em quarto lugar no consumo global de produtos de beleza.

04/04/25