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Imagem: Inflação dos alimentos e tarifaço dos EUA marcaram cenário econômico em 2025

O ano de 2025 foi dominado por uma preocupação com a inflação dos alimentos. Em meio a um cenário global turbulento, o Brasil enfrentou aumentos constantes nos preços nas gôndolas, resultado da combinação entre demanda interna aquecida e embates externos provocados pela política comercial dos Estados Unidos. O tarifaço imposto pelo presidente Donald Trump sobre produtos brasileiros pressionou o setor. Produtos agrícolas e industriais brasileiros - como pescados, café solúvel, mel, máquinas e calçados - passaram a enfrentar barreiras adicionais, encarecendo as exportações.

19/12/25

Imagem: Cesta de alimentos registra retração em novembro

O Abrasmercado, indicador que acompanha a variação de preços de 35 produtos de largo consumo, registrou retração de 0,05% em novembro, resultado que aponta para um processo de acomodação dos preços, em um ambiente de pressão pontual da demanda, típico dos últimos meses do ano. No acumulado de janeiro a novembro, a variação é de 0,55%. Com esse resultado, o valor médio da cesta passou de R$ 799,08 em outubro para R$ 798,66 em novembro.

19/12/25

Imagem: Feijão atinge maior valor de mercado em nove meses

O feijão preto e o feijão carioca de média qualidade atingiram, em janeiro, os maiores valores de mercado desde abril de 2025, segundo levantamento do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada). Já a versão de qualidade superior do feijão carioca chegou aos números mais elevados dos últimos três meses. De acordo com o Cepea, a redução de oferta na primeira safra e uma possível queda na área cultivada no segundo ciclo, que ainda está em fase de plantio, são os principais fatores para as altas. A recuperação nos preços pode ser um fator de atratividade para o cultivo na segunda safra.

27/01/26

Imagem: Carnes e frios lideram alta de preços no varejo em 2025

Ao longo do ano, o comportamento de preços no varejo alimentar sofreu diversas oscilações. Um levantamento feito pela Precifica, plataforma de inteligência de preços e monitoramento de mercado, revela que as categorias com maior alta acumulada no período foram carnes e frios, doces e snacks, e padaria e congelados. Os dados, obtidos com exclusividade pelo Jornal Giro News, apontam que as carnes e os frios tiveram alta acumulada de 17,6% entre outubro de 2024 e o mesmo mês deste ano, fechando a última semana do mês com o preço médio de R$ 24,76. Já os doces e snacks registraram aumento de 12,8%, chegando a R$ 11,05.

19/12/25

Imagem: Inflação em bares e restaurantes cresce 0,46% em outubro e fica acima da inflação geral do país

Em outubro, os preços em bares e restaurantes subiu 0,46%, avanço que ficou acima da inflação geral do país, de 0,09%, segundo dados da Associação Nacional de Restaurantes (ANR) com base no Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo do IBGE, o IPCA. O movimento marca o 47º mês consecutivo de crescimento nos preços, consolidando um ciclo prolongado de encarecimento para consumidores e operadores do setor. A alta atingiu 14 das 16 unidades da federação pesquisadas.

04/12/25

Imagem: Volatilidade de preços e shopper sensível: os desafios do pricing no varejo em 2025

O ano de 2025 foi marcado por fortes oscilações nos preços do varejo alimentar, impulsionadas por inflação elevada, juros altos e câmbio volátil. Em entrevista exclusiva ao Jornal Giro News, Gustavo Presa, Especialista em Varejo da InfoPrice, empresa de pesquisa e inteligência de preços, destacou os principais movimentos do setor e os aprendizados que devem orientar o varejo em 2026. “O setor enfrentou desafios com a alta da inflação dos alimentos e a Selic em patamares elevados, o que trouxe grande volatilidade aos preços nas prateleiras. A precificação passou a ser revista com maior frequência, em ciclos mais curtos de atualização.”

04/12/25

Imagem: Cestas de alimentos registram queda nacional nos preços

O Abrasmercado, indicador que mede a variação de preços de 35 produtos de largo consumo, registrou retração de 0,64% em setembro, marcando a quarta queda consecutiva — após reduções de 0,43% em junho, 0,78% em julho e 1,06% em agosto. Desta maneira, o valo médio da cesta saiu de R$ 804,85 em agosto para R$ 799,70 em setembro. Com isso, ficou próximo ao nível registrado em dezembro de 2024, quando a cesta encerrou o mês em R$ 794,56. No acumulado de 12 meses, o indicador apresenta variação de 8,15%.

23/10/25

Imagem: Rio de Janeiro lidera ranking de maior custo da cesta básica

Entre as capitais pesquisadas pela Neogrid, o Rio de Janeiro segue liderando o ranking com o maior custo da cesta básica. Contudo, os preços vêm cedendo há três meses, com uma retração de 1,35% em agosto. No acumulado dos últimos seis meses, a cidade apresentou queda de 2,99%, o que reflete uma desaceleração no ritmo de aumento de preços, apontando para um alívio gradual nos custos de vida na capital fluminense. Em São Paulo, a cesta básica seguiu a mesma direção, com uma redução de 2,07% em agosto – o quarto mês consecutivo de retração. No acumulado semestral, a diminuição foi de 4,93%.

01/10/25

Imagem: Preço do café deve apresentar aumento de 15% nos próximos meses, diz indústria

Os consumidores brasileiros poderão perceber um aumento de até 15% no preço do café nos próximos meses. É o que apontam as últimas projeções da indústria. Parte desse reajuste já foi repassado pelas fabricantes para os supermercados neste mês. Outra parte está em negociação e deve ser implementada até outubro. O setor aposta em uma colheita positiva em 2026, que ajudaria a repor os estoques, então após esse aumento já em curso, os preços devem passar por um período de estabilidade.

25/09/25

Imagem: Produtos afetados pelo tarifaço registram queda nos preços em agosto

O mês de agosto trouxe uma redução nos preços de produtos listados nas tarifas de exportação dos Estados Unidos. Segundo uma pesquisa da Neogrid, alimentos como ovos registraram uma queda de 4% em seu preço médio, enquanto as carnes vermelhas tiveram redução de até 3,4%. O estudo “Variações de Preços: Brasil & Regiões” revela que a maior retração ocorreu na categoria de legumes, com queda de 6,7%, que foram influenciados por melhores condições climáticas e consequente maior oferta.

24/09/25