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Imagem: Laranja, banana e maçã acumulam quedas de até 33% nos preços em 2026

Dados do Índice de Preços dos Supermercados (IPS), calculado pela APAS (Associação Paulista de Supermercados) em parceria com a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), mostram que maçã, laranja, banana e abacaxi ficaram mais baratos em setembro e acumulam quedas de preços em 2026 e nos últimos 12 meses. A maçã registra a maior redução no ano, de 32,76%, e queda de 26,96% em 12 meses. A laranja teve recuo de 6,25% em setembro e de 19,84% no acumulado de 2026. Já a banana apresentou queda de 4,64% no mês e de 16,74% no ano, enquanto o abacaxi ficou 0,96% mais barato em setembro e acumula redução de 0,34% em 2026. No conjunto, as frutas registraram queda de 1,15% em setembro e de 10,91% no acumulado.

28/10/26

Imagem: Preços de itens essenciais registram queda de até 25% nos supermercados em SP

Dados do Índice de Preços dos Supermercados (IPS), calculado mensalmente pela APAS - Associação Paulista de Supermercados, em parceria com a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), mostram quedas acumuladas nos preços de itens essenciais como açúcar, café em pó, arroz, azeite de oliva, ovos e óleo de soja. Entre os produtos, o açúcar apresentou a maior redução, de 25,06%, seguido pelo café em pó (-19,29%), azeite de oliva (-12,55%), arroz (-9,60%), ovos (-4,71%) e óleo de soja (-2,71%). Os dados consideram a variação acumulada entre agosto de 2025 e o mesmo mês de 2026. A redução do café ocorre em um cenário de maior disponibilidade do produto no mercado brasileiro.

02/10/26

Imagem: Preços de hortifrútis recuam até 28,7% nos supermercados em agosto

Pelo segundo mês consecutivo, os produtos in natura puxaram para baixo os preços nos supermercados, segundo o Índice de Preços dos Supermercados (IPS), calculado pela APAS - Associação Paulista de Supermercados em parceria com a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (FIPE). Em agosto, a categoria registrou queda de 6,5%, com retração em todas as subcategorias. Os tubérculos tiveram a maior redução, de 17,7%, seguidos por legumes (-10,9%) e verduras (-5,3%). Dos 25 itens que mais recuaram de preço no mês, 19 são frutas, legumes, verduras ou outros produtos de hortifrúti.

30/09/26

Imagem: Preço da cesta básica recua na maioria das capitais em agosto

Os preços da cesta básica recuaram na maior parte das capitais analisadas em agosto, segundo a Cesta de Consumo Neogrid & FGV IBRE: sete das oito capitais registraram queda em relação a julho, enquanto Belo Horizonte foi a única a apresentar alta no período. Salvador liderou as quedas mensais (-4,05%, de R$ 881,50 para R$ 845,79). São Paulo (-2,07%) e Fortaleza (-1,89%) também recuaram, enquanto Rio de Janeiro (-1,44%, de R$ 973,22 para R$ 959,22) e Manaus (-1,16%) tiveram quedas mais moderadas.

25/09/26

Imagem: Preço da cesta básica recua em 25 capitais no mês de agosto

Em agosto, a cesta básica ficou mais barata em 25 das 27 capitais brasileiras analisadas pela Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos, realizada pelo Dieese em parceria com a Conab. As únicas altas foram registradas em Maceió (+1,43%) e São Luís (+0,78%). As maiores quedas ocorreram em Rio Branco (-4,68%), Manaus (-4,55%), Boa Vista (-4,47%), Aracaju (-3,89%), Cuiabá (-3,37%) e Salvador (-3,30%). Entre os produtos que contribuíram para a redução, a batata caiu em todas as cidades do Centro-Sul, enquanto o café em pó teve queda em 23 capitais. Tomate e feijão também registraram recuo de preços.

11/09/26

Imagem: Nestlé aumenta compras de cacau no Brasil

A Nestlé ampliou as compras de cacau no Brasil, onde a produção vem crescendo, segundo o CEO da companhia, Philipp Navratil. A empresa também trabalha com agricultores em técnicas de agricultura regenerativa que demandam menos fertilizantes. A companhia busca fortalecer a cadeia de suprimentos de cacau após os recentes choques de oferta que levaram os preços da commodity a níveis recordes. “Isso significa diversificar o abastecimento”, afirmou Philipp. A Nestlé estabeleceu relações com centenas de fazendas de cacau no país para compartilhar informações técnicas voltadas ao aumento da qualidade e da produtividade.

11/09/26

Imagem: Preço dos legumes cai 17% em São Paulo em julho

O consumidor paulista encontrou preços mais favoráveis para manter uma alimentação saudável em julho. O Índice de Preços de Supermercados (IPS), realizado pela APAS (Associação Paulista de Supermercados) e FIPE (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas), apontou queda média de 17,31% na cesta de legumes. O destaque ficou com o tomate, que recuou 30,64%, seguido por cenoura (-21,42%), chuchu (-16,60%), pepino (-13,71%) e vagem (-11,08%). Já os tubérculos caíram 7,69%, impulsionados pela batata (-24,69%). O alívio decorre do aumento da oferta e da menor demanda por conta das férias escolares.

01/09/26

Imagem: Preço dos alimentos cai 0,67% e desacelera inflação em julho

Os preços dos alimentos voltaram a dar alívio à inflação brasileira em julho. O grupo Alimentação e Bebidas caiu 0,67% no mês, segundo o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A queda foi a maior contribuição para conter o índice oficial de inflação no período. Alimentação e bebidas exerceu impacto de 0,14 ponto percentual de redução sobre o IPCA, que avançou 0,07% em julho, abaixo dos 0,16% registrados em junho.

12/08/26

Imagem: Azeite fica 17% mais barato e puxa retração de preços nos supermercados

O azeite de oliva ficou 17,10% mais barato nos supermercados paulistas nos últimos 12 meses, segundo o Índice de Preços dos Supermercados (IPS), elaborado pela APAS em parceria com a FIPE. Além do azeite, outros produtos continuam registrando redução de preços. O café acumula queda de 11,55% no ano, impulsionado pelo avanço da colheita da safra brasileira e pela melhora da oferta global. Os óleos recuam 8,20% no acumulado de 2026, enquanto as frutas apresentam retração de 12,70% no ano.

29/07/26

Imagem: Consumo nos lares brasileiros cresce 3,93% em maio, aponta Abras

O consumo nos lares brasileiros cresceu 3,93% em maio, na comparação com o mesmo período de 2025, segundo monitoramento da Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS). Em relação a abril, o avanço foi de 2,23%, enquanto no acumulado do ano a alta chega a 2,47%. De acordo com a entidade, o desempenho foi impulsionado pelo saldo positivo do emprego formal, pela restituição do Imposto de Renda, pela antecipação do 13º salário de aposentados e pensionistas do INSS e pelos programas de transferência de renda.

09/07/26

Imagem: Cesta básica sobe em todas as capitais e São Paulo lidera o ranking

O preço da cesta básica avançou em maio nas oito capitais monitoradas pela Cesta de Consumo Neogrid e FGV IBRE, refletindo a pressão sobre alimentos essenciais. Com alta de 2,67% no mês, São Paulo ultrapassou o Rio de Janeiro e passou a registrar a cesta básica mais cara do país, com valor médio de R$ 1.000,94. Por outro lado, Belo Horizonte manteve a cesta de menor custo, em R$ 769,83, embora tenha liderado o acumulado de alta no semestre, com avanço de 8,42%. Entre as maiores variações mensais, as cidades de Brasília (+3,30%) e Fortaleza (+3,18%) ficaram à frente no levantamento.

01/07/26

Imagem: Preço dos legumes avança 15% em maio, impulsionado pelo clima

Segundo o estudo “Variações de Preços: Brasil & Regiões”, realizado pela Neogrid, a categoria de legumes avançou 15,1% em valor em relação a abril. O preço médio da categoria passou de R$ 6,89 para R$ 7,93 no período, com altas registradas em todas as regiões do Brasil. Segundo Marcelo Alves, gerente Executivo de Dados da Neogrid, o movimento está diretamente relacionado às condições de oferta e ao clima. “As categorias mais pressionadas em maio são justamente aquelas mais sensíveis à oferta e às condições climáticas. Em épocas mais frias, a produtividade e o ritmo de maturação de alguns produtos podem ser afetados, diminuindo a disponibilidade e elevando os preços ao consumidor”, afirma.

26/06/26

Imagem: Apas aponta queda nos preços do café, carnes e itens de limpeza

O preço do café manteve trajetória de queda em abril, com recuo de 4,41%, consolidando uma redução acumulada de 5,13% nos últimos 12 meses. Segundo o Índice de Preços dos Supermercados (IPS), calculado pela Apas (Associação Paulista de Supermercados), em parceria com a Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas), o movimento reflete a expectativa de uma safra brasileira recorde no ciclo 2026/27 e a recuperação da oferta global. O cenário contribui para o alívio na inflação do carrinho de compras em produtos de consumo recorrente. O levantamento também registrou deflação em cortes de carne voltados ao consumo diário.

29/05/26

Imagem: Ovos, feijão e leite impulsionam alta dos preços no Sudeste

O levantamento "Variações de Preços: Brasil & Regiões", da Neogrid, aponta que os ovos lideraram as altas na região Sudeste em março, com avanço de 14,6%. Na sequência, os itens que mais encareceram foram o feijão (14,2%), o leite UHT (12,9%), os legumes (9,5%) e o papel higiênico (3,4%). No cenário nacional, o leite e o feijão registraram crescimento de 11,1% no período, enquanto os legumes acumulam alta de 22,9% entre dezembro de 2025 e março de 2026.

08/05/26

Imagem: Preço do chocolate sobe quase 25% às vésperas da Páscoa 2026

O chocolate em barra e o bombom acumularam alta de 24,87% nos últimos 12 meses encerrados em março, segundo dados do IPCA-15. O índice é significativamente superior à inflação geral, que ficou em 3,9% no mesmo período. As variações regionais chegam a 27,8% em Porto Alegre e 18,4% em Belo Horizonte. Analistas apontam que a manutenção da demanda, sustentada pela recuperação da renda e do emprego no Brasil, abriu espaço para que o varejo e a indústria repassassem os custos acumulados ao longo do último ano.

27/03/26

Imagem: Ovos, frango e carne suína podem ficar mais caros com a guerra no Irã

O aumento nos custos provocado pela guerra no Irã já pressiona a cadeia de produção de ovos, frango e carne suína no Brasil e pode levar a reajustes ao consumidor nos próximos dias, segundo a ABPA (Associação Brasileira de Proteína Animal). A entidade afirma que a alta do diesel elevou em até 20% os fretes rodoviários do setor, incluindo desde o transporte de insumos até a distribuição do produto no mercado interno.

25/03/26