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Imagem: Preço da cesta básica recua em 25 capitais no mês de agosto

Em agosto, a cesta básica ficou mais barata em 25 das 27 capitais brasileiras analisadas pela Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos, realizada pelo Dieese em parceria com a Conab. As únicas altas foram registradas em Maceió (+1,43%) e São Luís (+0,78%). As maiores quedas ocorreram em Rio Branco (-4,68%), Manaus (-4,55%), Boa Vista (-4,47%), Aracaju (-3,89%), Cuiabá (-3,37%) e Salvador (-3,30%). Entre os produtos que contribuíram para a redução, a batata caiu em todas as cidades do Centro-Sul, enquanto o café em pó teve queda em 23 capitais. Tomate e feijão também registraram recuo de preços.

11/09/26

Imagem: Nestlé aumenta compras de cacau no Brasil

A Nestlé ampliou as compras de cacau no Brasil, onde a produção vem crescendo, segundo o CEO da companhia, Philipp Navratil. A empresa também trabalha com agricultores em técnicas de agricultura regenerativa que demandam menos fertilizantes. A companhia busca fortalecer a cadeia de suprimentos de cacau após os recentes choques de oferta que levaram os preços da commodity a níveis recordes. “Isso significa diversificar o abastecimento”, afirmou Philipp. A Nestlé estabeleceu relações com centenas de fazendas de cacau no país para compartilhar informações técnicas voltadas ao aumento da qualidade e da produtividade.

11/09/26

Imagem: Preço dos legumes cai 17% em São Paulo em julho

O consumidor paulista encontrou preços mais favoráveis para manter uma alimentação saudável em julho. O Índice de Preços de Supermercados (IPS), realizado pela APAS (Associação Paulista de Supermercados) e FIPE (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas), apontou queda média de 17,31% na cesta de legumes. O destaque ficou com o tomate, que recuou 30,64%, seguido por cenoura (-21,42%), chuchu (-16,60%), pepino (-13,71%) e vagem (-11,08%). Já os tubérculos caíram 7,69%, impulsionados pela batata (-24,69%). O alívio decorre do aumento da oferta e da menor demanda por conta das férias escolares.

01/09/26

Imagem: Preço dos alimentos cai 0,67% e desacelera inflação em julho

Os preços dos alimentos voltaram a dar alívio à inflação brasileira em julho. O grupo Alimentação e Bebidas caiu 0,67% no mês, segundo o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A queda foi a maior contribuição para conter o índice oficial de inflação no período. Alimentação e bebidas exerceu impacto de 0,14 ponto percentual de redução sobre o IPCA, que avançou 0,07% em julho, abaixo dos 0,16% registrados em junho.

12/08/26

Imagem: Azeite fica 17% mais barato e puxa retração de preços nos supermercados

O azeite de oliva ficou 17,10% mais barato nos supermercados paulistas nos últimos 12 meses, segundo o Índice de Preços dos Supermercados (IPS), elaborado pela APAS em parceria com a FIPE. Além do azeite, outros produtos continuam registrando redução de preços. O café acumula queda de 11,55% no ano, impulsionado pelo avanço da colheita da safra brasileira e pela melhora da oferta global. Os óleos recuam 8,20% no acumulado de 2026, enquanto as frutas apresentam retração de 12,70% no ano.

29/07/26

Imagem: Consumo nos lares brasileiros cresce 3,93% em maio, aponta Abras

O consumo nos lares brasileiros cresceu 3,93% em maio, na comparação com o mesmo período de 2025, segundo monitoramento da Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS). Em relação a abril, o avanço foi de 2,23%, enquanto no acumulado do ano a alta chega a 2,47%. De acordo com a entidade, o desempenho foi impulsionado pelo saldo positivo do emprego formal, pela restituição do Imposto de Renda, pela antecipação do 13º salário de aposentados e pensionistas do INSS e pelos programas de transferência de renda.

09/07/26

Imagem: Cesta básica sobe em todas as capitais e São Paulo lidera o ranking

O preço da cesta básica avançou em maio nas oito capitais monitoradas pela Cesta de Consumo Neogrid e FGV IBRE, refletindo a pressão sobre alimentos essenciais. Com alta de 2,67% no mês, São Paulo ultrapassou o Rio de Janeiro e passou a registrar a cesta básica mais cara do país, com valor médio de R$ 1.000,94. Por outro lado, Belo Horizonte manteve a cesta de menor custo, em R$ 769,83, embora tenha liderado o acumulado de alta no semestre, com avanço de 8,42%. Entre as maiores variações mensais, as cidades de Brasília (+3,30%) e Fortaleza (+3,18%) ficaram à frente no levantamento.

01/07/26

Imagem: Preço dos legumes avança 15% em maio, impulsionado pelo clima

Segundo o estudo “Variações de Preços: Brasil & Regiões”, realizado pela Neogrid, a categoria de legumes avançou 15,1% em valor em relação a abril. O preço médio da categoria passou de R$ 6,89 para R$ 7,93 no período, com altas registradas em todas as regiões do Brasil. Segundo Marcelo Alves, gerente Executivo de Dados da Neogrid, o movimento está diretamente relacionado às condições de oferta e ao clima. “As categorias mais pressionadas em maio são justamente aquelas mais sensíveis à oferta e às condições climáticas. Em épocas mais frias, a produtividade e o ritmo de maturação de alguns produtos podem ser afetados, diminuindo a disponibilidade e elevando os preços ao consumidor”, afirma.

26/06/26

Imagem: Apas aponta queda nos preços do café, carnes e itens de limpeza

O preço do café manteve trajetória de queda em abril, com recuo de 4,41%, consolidando uma redução acumulada de 5,13% nos últimos 12 meses. Segundo o Índice de Preços dos Supermercados (IPS), calculado pela Apas (Associação Paulista de Supermercados), em parceria com a Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas), o movimento reflete a expectativa de uma safra brasileira recorde no ciclo 2026/27 e a recuperação da oferta global. O cenário contribui para o alívio na inflação do carrinho de compras em produtos de consumo recorrente. O levantamento também registrou deflação em cortes de carne voltados ao consumo diário.

29/05/26

Imagem: Ovos, feijão e leite impulsionam alta dos preços no Sudeste

O levantamento "Variações de Preços: Brasil & Regiões", da Neogrid, aponta que os ovos lideraram as altas na região Sudeste em março, com avanço de 14,6%. Na sequência, os itens que mais encareceram foram o feijão (14,2%), o leite UHT (12,9%), os legumes (9,5%) e o papel higiênico (3,4%). No cenário nacional, o leite e o feijão registraram crescimento de 11,1% no período, enquanto os legumes acumulam alta de 22,9% entre dezembro de 2025 e março de 2026.

08/05/26

Imagem: Preço do chocolate sobe quase 25% às vésperas da Páscoa 2026

O chocolate em barra e o bombom acumularam alta de 24,87% nos últimos 12 meses encerrados em março, segundo dados do IPCA-15. O índice é significativamente superior à inflação geral, que ficou em 3,9% no mesmo período. As variações regionais chegam a 27,8% em Porto Alegre e 18,4% em Belo Horizonte. Analistas apontam que a manutenção da demanda, sustentada pela recuperação da renda e do emprego no Brasil, abriu espaço para que o varejo e a indústria repassassem os custos acumulados ao longo do último ano.

27/03/26

Imagem: Ovos, frango e carne suína podem ficar mais caros com a guerra no Irã

O aumento nos custos provocado pela guerra no Irã já pressiona a cadeia de produção de ovos, frango e carne suína no Brasil e pode levar a reajustes ao consumidor nos próximos dias, segundo a ABPA (Associação Brasileira de Proteína Animal). A entidade afirma que a alta do diesel elevou em até 20% os fretes rodoviários do setor, incluindo desde o transporte de insumos até a distribuição do produto no mercado interno.

25/03/26

Imagem: Custo das bebidas sobe no Carnaval e cachaça registra alta de 16,4%

Os preços médios das principais bebidas consumidas no Carnaval registraram alta em 2026 na comparação com o ano anterior, segundo levantamento da Neogrid. Baseado em compras reais no varejo nacional (incluindo pequenos varejos, supermercados e atacarejos), o estudo aponta que a cachaça teve a maior elevação, com salto de 16,43% no preço médio por litro.

10/03/26

Imagem: Custo de R$ 23 bi: Abia alerta para repasse de preços com fim da escala 6x1

A Associação Brasileira da Indústria de Alimentos (Abia) manifestou preocupação com o impacto financeiro do fim da jornada de trabalho 6x1. Segundo João Dornellas, presidente-executivo da entidade, a medida pode elevar os custos de produção em R$ 23 bilhões, valor que deve ser repassado ao produto final. O executivo destaca que a mudança na jornada, atualmente discutida por meio de três PECs (Propostas de Emenda à Constituição) no Congresso, pode encarecer itens da cesta básica e comprometer a segurança alimentar da população de baixa renda, que gasta cerca de um terço da renda com alimentação.

06/03/26

Imagem: Com aumento em janeiro, São Paulo e Salvador lideram alta no preço da cesta básica

No último mês, o Rio de Janeiro seguiu na liderança entre os estados brasileiros em relação ao preços da cesta básica, com uma alta de 0,21%, passando de R$ 987,32 em dezembro 2025 para R$ 989,40 em janeiro de 2026. No acumulado dos últimos seis meses, a cesta subiu de R$ 945,92 em agosto de 2025, para R$ 989,40 em janeiro de 2026, representando um avanço de 4,60%. Em São Paulo (+1,56%), a cesta passou de R$ 938,59 para R$ 953,25, com acumulado semestral de 2,47%. Em Fortaleza (+1,06%), a alta foi de 3,03% em seis meses. Já em Manaus (+0,95%), o acumulado se manteve em destaque, com avanço de 18,43%. Salvador registrou a maior alta do mês de janeiro, 2,34%, com um acumulado de +0,33%.

24/02/26

Imagem: Carnaval traz drinks mais caros, mas chopp e caipirinha pesam menos no bolso 

Neste Carnaval, os preços das bebidas mostraram movimentos distintos no varejo. No comparativo entre janeiro de 2025 e janeiro de 2026, itens típicos de drinks registraram alta relevante, enquanto o chopp aparece como principal alívio para quem prefere cerveja tradicional. Segundo dados da Neogrid, entre os destaques está o energético pronto para consumo, que subiu 9% no período, passando de R$ 22,22 para R$ 24,23.

18/02/26