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Imagem: Itens básicos que compõem o almoço apresentam queda de preço em maio

Alimentos básicos como arroz, feijão e ovos registraram queda nos preços em maio de 2025, de acordo com o levantamento “Variações de Preços: Brasil & Regiões”, realizado pela Neogrid. Em destaque, os ovos tiveram diminuição de 11,8%, passando de R$ 1,15 em abril para R$ 1,02 em maio. O arroz também apresentou retração, caindo de R$ 5,82 para R$ 5,49 no período – redução de 5,7%. Já o feijão recuou 2,7%, com o preço médio passando de R$ 6,86 para R$ 6,68. Outros itens que registraram queda foram a farinha de trigo (-3,8%) e o xampu (-3,4%).

26/06/25

Imagem: No e-commerce, preço do café puxa alta de 20,3% no faturamento da categoria de bebidas

Um estudo elaborado pela Neotrust revelou que, no primeiro trimestre de 2025, o faturamento da categoria de bebidas no e-commerce nacional cresceu 20,3%, impulsionado pela alta de 77,87% no preço do café nos últimos 12 meses. No período, a subcategoria de achocolatados, cafés e chás foi a que mais cresceu, com alta de 60,4%, alavancada pela venda especificamente do café - item que, sozinho, registrou alta de 69,1% no faturamento e alcançou 83% de representatividade, um aumento de 4% em relação ao mesmo período de 2024.

08/05/25

Imagem: 1ª queda em 18 meses: Preço do café recua 0,36% em julho

O valor do café ficou mais barato para o consumidor, após um ano e meio de aumentos consecutivos. De acordo com a prévia da inflação, medida pelo IPCA-15, o preço da bebida caiu 0,36% em julho. A última vez que o indicador registrou uma queda no valor do café foi em dezembro de 2023. Esse comportamento nos preços já havia sido antecipado pelo Índice de Preços ao Consumidor (IPC) da Fipe, que mostrou recuo de 0,18% no preço do café em pó no período entre 16 de junho e 15 de julho.

28/07/25

Imagem: Após queda no preço, arroz retoma estabilidade e deve registrar alta no PDV

Desde março, o preço pago aos produtores de arroz caiu mais de 40%, influenciado principalmente pela época de safra do grão. Para Marcelo Marinho, diretor comercial da Fumacense Alimentos, dona das marcas Kiarroz, Kifeijão e Campeiro, as commodities são dinâmicas e registram frequentes mudanças no preço. No entanto, outros dois fatores impactaram a oscilação no produto. “Houve incremento de mais de 10% na área destinada à plantação de arroz. E uma outra variável é que a exportação caiu, então não conseguimos enviar para fora o aumento de volume”, analisa o executivo, em entrevista exclusiva ao Jornal Giro News.

10/04/25

Imagem: Apoio Mineiro passa a oferecer venda no varejo com preço de atacado

Como forma de combater a inflação e os juros altos, a bandeira de atacarejo do Grupo Supernosso inova oferecendo preço de atacado na compra de uma ou mais unidades de qualquer produto em suas lojas e no e-commerce. “Queremos garantir que mais pessoas tenham acesso a produtos de qualidade a preços justos, sem precisar comprar em grandes quantidades. Nosso foco agora não é o lucro, mas a confiança e a fidelidade de quem escolhe comprar conosco”, destaca Rodolfo Nejm, vice-presidente do Grupo Supernosso.

31/03/25

Imagem: Mais caros no mercado, ovos pressionam bolsos das classes D e E

As altas temperaturas no Brasil, a disparada no valor do milho e a proximidade da Quaresma fizeram com que o preço dos ovos tivesse alta de 69% entre janeiro e fevereiro deste ano, segundo o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea). E os brasileiros que mais sofrem com esse cenário são os com menor poder aquisitivo, já que 28% das ocasiões de consumo das classes D e E são compostas por ovos. O índice é de 27,6% nas classes A e B e 25,9% na classe C. Esses são dados da divisão Worldpanel da Kantar.

25/02/25

Imagem: Preço é o fator que mais influencia na decisão de compra, diz pesquisa

Mencionado por 66% dos entrevistados, o preço é o fator que mais influencia a decisão de compra do consumidor, seja no varejo físico ou online. Em seguida, estão qualidade do produto (60,1%) e promoções e descontos (59,8%). É o que mostra uma pesquisa feita pela Neogrid, em parceria com o Opinion Box. O estudo também destaca que, em relação ao comportamento de compra do brasileiro em diferentes estratos sociais, 75% dos respondentes das classes A e B priorizam a qualidade, enquanto 57% das classes C, D e E demonstram atenção a esse aspecto.

29/02/24

Imagem: Varejo alimentar registra deflação de 0,21% em junho

Segundo dados divulgados pela Associação Paulista de Supermercados (Apas), em parceria com a Fipe, houve deflação de 0,21% no varejo de alimentos no mês de junho. As quedas mais expressivas dos preços foram em produtos semielaborados (-2,5%), frutas (-1,50%), verduras (-1,13%), legumes (-5,67%) e bebidas alcoólicas (-0,17%). A inflação acumulada no ano ficou em 1,62%, menor patamar para o primeiro semestre dos últimos seis anos. Já no acumulado em 12 meses, a inflação desacelerou de 7,25% em maio, para 5,62% em junho. De acordo com uma pesquisa mensal do Procon-SP, em convênio com Dieese, o valor da cesta básica dos consumidores paulistas teve queda de 1,92%.

18/07/23

Imagem: Valor da cesta básica recua em 5 capitais

Em maio, o valor médio da cesta básica de alimentos caiu em 5 das 8 capitais analisadas pela plataforma Cesta de Consumo HORUS & FGV IBRE, na comparação com abril deste ano. As variações foram de -2,1% e -0,6% e, nas capitais onde houve aumento, as altas foram de 0,2% a 0,5%. As cidades que registram as maiores quedas foram Fortaleza e Brasília, com -2,1% e -1,4%, respectivamente. Já as maiores altas foram observadas em Salvador e Manaus, com 0,5% e 0,3%, respectivamente. A cesta mais cara continua sendo a do Rio de Janeiro (R$ 918,25), seguida pelas de São Paulo (R$ 853,05) e Brasília (R$ 736,88).

15/06/23

Imagem: Consumo dentro do lar cresce 8,5% em volume

Na comparação entre o primeiro trimestre de 2022 e o mesmo período de 2023, houve alta de 21,2% no valor das compras, 9,9% em unidades e 8,5% em volume, segundo informações do "Consumer Insights 2023", levantamento produzido pela Kantar. O estudo mostra que o consumidor consolida a migração para marcas mais acessíveis. Isso porque os produtos econômicos foram os que sofreram menor variação de preços entre março de 2022 e o mesmo período deste ano. Enquanto o preço médio por unidade de marcas econômicas variou +9,4%, os produtos premium sofreram alteração de +17,9% e os mainstream de +16,5%.

05/06/23