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Imagem: Preços de arroz e feijão caem, mas consumo segue em retração no varejo alimentar em 2025

Em novembro, o preço médio do arroz caiu 34,5% na comparação com o mesmo período do ano passado, enquanto o feijão ficou 13,1% mais barato, segundo dados da Scanntech. Mesmo assim, o consumo seguiu em retração com as vendas em unidades recuando 1,7% para o arroz e 3,9% para o feijão, uma dinâmica recorrente ao longo de todo o ano de 2025. O consumo recuou 2,7% em unidades, contribuindo diretamente para o segundo pior desempenho de faturamento da cesta de mercearia básica ao longo de 2025. Mais do que um movimento pontual, os dados reforçam uma mudança estrutural no comportamento do consumidor.

29/12/25

Imagem: Consumos nos lares cresce em outubro e preço da cesta de 35 produtos cai

Em outubro, o consumo nos lares brasileiros registrou alta de 4,33%, na comparação com o mesmo mês do ano passado, segundo o monitoramento mensal da Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS). Em relação a setembro, o indicador avançou 3,52%. Com esses resultados, o consumo acumula alta de 2,73% de janeiro a outubro. Para o vice-presidente da ABRAS, Marcio Milan, o resultado mais robusto indica uma tendência de aceleração do consumo na reta final do ano.

27/11/25

Imagem: Consumidor troca marcas favoritas por opções mais baratas na compra de café

O comportamento do consumidor em relação ao café está mudando após o aumento nos preços do produto. Agora, o brasileiro tem priorizado o preço mais barato, ao invés de sua marca favorita. Um levantamento feito pelo Instituto Axxus para a Abic (Associação Brasileira da Indústria do Café) mostra que 39% dos consumidores agora compram apenas o café mais barato, contra 16% em 2023, quando foi realizado o levantamento anterior. Esta é a primeira vez que o critério exclusivamente focado no preço supera as demais variáveis que influenciam na compra.

12/02/26

Imagem: Cestas de alimentos registram queda nacional nos preços

O Abrasmercado, indicador que mede a variação de preços de 35 produtos de largo consumo, registrou retração de 0,64% em setembro, marcando a quarta queda consecutiva — após reduções de 0,43% em junho, 0,78% em julho e 1,06% em agosto. Desta maneira, o valo médio da cesta saiu de R$ 804,85 em agosto para R$ 799,70 em setembro. Com isso, ficou próximo ao nível registrado em dezembro de 2024, quando a cesta encerrou o mês em R$ 794,56. No acumulado de 12 meses, o indicador apresenta variação de 8,15%.

23/10/25

Imagem: Após preço do ovo recuar, shoppers ampliam compras

Após um momento de alta, o preço do ovo voltou a cair a partir do segundo trimestre de 2025. É o que aponta uma pesquisa recente da Neogrid. Enquanto em abril deste ano o preço médio do alimento foi de R$ 13,70, em agosto ficou em R$ 11,81. O levantamento aponta que o tíquete médio por compra permanece elevado, o que indica a forte presença da proteína nos lares brasileiros. Quando os ovos estão no carrinho, o consumidor costuma realizar compras significativamente maiores: o tíquete médio chega a R$ 340,20, com cerca de 44,9 itens por cesta.

10/10/25

Imagem: 22 capitais registram queda no preço da cesta básica em setembro

Em setembro, 22 capitais brasileiras registraram queda no preço da cesta básica, na comparação com agosto, de acordo com a Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos, divulgada pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) e pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). Desde julho de 2025, a pesquisa engloba todas as 27 capitais do país. As principais quedas de preço no mês ocorreram em Fortaleza (-6,31%), Palmas (-5,91%), Rio Branco (-3,16%), São Luís (-3,15%) e Teresina (-2,63%).

09/10/25

Imagem: Preço da cesta básica cai em 24 capitais no mês de agosto

De acordo com a Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos, o preço da cesta básica caiu em 24 capitais em agosto, comparando com julho. As principais retrações ocorreram em Maceió (-4,1%), Recife (- 4%), João Pessoa (- 4%), Natal (-3,7%), Vitória (- 3,1%) e São Luís (- 3,6%). Já as altas foram registradas em Macapá (0,9%), Palmas (0,6%) e Rio Branco (0,02%). O estudo foi divulgado pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) e pela Companhia Nacional de Abastecimentos (Conab).

08/09/25

Imagem: Preço do café acumula alta de 15,3% no ano e lidera inflação em restaurantes

O preço do ‘cafezinho’, um hábito diário de grande parte dos brasileiros, foi o que mais pesou no bolso de quem faz suas refeições fora de casa. O item acumula alta de 15,3% no ano, liderando a inflação no setor. Apenas em julho, o reajuste foi de 2,7%. O mês registrou aumento médio de 0,8% nos preços da alimentação fora do lar, que engloba principalmente restaurantes e bares. Foi o 44º mês consecutivo de alta e a maior variação mensal do ano, acima da inflação geral no período, que ficou em 0,2%.

28/08/25

Imagem: Supermercados registram queda de ruptura em julho, acompanhada por redução nos preços

O Índice de Ruptura da Neogrid, que calcula a falta de produtos nas prateleiras dos supermercados brasileiros, terminou o mês de julho em 12,2%, número que representa queda em relação a junho, quando foi registrado 13,6%. Entre os produtos que mais contribuíram para essa retração, estão alimentos essenciais como: arroz, feijão, ovo, café, açúcar e azeite, sendo que os ovos de ave são os únicos que apresentaram um aumento de ruptura, passando de 20,7% para 21,6%, influenciado por ajustes na produção e custos maiores de insumos.

27/08/25

Imagem: Número de brasileiros que percebem alta nos preços da comida cai em agosto

Em agosto, o número de brasileiros que perceberam uma alta nos preços da comida caiu em relação ao mês anterior. De acordo com a pesquisa Genial/Quaest, 60% dos entrevistados observaram alta no preço dos alimentos. Em julho, este índice era de 76%. No pico da série, em março deste ano, o índice era de 88%. Foram realizadas 12.150 entrevistas presenciais entre os dias 13 e 17 de agosto. No mês passado, a inflação oficial do Brasil, medida pelo IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), foi de 0,26%, após variação de 0,24% em junho, ficando abaixo das projeções do mercado.

20/08/25