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Imagem: Bares e restaurantes passam por ajustes após avanço das canetas emagrecedoras

O avanço do uso de medicamentos à base de GLP-1 para emagrecimento já começa a provocar mudanças perceptíveis no comportamento de consumo em bares e restaurantes no Brasil. Segundo a Abrasel, os primeiros impactos observados no setor envolvem ajustes naturais na dinâmica do consumo. Houve redução no consumo de bebidas alcoólicas em algumas ocasiões e sobremesas deixaram de ser individuais, tornando-se cada vez mais compartilhadas na mesa. Diante desse cenário, bares e restaurantes já vêm promovendo ajustes estratégicos em seus modelos de negócio.

23/01/26

Imagem: Polo Gastronômico: Capital paulista reúne cerca de 110 mil bares e restaurantes

Completando 472 anos, a cidade de São Paulo é reconhecida como a Capital Mundial da Gastronomia. Com mais de 50 tipos de culinárias presentes em seus bairros, a metrópole reúne aproximadamente 110 mil bares, restaurantes e similares. Em todo o estado de São Paulo, o número chega a cerca de 390 mil estabelecimentos dedicados à alimentação fora do lar. Os dados são da Abrasel São Paulo. Entre os principais polos gastronômicos da cidade estão o Centro - Sé (1.179), República (1.649), Liberdade (876), Bela Vista (1.476) e Consolação (1.008).

22/01/26

Imagem: Bar do Gegê chega à ZN de São Paulo para fortalecer a cena gastronômica da região

Com uma proposta de celebrar a boa comida, a música e as histórias que unem gerações, o Bar do Gegê chega à zona norte de São Paulo. Misturando os conceitos dos botecos paulistanos e cariocas, o novo endereço possui uma área interna e externa, pensada para gerar mais convivência em almoços informais ou para noites animadas com programações ao vivo. Este novo bar nasce da vontade de Martin Esteban Seoane de homenagear seu pai, Juan Germán Seoane, conhecido como Gegê. Com isso, a proposta do cardápio é unir simplicidade e sabor, com pratos que remetem à memória afetiva e ao prazer da boa mesa.

23/01/26

Imagem: Carnaval deve injetar R$ 14,48 bilhões em receita, impulsionado por food service e turismo

Uma pesquisa realizada pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) para o Carnaval de 2026 aponta uma movimentação financeira recorde, estimada em R$ 14,48 bilhões. Caso os dados sejam confirmados, o volume de receitas representará um crescimento real de 3,8% em comparação ao mesmo período do ano passado, já descontada a inflação. Atualmente, o faturamento do turismo no Brasil já se encontra 13% acima do patamar registrado em fevereiro de 2020, antes da pandemia de covid-19.

22/01/26

Imagem: Placas informativas são exigidas por lei em bares e restaurantes

Em todo o Brasil, os bares e restaurantes devem por lei exibir placas informativas que orientam consumidores e colaboradores sobre direitos, proibições e regras de convivência. Essas sinalizações cumprem um papel fundamental de orientação, além de prevenir riscos, reforçando a responsabilidade social do negócio. A legislação determina que esses avisos estejam visíveis nos estabelecimentos, além de garantir conformidade legal, essas sinalizações reforçam a credibilidade do negócio e evitam penalidades.

21/01/26

Imagem: Turismo internacional deve atrair 10 milhões de visitantes, impulsionando bares e restaurantes

Com o fluxo de visitantes estrangeiros em um patamar histórico, o setor de alimentação fora do lar inicia 2026 com projeções positivas para movimento, faturamento e valorização da gastronomia brasileira como experiência turística. Além dos resultados positivos de 2025, onde 9 milhões de estrangeiros visitaram o Brasil, o faturamento também registrou alta significativa. Esse desempenho reposiciona o Brasil no radar global e impacta diretamente bares e restaurantes, com maior fluxo, ticket médio elevado e demanda crescente. O turista estrangeiro busca sabores locais, pratos típicos, ingredientes brasileiros, chefs, feiras e mercados públicos e, com isso, a Embratur projeta que o Brasil alcance um novo recorde de 10 milhões de turistas internacionais em 2026.

21/01/26

Imagem: 4 Tendências impulsionam a mudança no setor de alimentação fora do lar em 2026

O setor de alimentação fora do lar entra em 2026 consolidando uma transição profunda: a tecnologia deixou de ser uma ferramenta de suporte para se tornar o coração da estratégia, enquanto a sustentabilidade migrou do marketing para a planilha de custos. Esses movimentos deixaram de ser apenas inovação e se tornaram questão de competitividade e sobrevivência. Esse cenário leva em conta um consumidor cada vez mais complexo e, diante disso, existem quatro pilares que se destacam como grandes motores de mudança para bares e restaurantes: a integração de IA na operação, consumo consciente do público, transparência de produção e redução de desperdício através da sustentabilidade.

14/01/26

Imagem: McCain aposta em versatilidade de produtos para o food service

A McCain iniciou o ano com planos de explorar mais intensamente categorias e formatos específicos, com foco estratégico nas plataformas SureCrisp e Pickers. As inovações visam entregar um portfólio mais adaptável para o mercado de food service, tanto para o delivery como consumo no salão. Em entrevista exclusiva ao Giro News Food Service, Guilherme Machado, head de Marketing da McCain do Brasil, comenta que a prioridade da empresa é desenvolver formatos que otimizem a performance híbrida dos produtos.

14/01/26

Imagem: Aumento do custo do MEI exige atenção no setor de bares e restaurantes, segundo Abrasel

O aumento da contribuição mensal do Microempreendedor Individual (MEI) em 2026, decorrente do reajuste do salário mínimo, traz novos desafios para o setor de alimentação fora do lar. A mudança eleva os custos fixos de pequenos negócios e exige atenção em um segmento de margens reduzidas e forte presença de microempreendedores. Em 2026, o salário mínimo foi reajustado para R$ 1.621, o que elevou automaticamente a contribuição mensal do MEI. Esse aumento ocorre independentemente do faturamento do microempreendedor, já que o valor da contribuição é definido exclusivamente com base no salário mínimo, ampliando o impacto sobre negócios de menor porte e receita variável.

13/01/26

Imagem: SEHAL apoia bares e restaurantes no mercado com a adesão do REPIS

Em um cenário de desafios econômicos, alta carga tributária e dificuldades na gestão de mão de obra, o Sehal (Sindicato das Empresas de Hospedagem e Alimentação do Grande ABC) tem buscado se consolidar como um aliado estratégico dos empresários da região. Entre as vantagens oferecidas pelo Sehal está a adesão ao REPIS (Regime Especial de Piso Salarial), um instrumento previsto em convenção coletiva que permite às empresas praticarem um regime diferenciado de salários.

13/01/26