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Imagem: Reforma tributária transforma operação fiscal em desafio estratégico para o e-commerce

O comércio eletrônico brasileiro segue em ritmo acelerado de expansão, impulsionando o aumento do volume de vendas e da complexidade operacional das empresas. Nesse contexto, o maior risco da Reforma Tributária para o e-commerce não está apenas em entender a nova legislação, mas na capacidade operacional das empresas de adaptar sistemas, processos e fluxos à nova realidade. Com a implementação do novo modelo fiscal, a eficiência tecnológica e a preparação operacional deixam de ser apenas diferenciais competitivos e passam a ser fatores essenciais para garantir a continuidade das operações sem impactos para o negócio.

24/07/26

Imagem: O e-commerce brasileiro cresce em velocidade recorde, mas a logística continua deixando milhões para trás

O Brasil está vivendo uma contradição que poucos querem discutir. Nunca foi tão fácil comprar. Mas, para milhões de brasileiros, continua sendo difícil receber. Enquanto o e-commerce bate recordes sucessivos de crescimento, a logística nacional segue avançando em velocidades diferentes dependendo do CEP. De um lado, vemos entregas em poucas horas, inteligência artificial otimizando rotas, centros de distribuição automatizados e promessas cada vez mais agressivas de rapidez. Do outro, existem comunidades, periferias, cidades médias e regiões remotas onde o básico ainda não foi resolvido: localizar um endereço, garantir previsibilidade na entrega e conectar pessoas ao mercado digital.

23/07/26

Imagem: A decisão de compra de alimentos começa muito antes do supermercado

Durante muito tempo, acreditamos que a decisão de compra de alimentos acontecia diante da gôndola. Era ali que embalagem, preço e promoções disputavam a atenção do consumidor. Hoje, essa lógica já não explica o comportamento de compra. A jornada começa muito antes da ida ao supermercado. Ela pode surgir em uma receita nas redes sociais, na recomendação de um influenciador, em uma pesquisa no Google ou até mesmo em uma conversa com ferramentas de inteligência artificial. Quando chega ao ponto de venda, o consumidor já foi exposto a diversos estímulos e, muitas vezes, já sabe o que pretende comprar.

22/07/26

Imagem: Ferramenta genérica trava a digitalização do atacado brasileiro

A digitalização do atacado brasileiro não emperra por falta de vontade. Ela emperra porque muita distribuidora tenta resolver um problema específico com ferramentas feitas para servir a qualquer mercado. Essa escolha parece econômica no começo, mas cobra caro depois. A plataforma entra em implantação, exige ajustes, consome meses de equipe, passa por personalizações e, quando finalmente chega perto da operação real, não consegue reproduzir regras básicas do negócio. Tabela por cliente, limite de crédito, pedido mínimo, condição negociada, mix obrigatório, integração com ERP e carteira ativa de vendedor não são detalhes.

20/07/26

Imagem: O consumidor pesquisa no feed e decide no corredor

Existe uma contradição cara no mercado de mídia hoje. Marcas investem fortunas para encontrar o consumidor certo no momento certo e depois perdem a venda para um concorrente que simplesmente estava melhor posicionado na gôndola. De acordo com um estudo da Nielsen, 70% das decisões de compra acontecem dentro da loja. No corredor, produto na mão, com segundos para decidir. E, durante décadas, esse momento ficou de fora da estratégia de mídia das marcas.

14/07/26

Imagem: O maior concorrente do supermercado pode ser uma gôndola vazia

Imagine a seguinte cena: o consumidor entra no supermercado com a lista de compras praticamente definida. Ele percorre os corredores, compara preços, escolhe marcas e chega à gôndola do produto que realmente precisa, mas o item não está lá. Nesse instante, a concorrência muda de endereço. Ela deixa de ser a loja da esquina, a promoção do aplicativo ou a rede vizinha e passa a ser o espaço vazio na própria gôndola.

13/07/26

Imagem: Atacado brasileiro paga caro por tecnologia que não entende sua venda

O atacado brasileiro movimenta uma parte decisiva da economia, mas muitas distribuidoras ainda vendem como se a escala pudesse ser sustentada por WhatsApp, planilhas e digitação manual. Segundo o Ranking ABAD/NielsenIQ 2026, o setor atacadista distribuidor alcançou R$ 616,6 bilhões em faturamento em 2025, crescimento nominal de 17,27% em relação ao ano anterior. Em um mercado desse tamanho, uma ferramenta errada resulta em perda de produtividade em escala.

08/07/26

Imagem: Perdas no varejo: R$ 42 bilhões que o Brasil não pode mais ignorar

O varejo brasileiro cresceu 6,4% em faturamento e movimentou R$ 2,55 trilhões, mas as perdas em 2025 avançaram em um ritmo muito superior: 15,3%. Pasmem, é isso mesmo! Um resultado que merece atenção imediata de empresários, executivos e conselhos de administração das redes varejistas. O resultado é alarmante. Segundo a 9ª Pesquisa Abrappe de Prevenção de Perdas no Varejo Brasileiro, elaborada pela Associação Brasileira de Prevenção de Perdas (Abrappe), as perdas atingiram R$ 42,1 bilhões em 2025. Em outras palavras, a cada R$ 61 vendidos, R$ 1 desapareceu ao longo da operação.

07/07/26

Imagem: O risco mais caro do varejo é o que não entra no radar

Se você lidera uma rede de varejo no Brasil, com operação distribuída, múltiplas lojas e pressão permanente por margem, sabe que os riscos mais visíveis estão na operação. Ruptura, logística, estoque, execução de loja e negociação com fornecedores ocupam a agenda. Cibersegurança, em geral, entra depois — quando entra. E é justamente aí que mora o problema.

06/07/26

Imagem: Sua empresa não corre mais risco por causa da política em ano de eleição: corre risco quando as regras dentro dela deixam de ser claras

Tenho lido bastante posicionamentos políticos na plataforma do LinkedIn. O que vejo são críticas, ofensas e reações passionais, mas poucos saem disso para construir algo que realmente melhore o debate. Por aí você já vê que os participantes destes embates digitais ainda habitam um mundo de selvageria e nada de inteligência, gritam muito, mas analisam pouco. Quando pensamos em marcas e política, olhamos para algumas empresas como a Patagonia ou Dove (entre tantas outras), empresas que transformaram o ativismo em DNA.

03/07/26

Imagem: Qual é o potencial do licenciamento e da cultura pop no marketing de alimentos?

Ao longo de mais de uma década de atuação, aprendi que marcas que conseguem estabelecer conexões emocionais consistentes com seus consumidores têm maior capacidade de se manter competitivas em um cenário cada vez mais dinâmico. Nesse contexto, o licenciamento de produtos no universo da cultura pop deixou de ser apenas uma ação tática e passou a ocupar um papel estratégico, especialmente quando falamos de engajamento com públicos mais jovens e digitalmente ativos.

01/07/26

Imagem: PDV afetivo: por que a conexão emocional se tornou estratégica para o varejo?

O conceito de PDV afetivo vem ganhando espaço no varejo à medida que consumidores se tornam mais digitais, mais seletivos e menos fiéis às marcas. Trata-se da capacidade de transformar o ponto de venda em um ambiente que gera identificação, pertencimento e experiências positivas, influenciando a decisão de compra para além do preço ou da conveniência.

30/06/26

Imagem: A loja me ensinou o que nenhuma apresentação ensinava

Tem uma coisa que a gente só aprende quando pisa na loja: o ponto de venda não tem paciência para vaidade. A peça pode ter ficado linda na apresentação. O conceito pode ter sido aprovado com entusiasmo. A campanha pode ter passado por várias rodadas de reunião, ajustes e alinhamentos internos. Mas, quando chega à loja, tudo fica muito simples: ou funciona, ou não funciona. Se não couber no espaço, não funciona. Se atrapalhar a operação, não funciona. Se o shopper não entender rápido, não funciona. Se chegar tarde demais, não funciona.

26/06/26

Imagem: O pós-compra é a entrega que define a marca

Existe um momento, na jornada do consumidor, em que o marketing acredita que o trabalho terminou. É o momento do "compra confirmada". A campanha rodou, o anúncio converteu, o checkout fechou e a partir dali o pedido vira um problema da operação. Esse pensamento, ainda muito comum no varejo brasileiro, pode ser um dos maiores erros estratégicos da indústria.

24/06/26

Imagem: O checkout como decisão de negócio, não apenas de tecnologia

Poucas decisões tecnológicas impactam tantas áreas de um varejo quanto a escolha do checkout. Embora seja frequentemente tratado como uma questão puramente operacional ou de TI, o sistema responsável por concluir uma compra influencia indicadores que estão no radar de toda a empresa: conversão, receita, eficiência operacional, custo de manutenção e capacidade de crescimento.

12/06/26

Imagem: Quando o produto deixa de existir: o risco da IA no social commerce

O social commerce evoluiu tendo a confiança visual como um de seus principais pilares. Durante anos, criadores de conteúdo ganharam relevância pelo alcance de suas audiências, mas principalmente pela capacidade de reduzir a distância entre consumidor e produto. Reviews em vídeo, testes ao vivo, demonstrações práticas e conteúdos com aparência menos produzida ajudaram a transformar a experiência visual em um dos elementos centrais da decisão de compra.

01/06/26