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Imagem: A conta do retorno vazio: logística após nova tabela do frete

As recentes atualizações da Tabela de Piso Mínimo de Frete pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) reacenderam um debate recorrente na cadeia de suprimentos brasileira. Historicamente atrelado a gatilhos inflacionários, como a variação do diesel superior a 5%, o reajuste de tarifas já figurava no planejamento financeiro das empresas como um evento ordinário, e não como um elemento surpresa. Contudo, o impacto atual não se trata do índice do reajuste em si.

30/09/26

Imagem: market4u investe R$ 2 milhões em operação de lavanderias

Após a consolidação dos mercados autônomos, a market4u investiu R$ 2 milhões no lançamento da Lavanderia market4u. O aporte foi direcionado ao desenvolvimento de tecnologia, integração dos serviços, estruturação operacional, formação da equipe e expansão comercial da marca. A operação já soma 50 unidades comercializadas, operando nos estados de São Paulo, Paraná, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Pernambuco. A meta é ultrapassar 200 lavanderias instaladas até o fim de 2026. A estratégia aproveita a presença do market4u em mais de 2,6 mil condomínios. Para os novos operadores, o investimento parte de R$ 59 mil, incluindo taxas e a implantação de uma torre de máquinas profissionais de lavar e secar.

29/09/26

Imagem: Do festival à gôndola: como grandes eventos mudam o consumo

Quando um grande evento chega a uma cidade, os impactos sobre o consumo vão muito além dos ingressos vendidos ou da movimentação em hotéis, bares e restaurantes. O Rock in Rio é um bom exemplo. Mesmo quem não vai à Cidade do Rock pode mudar sua rotina durante o festival: recebe amigos em casa, compra alimentos e bebidas para acompanhar os shows, opta por refeições mais práticas ou simplesmente aproveita o movimento da cidade para consumir mais.

29/09/26

Imagem: Indústria do brinquedo prevê crescimento de até 9% para o Dia das Crianças

Esse ano, o Dia das Crianças será numa segunda-feira, formando um fim de semana prolongado e favorecendo lojas físicas, shoppings e o comércio turístico. De acordo com a ABRINQ (Associação Brasileira dos Fabricantes de Brinquedos), o crescimento nominal para a data deve ficar entre 5% e 9% sobre 2025. Descontada a inflação, o avanço real provavelmente será mais limitado. O varejo também vem demonstrando preocupação com a perda de margem na Black Friday e maior interesse em preservar recursos para o Natal.

28/09/26

Imagem: Esquecer o cliente virou o custo invisível mais caro do food service

Existe um dado que resume bem a contradição do food service brasileiro. O setor movimenta R$ 455 bilhões por ano, responde por 3,6% do PIB e emprega 4,9 milhões de pessoas, segundo a Abrasel. É um dos segmentos com maior frequência de compra de toda a economia: o mesmo consumidor volta duas, três, quatro vezes por mês ao mesmo lugar. E, ainda assim, a maior parte dos estabelecimentos não sabe quem é esse consumidor.

28/09/26

Imagem: Preço da cesta básica recua na maioria das capitais em agosto

Os preços da cesta básica recuaram na maior parte das capitais analisadas em agosto, segundo a Cesta de Consumo Neogrid & FGV IBRE: sete das oito capitais registraram queda em relação a julho, enquanto Belo Horizonte foi a única a apresentar alta no período. Salvador liderou as quedas mensais (-4,05%, de R$ 881,50 para R$ 845,79). São Paulo (-2,07%) e Fortaleza (-1,89%) também recuaram, enquanto Rio de Janeiro (-1,44%, de R$ 973,22 para R$ 959,22) e Manaus (-1,16%) tiveram quedas mais moderadas.

25/09/26

Imagem: Escala e previsibilidade mudam a cadeia de food service

O crescimento da alimentação fora do lar vem alterando a cadeia de alimentos de uma forma que nem sempre aparece para o consumidor. Em 2025, as vendas da indústria de alimentos para o food service chegaram a R$ 287,9 bilhões, alta nominal de 10,1% no ano. O segmento já representa cerca de 28% do mercado interno da indústria de alimentos. Por trás dessa dimensão econômica existe uma mudança no hábito das pessoas: comer fora ou comprar uma refeição pronta ganhou espaço na vida cotidiana.

25/09/26

Imagem: Food Service: um mercado maior, mas cada ocasião vale mais

O Food Service brasileiro continua crescendo. Mas um mercado maior não é, necessariamente, um mercado mais fácil para competir. Em 2025, as vendas da indústria de alimentos destinados ao Food Service alcançaram R$ 287,9 bilhões, com crescimento nominal de 10,1%, segundo a Associação Brasileira da Indústria de Alimentos (ABIA). Já o Instituto Foodservice Brasil (IFB) estimou em R$ 223,5 bilhões os gastos dos consumidores no mesmo ano.

24/09/26

Imagem: A nova lei dos marketplaces e o futuro da venda das farmácias no Brasil

A recente decisão da Anvisa de adequar as regras para o uso de marketplaces e plataformas digitais na intermediação de produtos farmacêuticos marca uma nova fase para o setor da saúde no Brasil. Regulamentada pela Lei nº 15.357, de março de 2026, essa mudança vai além da flexibilização regulatória, é uma resposta à mudança no comportamento do consumidor, cada vez mais acostumado a resolver a vida em poucos cliques pelo celular.

24/09/26

Imagem: Setor pet projeta faturamento de R$ 81 bilhões no Brasil em 2026

O mercado brasileiro de animais de estimação projeta faturamento de R$ 81 bilhões em 2026, alta de 4,35% em relação aos R$ 77,96 bilhões registrados em 2025. Os dados são da Abempet (Associação Brasileira das Empresas do Setor de Animais de Estimação) e fazem parte do estudo “Faturamento e População Pet no Mundo - 2026”. Do total projetado, o segmento de pet food representa 52,8%, com receita estimada em R$ 42,9 bilhões. Na sequência aparecem a venda de animais, com R$ 8,9 bilhões, e o segmento Pet Vet, com R$ 8,6 bilhões.

23/09/26

Imagem: Com preços menores, consumo de café cresce 2,3% em 2026

As vendas de café no varejo brasileiro cresceram 2,3% entre janeiro e agosto de 2026, na comparação com o mesmo período do ano passado, segundo a Abic (Associação Brasileira da Indústria do Café). O avanço ocorre em um cenário de queda dos preços ao consumidor: em agosto, o café tradicional/extraforte estava, em média, 21,22% mais barato do que um ano antes. Cerca de 13,5 milhões de sacas foram comercializadas nos oito primeiros meses do ano. Desse total, aproximadamente sete milhões foram vendidas entre maio e agosto, período que inclui os meses de inverno, tradicionalmente favoráveis ao consumo da bebida. A Abic projeta que o consumo brasileiro da bebida volte a crescer, com avanço de cerca de 2,5% no ciclo de novembro de 2025 a outubro de 2026.

23/09/26

Imagem: Consumo de sorvete cresce 13% no Brasil e chega a 8,68 litros

Uma pesquisa da Abrasorvete, em parceria com a FGV, revela que o consumo per capita de sorvete no Brasil cresceu 13%, atingindo 8,68 litros ao ano. Lançado no Dia Nacional do Sorvete (23/09), o estudo com 2.500 pessoas indica que o consumidor prioriza qualidade e sabor em vez de volume, mantendo a lealdade às marcas preferidas mesmo diante da inflação. Além disso, o chamado "efeito das canetinhas" (GLP-1) reconfigurou o hábito: 54,1% dos usuários reduziram as porções, mas 11,2% consomem diariamente, exigindo opções zero açúcar e proteicas.

22/09/26

Imagem: Pix concentra mais de 98% das transações empresariais

O Pix respondeu por mais de 98% do volume de transações financeiras de empresas analisado em agosto, de acordo com levantamento da DominiPay. A ferramenta de pagamento instantâneo do Banco Central domina o meio empresarial, enquanto o resto, menos de 2% das transferências, é feito majoritariamente por moedas digitais, como stablecoins. Em agosto, as stablecoins USDT e USDC, juntas, representaram 1,85% do volume analisado, enquanto o Bitcoin, a principal moeda digital do mercado, teve participação inferior a 0,01%. O levantamento considera transações processadas pela plataforma entre janeiro e agosto de 2026.

22/09/26

Imagem: Varejo brasileiro tem alta de 7% em agosto, aponta Stone

As vendas no varejo brasileiro em agosto foram 7% maiores em comparação com o mesmo mês do ano passado e cresceram 0,5% em relação a julho, segundo dados divulgados pela empresa de meios de pagamento Stone. Cinco dos oito segmentos analisados apresentaram crescimento de vendas no mês. O maior avanço foi observado em Combustíveis e Lubrificantes (2,7%), seguido por Hipermercados, Supermercados, Produtos Alimentícios, Bebidas e Fumo (1,6%). Na comparação anual, sete dos oito segmentos registraram alta. Assim como no resultado mensal, os maiores avanços foram em Combustíveis e Lubrificantes, com 15,2%, e Hipermercados, Supermercados, Produtos Alimentícios, Bebidas e Fumo, com 8,5%.

22/09/26

Imagem: Público 40+ impulsiona volume de compras nos lares brasileiros

Os consumidores com 40 anos ou mais despontam como oportunidade para o mercado de bens de consumo massivo no Brasil. Presentes em 63% dos lares, eles aumentaram em 5,3% as unidades compradas para consumo no lar no segundo trimestre de 2026, enquanto o grupo de até 39 anos registrou queda de 4,9%, aponta um estudo da Worldpanel. Para capturar esse público, o setor deve focar em saudabilidade com sabor (produtos clean label, funcionais e sem lactose/açúcar), praticidade de rápido preparo (adaptados à air fryer e forno) e soluções familiares. Fora de casa, consumidores de 50+ vêm migrando do consumo de cerveja para refrigerantes - movimento impulsionado pela busca por bem-estar.

21/09/26

Imagem: Peggô Market estreia minimercado autônomo no Aeroporto de Jacarepaguá (RJ)

A Peggô Market, rede de minimercados autônomos da holding INNOVA X, abriu uma unidade no Aeroporto de Jacarepaguá, no Rio de Janeiro (RJ). A operação marca a entrada da empresa em terminais aeroportuários. Com funcionamento 24 horas e atendimento 100% autônomo, o ponto possui 50 m² e demandou aporte de R$ 180 mil. O mix reúne cerca de 3 mil SKUs entre bebidas, snacks, refeições prontas e itens de conveniência. A projeção é alcançar faturamento mensal de R$ 80 mil, com payback estimado entre 8 e 12 meses.

21/09/26