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Imagem: Preço do chocolate acumula inflação de quase 12% em 2024

Segundo o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), os valores dos chocolates em barra e bombons no Brasil acumularam alta de 11,99% no ano de 2024. Anteriormente, o maior aumento foi em janeiro de 2023, quando a variação acumulada em 12 meses era de 13,61%. A disparada das cotações do cacau é apontada como a principal causa para o avanço dos preços das barras e bombons de chocolates. De acordo com a Abicab, o custo do insumo aumentou em meio a problemas climáticos.

15/01/25

Imagem: Preço da alimentação em casa fecha 2024 com inflação superior a 8%

Segundo dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), os preços da alimentação no domicílio fecharam o acumulado de 2024 com inflação de 8,23%. A alta veio depois da deflação de 0,52% em 2023. Os dados integram o índice oficial da inflação do Brasil, o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), que na média geral, fechou 2024 com avanço de 4,83%.

13/01/25

Imagem: Condições climáticas fazem preço do café continuar em alta

O café acumulou alta de quase 40% em 2024, o que acabou contribuindo para que o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) fechasse o ano acima do teto da meta. A safra 2024/2025 foi comprometida pela seca que atingiu as principais regiões produtoras. As chuvas que começaram no final do ano passado não foram suficientes para compensar os impactos já causados na safra atual. A expectativa é de que a colheita de 2026 seja boa, trazendo uma perspectiva otimista com os preços para o próximo ano.

16/01/25

Imagem: Preço da carne sobe em novembro e acumula alta de 15% no ano

Os preços da carne voltaram a aumentar em novembro. A inflação da categoria está subindo desde setembro e, neste último mês, avançou 8,02%. Nos últimos 12 meses, a alta foi de 15,43% e, no ano, houve um avanço de 14,80%. Esses são dados do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que mede a inflação oficial do Brasil e mostra que, em novembro, o índice avançou 0,39%, puxado pela alta nos alimentos.

11/12/24

Imagem: Bares e restaurantes reajustam preços em agosto

Dados do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), divulgados pelo IBGE, mostram que a inflação da alimentação fora do domicílio cresceu 0,33% em agosto, enquanto o índice geral teve deflação de -0,02%. Os números indicam uma recomposição nos preços dos cardápios de bares e restaurantes após meses de contenção, de acordo com a Abrasel.

16/09/24

Imagem: Preço da alimentação em casa acumula queda de 0,62%

Os preços da alimentação em domicílio acumulam deflação de 0,62% dentro do período de 12 meses até agosto. É o que mostram os dados do IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo). Segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), essa é a primeira vez, desde maio de 2018, que o subgrupo mostra redução no acumulado de 12 meses. Na época, a deflação foi de 3,8%. Em agosto deste ano, os preços da alimentação em casa tiveram queda de 1,26%, registrando a terceira queda consecutiva, após 0,72% em julho e 1,07% em junho. Para o instituto, a deflação se deu por conta das melhores condições climáticas e pela maior oferta de alimentos no mercado.

13/09/23

Imagem: Alimentos e bebidas puxam deflação em junho

Os grupos de alimentação, bebidas e transportes foram os que mais contribuíram para a deflação de 0,08% registrada em junho, na comparação com maio, segundo dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Com isso, o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) teve a menor variação para o mês de junho desde 2017, quando houve queda de 0,23%. No mesmo período do ano passado, a variação da inflação havia sido de 0,67%. Já no acumulado de 2023, o índice de preços totaliza alta de 2,87% e, nos últimos 12 meses, de 3,16%.

12/07/23

Imagem: 83% dos brasileiros diminuíram compra de carne

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) subiu 0,84% em fevereiro, acelerando diante dos 0,53% do mês anterior. Com a inflação acumulada (12 meses) em 5,6%, os trabalhadores sentem um impacto significativo e desconfortável para o bolso. É o que aponta a pesquisa da VR, feita em parceria com o Instituto Locomotiva. O estudo afirma que 95% dos brasileiros diminuíram a compra de alguns produtos ou serviços por causa da inflação, e o maior impacto percebido foi na alimentação. A alta dos alimentos prejudicou o poder de compra e comprometeu grande parte do orçamento dos consumidores.

13/03/23