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Imagem: Bares e restaurantes elevam preços em julho, mas seguram alta no acumulado

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de julho, divulgado pelo IBGE, mostrou que os preços da alimentação fora do domicílio subiram 0,55% no mês, acima do índice geral, que variou 0,07%. No mesmo período, o grupo alimentação e bebidas, que reúne os principais insumos usados por bares e restaurantes, teve deflação de -0,67%, influenciada pela queda de -1,14% na alimentação no domicílio. O movimento ocorre no mês em que o setor projetava maior movimento de clientes.

13/08/26

Imagem: Café fica 17,2% mais barato em 12 meses, aponta IBGE

Segundo o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o café moído ficou 2,45% mais barato em julho e encerrou os últimos 12 meses com redução acumulada de 17,2%. O resultado representa a maior variação negativa do preço do produto desde a implantação do Plano Real, em julho de 1994. A queda ocorre após um período de forte encarecimento.

12/08/26

Imagem: Preço dos alimentos cai 0,67% e desacelera inflação em julho

Os preços dos alimentos voltaram a dar alívio à inflação brasileira em julho. O grupo Alimentação e Bebidas caiu 0,67% no mês, segundo o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A queda foi a maior contribuição para conter o índice oficial de inflação no período. Alimentação e bebidas exerceu impacto de 0,14 ponto percentual de redução sobre o IPCA, que avançou 0,07% em julho, abaixo dos 0,16% registrados em junho.

12/08/26

Imagem: Bares e restaurantes seguram preços em junho e ficam abaixo da inflação oficial

Os preços da alimentação fora do domicílio subiram 0,15% em junho, abaixo da inflação oficial do país, que ficou em 0,16% no mês, segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). No mesmo período, o grupo Alimentação e Bebidas recuou 0,24%, o que contribui para aliviar parte da pressão sobre os custos enfrentados pelos bares e restaurantes. Ainda assim, o setor segue adotando reajustes moderados nos cardápios, mesmo diante de despesas operacionais que permanecem elevadas.

13/07/26

Imagem: Inflação em bares e restaurantes fica abaixo da média em maio

A inflação no setor de bares e restaurantes manteve trajetória mais moderada em maio e ficou abaixo do índice geral, indicando esforço contínuo das empresas para conter reajustes. Enquanto o IPCA avançou 0,58% no mês, a alimentação fora do domicílio subiu 0,49%, abaixo da média. Já o grupo de alimentos e bebidas teve alta mais intensa de 1,33%, puxado principalmente pela alimentação no domicílio, que avançou 1,65%. O descompasso entre os preços dentro e fora de casa evidencia a pressão sobre o setor.

15/06/26

Imagem: Com alta real de 11%, setor atacadista fatura R$ 616,6 bilhões em 2025

Segundo estudo realizado pela ABAD (Associação Brasileira de Atacadistas e Distribuidores) em parceria com a NielsenIQ, o mercado atacadista distribuidor brasileiro encerrou 2025 com um faturamento de R$ 616,6 bilhões, o que representa um crescimento nominal de 17,27%. Descontada a inflação medida pelo IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), o avanço real foi de 11%.

12/05/26

Imagem: Bares e restaurantes seguram os preços mesmo com tendência de alta dos insumos

O índice de inflação da alimentação fora do lar ficou bem abaixo da alimentação no domicílio, segundo dados do IPCA de março. Enquanto o índice geral avançou 0,88%, o grupo alimentação e bebidas subiu 1,56% e a alimentação no domicílio chegou a 1,94%. Já a alimentação fora do lar teve variação de 0,61%, o que evidencia que bares e restaurantes seguem contendo os reajustes ao consumidor mesmo diante da tendência de alta dos custos.

13/04/26

Imagem: Alta dos alimentos pressiona e encarece refeições fora de casa

Comer fora de casa ficou mais caro em fevereiro, impulsionado pela alta nos preços dos alimentos, segundo dados do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Esse cenário impacta diretamente bares e restaurantes, que dependem dessas matérias-primas e têm repassado parte dos custos. O grupo de alimentação registrou avanço de 0,29% no mês, enquanto os gastos com refeições fora do domicílio subiram 0,83%, refletindo o repasse de custos ao consumidor. A pressão vem principalmente do aumento de itens básicos. Tubérculos, raízes e legumes tiveram alta de 4,88%, seguidos por pescados (2,13%), carnes (1,47%) e produtos industrializados de carne e peixe (1%).

19/03/26

Imagem: Consumo nos lares brasileiros cresce 1,73% em janeiro

Em janeiro, o consumo nos lares brasileiros cresceu 1,73%, em comparação com o mesmo mês de 2025, segundo o monitoramento da Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS). Em relação a dezembro, o indicador registrou queda de 19,34%. O recuo está relacionado à base elevada de comparação, uma vez que dezembro havia registrado alta de 15,69%. Os dados são deflacionados pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), calculado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

26/02/26

Imagem: Chocolate acumula inflação de 24,77% nos últimos 12 meses

Nos últimos 12 meses encerrados em janeiro, a inflação do chocolate em barra e do bombom acumula uma alta de 24,77%. Em termos gerais, o IPCA subiu 4,44% no mesmo período. Os preços altos na categoria refletem principalmente os impactos defasados da disparada das cotações do cacau, apontam analistas. A avaliação também indica que a recuperação do emprego e da renda dá sustentação para a demanda no Brasil, abrindo espaço para a recomposição parcial das margens da indústria e os repasses ao consumidor no varejo.

23/02/26

Imagem: IPCA fecha janeiro em 0,33%, mas alimentos e bebidas desaceleram

Calculado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de janeiro foi de 0,33%, mesma variação registrada em dezembro. Nos últimos doze meses, o índice ficou em 4,44%, acima dos 4,26% dos 12 meses anteriores. Em janeiro de 2025, a variação havia sido de 0,16%. O grupo Alimentação e bebidas desacelerou na passagem de dezembro (0,27%) para janeiro (0,23%). A alimentação no domicílio registrou variação de 0,10%, ante 0,14% no mês anterior, com influência das quedas do leite longa vida (-5,59%) e do ovo de galinha (-4,48%).

10/02/26

Imagem: Grupo Alimentação e Bebidas acelera em janeiro, aponta IPCA

A prévia do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) avançou 0,20% em janeiro, segundo dado divulgado pelo IBGE, e fechou o período de 12 meses com alta acumulada de 4,50%. Trata-se da segunda menor taxa de inflação para os meses de janeiro desde a implementação do Plano Real, acima apenas dos 0,11% registrados em janeiro de 2025. O número desacelerou em relação à variação de +0,25% registrada em dezembro, permanecendo dentro do teto da meta de inflação perseguida pelo Banco Central (BC).

27/01/26

Imagem: Vendas de materiais escolares devem cair 5,9% neste ano, aponta pesquisa

As vendas de materiais escolares devem ser comprometidas em 2026, devido ao aumento dos preços dos produtos e o endividamento das famílias. A projeção é de um recuo de 5,9%, de acordo com o Instituto Brasileiro de Executivos de Varejo & Mercado de Consumo (Ibevar), em parceria com a FIA Business School. Em 2025, as vendas fecharam com um aumento de 2,7%, após uma queda de 8,2% em 2024.

15/01/26

Imagem: Inflação brasileira fecha 2025 com menor acumulado desde 2018, aponta IBGE

Conforme divulgado pelo IBGE na última sexta-feira (09), a inflação brasileira fechou o ano de 2025 em 4,26%, menor acumulado desde 2018. O alívio no IPCA se deu, principalmente, por conta de alimentação e bebidas. Esse grupo desacelerou em 2025 (2,95%) na comparação com o ano anterior (7,69%), sendo que a alimentação no domicílio passou de 8,23% para 1,43%. Por outro lado, alguns dos principais itens que apresentaram alta na inflação acumulada do ano foram transportes por aplicativo, café moído, chocolate e energia elétrica.

12/01/26

Imagem: Varejo brasileiro apresenta queda de 1,7%, aponta Cielo

Apesar da alta do faturamento de 2,1%, o varejo brasileiro registrou retração em novembro. A queda do setor, segundo o Índice Cielo do Varejo Ampliado (ICVA), foi de 1,7% por causa da inflação. Isso significa que nem mesmo as vendas recordes na Black Friday foram suficientes para compensar os efeitos da alta de preços e a desaceleração observada em diversos segmentos. Este foi o sexto mês consecutivo de um desempenho real negativo. O destaque do mês foi o e-commerce, que cresceu 7,4% em termos nominais (sem descontar a inflação) e se consolidou mais uma vez como protagonista das grandes datas promocionais.

08/12/25

Imagem: Inflação em bares e restaurantes cresce 0,46% em outubro e fica acima da inflação geral do país

Em outubro, os preços em bares e restaurantes subiu 0,46%, avanço que ficou acima da inflação geral do país, de 0,09%, segundo dados da Associação Nacional de Restaurantes (ANR) com base no Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo do IBGE, o IPCA. O movimento marca o 47º mês consecutivo de crescimento nos preços, consolidando um ciclo prolongado de encarecimento para consumidores e operadores do setor. A alta atingiu 14 das 16 unidades da federação pesquisadas.

04/12/25