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Imagem: Crise global do cacau impacta o mercado de chocolates e bombom chega a preço médio de R$ 107,94

A crise global do cacau tem impactado fortemente os preços dos principais derivados, principalmente o chocolate. Um novo levantamento da Neogrid mostrou que entre junho de 2024 e janeiro de 2025, os preços médios das barras de chocolate e dos bombons subiram, atingindo picos de R$ 113,84 e R$ 113,93, respectivamente, no início de 2025. A partir de fevereiro, o preço dos bombons começou a se retrair, chegando a R$ 107,94 em maio, porém, as barras de chocolate voltaram a subir em abril, batendo R$ 108,73 naquele mês.

08/07/25

Imagem: Estado de São Paulo sofre com inflação e alimentos acumulam alta de 9,05% em 12 meses

O estado de São Paulo segue sofrendo com a alta inflação persistente no setor alimentício, que é o que mais pesa no bolso dos paulistas, em contraste com o resto do país, que viu um alívio no item em maio, segundo os últimos dados do IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), divulgados pelo IBGE. A inflação no setor acumulou uma alta de 9,05% em 12 meses no estado, de acordo com a FecomercioSP (Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo).

04/07/25

Imagem: Valor da cesta de alimentos e higiene pessoal atinge R$ 823 em maio

Segundo dados do AbrasMercado, a cesta apresentou uma alta nacional de 0,51% em preços no mês de maio, passando de R$ 819,20 para R$ 823,37. O estudo considera 35 produtos de largo consumo. Ainda assim, alguns itens ajudaram a conter o avanço dos preços, como arroz (-4,00%), óleo de soja (–1,28%), leite longa vida (–0,89%) e açúcar refinado (–0,20%). Na comparação dos últimos 12 meses, o arroz mostrou uma retração de –12,07% e o feijão, embora tenha subido +1,19% em maio, totaliza queda de –13,17% no período.

27/06/25

Imagem: Itens básicos que compõem o almoço apresentam queda de preço em maio

Alimentos básicos como arroz, feijão e ovos registraram queda nos preços em maio de 2025, de acordo com o levantamento “Variações de Preços: Brasil & Regiões”, realizado pela Neogrid. Em destaque, os ovos tiveram diminuição de 11,8%, passando de R$ 1,15 em abril para R$ 1,02 em maio. O arroz também apresentou retração, caindo de R$ 5,82 para R$ 5,49 no período – redução de 5,7%. Já o feijão recuou 2,7%, com o preço médio passando de R$ 6,86 para R$ 6,68. Outros itens que registraram queda foram a farinha de trigo (-3,8%) e o xampu (-3,4%).

26/06/25

Imagem: Rio de Janeiro volta a ser a capital com o maior custo da cesta básica no Brasil

A capital carioca, que liderou o ranking de janeiro de 2024 a fevereiro de 2025, voltou ao topo entre as oito cidades pesquisadas pela Neogrid, registrando o maior custo da cesta básica do país. Em maio, o preço subiu 1,36%, passando de R$ 973,43 para R$ 986,70, interrompendo uma sequência de quatro meses consecutivos de queda nos preços dos alimentos essenciais e sinalizando uma possível reversão na tendência de desaceleração inflacionária. Embora o Rio de Janeiro tenha retomado a liderança no ranking, Curitiba foi a capital que apresentou a maior aceleração em maio, com alta de 3,43%.

24/06/25

Imagem: Setor de alimentação fora do lar sofre com inflação nacional

Embora tenha acontecido uma desaceleração do aumento de preços, o setor de bares e restaurantes tem sido fortemente impactado pela inflação no Brasil. Mesmo assim, os estabelecimentos buscam recompor as margens. "O cenário ainda é de muita cautela. O setor vem tentando recompor margens, mas o repasse ao consumidor é parcial, pois há um limite para o quanto o cliente está disposto a pagar", afirma Paulo Solmucci, presidente-executivo da Abrasel (Associação Brasileira de Bares e Restaurantes).

12/06/25

Imagem: Preços dos produtos juninos acumulam alta de 1,60%

Um levantamento realizado pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV IBRE), considerando 27 produtos alimentícios do Índice de Preços ao Consumidor - Mercado (IPC-M), indicou que a inflação dos produtos juninos acumulada em 12 meses foi de 1,60%, inferior aos 4,56% observados pelo IPC-M geral. Os produtos que apresentaram maiores preços foram: ovos, com alta acumulada de 15% em 12 meses, aipim/mandioca (13,03%), leite de coco (12,96%), doces e chocolates (12,81%).

09/06/25

Imagem: Inflação impulsiona marcas próprias nos supermercados

Em um cenário de inflação pressionando a renda e preço dos alimentos subindo acima da média, um novo levantamento da Neogrid revela que 70% dos brasileiros notaram um aumento na oferta de marcas próprias no varejo. Para a empresa, o crescimento está relacionado à busca por valores mais acessíveis e aos investimentos dos supermercados neste segmento.

03/06/25

Imagem: Entrevista exclusiva: Alta no preço do café impulsiona mercado premium

O movimento inflacionário da categoria vem impactando diretamente o consumo do brasileiro e mudando hábitos. O mercado como um todo caiu 5% em volume após a guinada nos preços – queda puxada principalmente pelas regiões Norte e Nordeste. “Quem está sofrendo neste momento são as marcas tradicionais, que são a referência do mercado. O shopper sempre entrou em uma loja para pegar sua marca preferida de café e ir embora. Porém, agora ele começa a olhar mais para preço. E, a partir disso, uma parte migra para as marcas mais baratas e outra parte, para nossa surpresa, se abriu para experimentar itens premium”, explica Tina Cação, diretora de vendas da JDE, que lidera o mercado premium com a marca L’OR.

30/05/25

Imagem: São Paulo registra a cesta básica mais cara do país

O preço médio da cesta de consumo básica de alimentos de abril aumentou em relação ao mês anterior em seis das oito capitais analisadas pela plataforma Cesta de Consumo Neogrid & FGV IBRE. O maior preço foi registrado em São Paulo (R$ 991,80), enquanto o menor valor foi o de Belo Horizonte (R$ 689,37).

20/05/25

Imagem: Alimentos e bebidas impulsionam alta de preços em março

O IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) subiu 0,56% em março deste ano em comparação ao mês anterior, quando o índice saltou para 1,31%. Esta é a maior leitura para março desde 2023, quando o índice subiu 0,71%. No acumulado dos últimos 12 meses, houve um acréscimo de 5,48%, segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). A alta de preços foi puxada pelo grupo de alimentação e bebidas, que acelerou de 0,70% em fevereiro para 1,17% em março.

11/04/25

Imagem: Ovos, tomate e café puxam inflação da alimentação no IPCA

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), prévia do mês divulgada nesta quinta-feira (27) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), registrou alta de 1,09% no grupo Alimentação e Bebidas. A alimentação no domicílio acelerou de 0,63% em fevereiro para 1,25% em março. Contribuíram para esse resultado as altas do ovo de galinha (19,44%), tomate (12,57%), café moído (8,53%) e das frutas (1,96%).

27/03/25

Imagem: Preço do ovo sobe 23,3% e café tem alta de 8,5% em fevereiro

O preço do ovo em supermercados e atacarejos regionais apresentou um aumento de 23,3% em comparação ao mês anterior, impulsionado por três efeitos: calor intenso, preço do milho e sazonalidade da Quaresma. Os dados são do Radar da Scanntech. Por sua vez, o café, que já vinha apresentando aumentos significativos, teve um repasse de 8,5% em comparação a janeiro, acumulando uma alta de 66,6% nos últimos 12 meses.

14/03/25

Imagem: Governo zera alíquota de importação de 9 alimentos

Como uma forma de controlar a alta dos alimentos, o Governo anunciou um pacote de medidas para reduzir o impacto da inflação. Serão nove alimentos que terão a alíquota de importação zerada: carne, café, açúcar, milho, óleo de girassol, azeite de oliva, sardinha, biscoitos e massas alimentícias. No entanto, o fim das alíquotas de importação sobre esses produtos precisa ser aprovado pela Câmara de Comércio Exterior (Camex).

07/03/25

Imagem: Cinco capitais registram queda de preços na cesta básica

Em janeiro, o preço médio da cesta básica de alimentos diminuiu em cinco das oito capitais analisadas pela plataforma Cesta de Consumo Neogrid & FGV Ibre. Na comparação mensal, as retrações foram registradas em Salvador (-2,7%), Brasília (-1,5%), Rio de Janeiro (-1,2%), Fortaleza (-0,4%) e Manaus (-0,3%). Curitiba e São Paulo foram as cidades que apresentaram os maiores aumentos nos valores da cesta, de 4,5% e 2,9%, respectivamente.

24/02/25

Imagem: Para superar inflação, GPA traça estratégia com foco no cliente premium

Como uma forma de superar o momento de inflação e crise econômica, o GPA vai focar mais no cliente premium em São Paulo. “É uma oportunidade gigante. Essa concentração e foco atende mais de 70% do nosso faturamento, com público ainda resiliente ao momento econômico”, comenta Marcelo Pimentel, presidente do GPA. No quarto trimestre de 2024, o grupo ampliou seu prejuízo líquido em 264%, se comparado com o mesmo período de 2023. O valor saiu de R$ 303 milhões para R$ 1,1 bilhão.

19/02/25