Pular para o conteúdo
Imagem: O pequeno varejo é grande no trade marketing e precisa ser priorizado

Por mais que os holofotes frequentemente estejam voltados às grandes redes e aos canais de autosserviço, o pequeno varejo tem se mostrado como peça-chave nas estratégias bem-sucedidas de trade marketing em todo o Brasil. Presente em mercados de bairro, bares, restaurantes, mercearias e pizzarias, esse canal representa uma combinação única de capilaridade, proximidade com o consumidor e agilidade na decisão de compra.

31/10/25

Imagem: A "guerra" dos marketplaces e a jogada inédita da Amazon

O mercado de e-commerce brasileiro acaba de assistir a um movimento inédito que pode redefinir a disputa entre os grandes players do setor. A Amazon anunciou que vai zerar, até dezembro, as taxas de armazenagem e envio cobradas dos lojistas que utilizam o Fulfillment by Amazon (FBA) — programa em que a empresa assume todo o processo de armazenamento, embalagem, entrega, atendimento ao cliente e logística reversa. É a primeira vez que a companhia adota essa política, e, segundo o que se sabe, trata-se de uma iniciativa inédita até mesmo no cenário global.

30/10/25

Imagem: O futuro das certificações no varejo e na indústria

Vi de dentro o sistema de certificações crescer, amadurecer, e agora chegar ao ponto em que precisa ser repensado. O setor global de Testing, Inspection & Certification (TIC) movimenta mais de US$ 6,4 bilhões por ano apenas em alimentos e agricultura, e deve ultrapassar US$ 41 bilhões até 2030. Na Europa, padrões como BRCGS e IFS somam cerca de 40 mil certificações ativas. Nos Estados Unidos, programas como SQF, PrimusGFS e IFS reúnem mais de 20 mil operações certificadas. No Brasil, no entanto, somando BRC, IFS e FSSC 22000, esse número não passa de mil certificações.

29/10/25

Imagem: O futuro do atendimento ao cliente no Brasil: equilíbrio entre automação, tecnologia e empatia humana

O comportamento do consumidor brasileiro mudou radicalmente nos últimos anos. Mais exigente, conectado e informado, ele espera encontrar respostas rápidas, personalizadas e, acima de tudo, experiências que gerem confiança. Nesse cenário, a transformação digital trouxe avanços significativos para os canais de atendimento, principalmente das centrais telefônicas ao amplo universo dos chats, apps e redes sociais. No entanto, uma questão segue sendo central: qual é o ponto de equilíbrio entre automação, tecnologia e empatia humana? Para responder essa pergunta, precisamos olhar para a automação e como ela se consolidou nesse movimento.

28/10/25

Imagem: Atendimento digital na Black Friday: como encantar clientes em momentos de alta demanda

A Black Friday segue ganhando força no comércio eletrônico. Segundo a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABCOMM), o setor deve faturar R$ 13,34 bilhões nesta edição, alta de quase 15% em relação ao ano anterior. O número confirma a data como uma das mais importantes do varejo. Embora o dia oficial seja 28 de novembro, muitas empresas já estendem as promoções antes e depois, consolidando o conceito de “Black November” e ampliando a disputa pela atenção do consumidor.

27/10/25

Imagem: O fim do funil e o começo de uma nova jornada

Durante décadas, o funil de vendas foi a principal metáfora para explicar o caminho do consumidor: muitos entram no topo, poucos saem na base, convertidos em clientes. Simples, linear e previsível. Mas esse modelo ruiu. No lugar de um percurso ordenado, temos hoje uma jornada complexa, fragmentada e imprevisível. O funil, como conhecemos, chegou ao fim.

24/10/25

Imagem: Novo Varejo Omni Experiência: como integrar dados para encantar o consumidor?

O consumidor brasileiro de hoje é digital, bem informado e notoriamente impaciente com experiências de compra inconsistentes. Acostumado com a conveniência e autonomia oferecidas por tecnologias como assistentes virtuais e totens de autoatendimento, o comprador espera agilidade, clareza e, acima de tudo, personalização em cada interação.

21/10/25

Imagem: Redução de perdas exige mais gestão e menos improviso

No varejo, falar de perdas é tocar no coração da rentabilidade. Em um setor conhecido por margens apertadas e alta competitividade, perder dinheiro por falhas operacionais, furtos internos ou externos e problemas na gestão de numerário significa comprometer resultados e até a sobrevivência de operações inteiras.

20/10/25

Imagem: Como ganhar eficiência no varejo sem perder a humanização no atendimento

Com a adoção crescente de soluções de inteligência artificial no varejo, cresce também o questionamento sobre até que ponto o uso da tecnologia pode substituir a presença humana na relação com o consumidor. Se, por um lado, a IA garante eficiência nas operações, por outro, o uso indiscriminado pode eliminar a conexão emocional no atendimento, comprometendo a experiência e a decisão de compra.

17/10/25

Imagem: IA no atacado distribuidor: de vendas intuitivas a decisões orientadas por dados

No setor atacadista, cada venda depende de uma série de decisões estratégicas: identificar quais clientes visitar, oferecer produtos adequados, escolher o momento certo para a abordagem, e expandir a cobertura comercial de forma inteligente. Tradicionalmente, esse processo é realizado a partir da experiência e intuição dos vendedores. Com margens de lucro e um ambiente de alta competitividade, depender somente da expertise do vendedor pode não ser tão sustentável para empresas que buscam mais competitividade e melhores resultados.

10/10/25

Imagem: A reta final de 2025 e os quatro meios de pagamento que nenhum varejista pode ignorar

O último trimestre do ano é sempre decisivo para o varejo brasileiro. Entre Dia das Crianças, Black Friday e Natal, é o momento em que o desempenho de todo o ano é definido e também quando o comportamento de consumo dita as tendências que vão guiar o mercado no ciclo seguinte. Em 2025, o foco está claro: oferecer experiências de pagamento rápidas, seguras e sem fricção será o divisor de águas entre as marcas que crescem e as que ficam para trás.

09/10/25

Imagem: Empreender no e-commerce não é fácil, mas a IA está mudando o jogo

Nos últimos anos, tenho visto de perto a crescente onda de brasileiros que decidem empreender no comércio eletrônico. É um movimento que nasce de um desejo legítimo: conquistar autonomia financeira, abrir um negócio próprio e transformar a vida por meio da internet. O digital, afinal, oferece uma vitrine democrática, onde qualquer pessoa pode começar do zero e, em teoria, atingir consumidores em qualquer lugar do país. Mas a realidade costuma ser mais dura do que o sonho.

06/10/25

Imagem: Apps e e-commerce: a nova ponte entre marcas e clientes

O comércio eletrônico evoluiu de simples vitrines digitais para ecossistemas complexos que precisam atender a consumidores cada vez mais exigentes. Um cenário em que os aplicativos móveis ocupam o papel central, transformando-se em verdadeiras pontes entre marcas e clientes. Mais do que um canal de vendas, eles são uma extensão da experiência de relacionamento, capazes de combinar conveniência, personalização e proximidade em um mesmo espaço.

03/10/25