02/12/20
Na comparação entre fevereiro e outubro de 2020, houve um aumento de 38% no gasto com entrega de comida no Brasil. O ticket médio pré-pandemia era de R$ 69,85 e passou para R$ 96,35. Também houve crescimento de 18% no número de pessoas utilizando esse serviço, com pico de solicitações no mês de maio. Os dados são do Guiabolso, plataforma de soluções financeiras. Em relação a compras no supermercado, o aumento foi de 17%, saindo de R$ 219,33 para R$ 256,58. Nas farmácias, houve um aumento de 18% na comparação fevereiro versus outubro, de R$ 72,80 para R$ 85,85. Já os gastos com aplicativo de transporte tiveram queda de 14%.
02/12/20
Até ontem (01), pela manhã, o Procon-SP registrou 1.221 atendimentos relacionados à Black Friday, sendo 813 reclamações e 408 consultas e denúncias. O principal questionamento dos consumidores é "maquiagem de preço", ou seja, quando o desconto oferecido não é real, com 174 casos. Outros problemas que se destacam são: pedido cancelado após a compra (165 atendimentos), mudança de preço ao finalizar a compra (122), produto ou serviço indisponível (121) e não entrega ou atraso (121). Segundo o Procon-SP, a empresa com mais reclamações (89) é a B2W Companhia Digital.
02/12/20
O Pix, sistema de transferências instantâneas, já é indicado como a melhor opção de pagamento para 24% dos brasileiros, ficando atrás apenas do cartão de crédito (25%), segundo um levantamento do banco BS2. O débito aparece em terceiro lugar (22%), seguido por dinheiro (16%), TED (10%) e DOC (3%). O estudo aponta, ainda, que 73% dos bancarizados pretendem usar o Pix como forma de pagamento e que 58% afirmam que a agilidade dos pagamentos está entre as principais vantagens do sistema, enquanto 57% indicam como diferencial a gratuidade nas transferências.
02/12/20
*Por Erick Melo Vivemos numa nova era, em que o digital é premissa essencial para as empresas, especialmente as do varejo, que passam por um momento de grande disrupção. Ao contrário da instabilidade que abalou praticamente todos os setores econômicos mundialmente, o comércio eletrônico cresceu de forma exponencial, em patamares jamais vistos anteriormente. Só entre os meses de abril e junho, 5,7 milhões de usuários fizeram sua primeira compra pela internet. Um estudo da McKinsey & Company apontou que 40% dos brasileiros estão fazendo e pretendem fazer mais compras online.
01/12/20
*Por Associação Comercial de São Paulo (ACSP) Diante das medidas anunciadas pelo Governo de São Paulo, que coloca todo Estado - incluindo a capital - na fase amarela do plano de flexibilização econômica, limitando o comércio em 40% de sua capacidade, funcionamento máximo do varejo em 10 horas por dia e com horário de fechamento obrigatório até as 22 horas, a Associação Comercial de São Paulo (ACSP) esclarece que vai cumprir com seu papel de orientar os comerciantes em relação a essas novas restrições impostas pelo Poder Público, de acordo com o Plano São Paulo, desenvolvido no começo da pandemia.
01/12/20
*Por Christian Rempel e Davi Aquino Desde o dia 26 de fevereiro de 2020, quando foi oficialmente detectado o primeiro caso de covid-19 no Brasil, muita coisa mudou. Passamos a seguir medidas de distanciamento social, tivemos que adotar o uso da máscara ao sair de casa, lavar mais vezes as mãos, utilizar álcool em gel, além de mudar vários de nossos hábitos, inclusive de compras. Para evitar o contágio e não colocar em risco as pessoas mais próximas, passamos a comprar mais pela internet. As compras feitas de forma on-line cresceram 82% entre fevereiro e maio deste ano em relação ao mesmo período de 2019.
01/12/20













