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Imagem destaque: Cesta básica recua em julho, mas São Paulo segue com maior valor do país
Imagem ilustrativa/Créditos: Magnific

Cesta básica recua em julho, mas São Paulo segue com maior valor do país

  O custo da cesta básica recuou na maioria das capitais pesquisadas em julho, segundo levantamento da Cesta de Consumo Neogrid & FGV IBRE. Das oito cidades analisadas, sete registraram queda, lideradas por Fortaleza (-3,67%, de R$ 960,40 para R$ 925,13), Brasília (-2,78%, de R$ 883,90 para R$ 859,36), Belo Horizonte e Curitiba (ambas com -2,44%). São Paulo teve redução de 1,58%, passando de R$ 1.010,55 para R$ 994,55, mas manteve a liderança nacional como a cesta básica mais cara. A segunda posição ficou com o Rio de Janeiro (de R$ 974,51 para R$ 973,22; -0,13%). Já Belo Horizonte consolidou-se como o mercado mais acessível, com o menor valor do estudo (de R$ 761,97 para R$ 743,38). Na contramão, Manaus foi a única exceção a registrar alta no mês (+1,16%, atingindo R$ 874,55).


Produtos que aliviaram e pressionaram a cesta

  Enquanto as frutas, legumes e ovos foram os principais responsáveis pelo alívio dos preços da cesta básica em julho, suínos, feijão, leite UHT e pão foram os principais vetores de pressão sobre os preços, com destaques pontuais acima da média. Em Manaus, o feijão registrou alta de 25%, a maior variação observada entre todos os itens e capitais do levantamento, enquanto em Curitiba o feijão avançou 9,33%. Belo Horizonte apresentou o maior aumento no preço do suíno (11%), seguido pelo pão (7,15%). Em Brasília (leite UHT 4,35%) e São Paulo (leite UHT 4,71%), a pressão concentrou-se principalmente no leite UHT, enquanto no Rio de Janeiro também se destacaram as altas do leite UHT (5,18%) e do pão (4,56%).

28/08/2026

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