Brasil se torna polo de investimentos em 2025
2025 está sendo um ano de grandes investimentos no Brasil, com empresas investindo em frentes como capacidade logística, ampliação de linha de produção, transformação digital e avanços em sustentabilidade. Giro News fez um levantamento de algumas empresas que anunciaram planos relevantes no país. Dentre eles, recentemente, a Coca-Cola anunciou aportes de mais de R$ 7 bilhões este ano no país, com foco em novas linhas de produção, centros de distribuição, modernização de infraestrutura e equipamentos, além de iniciativas sociais e ambientais. Por sua vez, a Nestlé também revelou investimentos na casa dos R$ 7 bilhões, que serão aplicados até 2028. O foco será a modernização industrial, inovação em categorias estratégicas, avanços em sustentabilidade e ampliação de capacidades produtivas.
Logística e produção
O Grupo Unilever revelou, em abril, que realizaria aportes na casa dos R$ 410 milhões no Brasil. O objetivo é implementar uma quarta linha de produção na fábrica de desodorantes em Aguaí, no interior de São Paulo, além da construção de seu primeiro hub logístico (em Itupeva, São Paulo) e de um centro de distribuição na cidade de Serra, no Espírito Santo. No início do ano, a Emulzint Zeelandia, indústria de insumos para panificação e confeitaria, anunciou investimentos de cerca de R$ 100 milhões para elevar sua capacidade produtiva em 30%. O principal foco é a área de P&D (Pesquisa e Desenvolvimento), considerando tecnologia e inovação. A Fini também não ficou de fora dos investimentos em inovação e ampliação da capacidade produtiva, anunciando aportes de mais de R$ 100 milhões em sua fábrica.
Varejo Digital
No segmento de e-commerce, o Mercado Livre anunciou um dos maiores aportes no país, investindo R$ 34 bilhões em logística, tecnologia para e-commerce e serviços financeiros, programas de loyalty e entretenimento, além de ações de marketing e contratação de funcionários. Outro player do segmento que segue investindo bastante no Brasil é a Amazon. Em 2025, a multinacional chegou a 200 polos logísticos no país e direcionou o foco de sua expansão global ao mercado brasileiro.
