Mercado Livre Investe Para Crescer em Supermercados
Seção Fortalece Sellers e Mix


Lançada em abril de 2020,
a categoria de supermercado é vista pelo Mercado Livre como uma das principais
oportunidades de crescimento no Brasil. Em julho deste ano, quando foi
organizada uma campanha de aniversário, a seção teve um salto de 850% no número
de alimentos e bebidas vendidos, em relação ao mesmo período do ano passado.
"Um dos segmentos que mais se destacou no último ano foi o de bens de consumo.
Enquanto o e-commerce representava aproximadamente 11% do varejo total em 2020,
apenas 1% das vendas de alimentos e bebidas eram realizadas digitalmente - dado
que reforça o potencial de crescimento do setor", revela, com exclusividade ao Jornal
Giro News, Kael Lourenço, Head de Marketplace do Mercado Livre no Brasil.
Novos Sellers na Categoria
Segundo o executivo, a
plataforma tem mais de 12 milhões de vendedores. "Deste total, 0,3% vendem nas
seções de supermercado. Em junho, firmamos parceria com o GPA, inicialmente,
por meio da bandeira Pão de Açúcar." A página de supermercado do Mercado Livre
possui mais de 60 mil produtos, de companhias como Nestlé, P&G, J&J,
Heineken, Reckitt, Unilever Alimentos, 3 Corações e Danone. "Somamos mais de
3,5 milhões de compradores/ano, de bens de consumo em geral, e seguimos com o
objetivo de oferecer um sortimento mais amplo, especialmente nas seções de
alimentos básicos, limpeza, higiene pessoal e bebidas", ressalta Kael.
Gerenciamento de Logística
Na categoria de
supermercado, os produtos são comercializados através do modelo Fulfillment, em
que o Mercado Livre fica responsável por todo o processo logístico do vendedor,
desde o estoque até a entrega ao consumidor. "As entregas Full acontecem no mesmo
dia para mais de 50 cidades do Brasil, cujos CEPs cobrem 20% das vendas da
companhia, e em um dia para mais de 2,1 mil cidades, alcançando 75% dos envios.
Já as entregas em até dois dias atingem 4,7 mil cidades do país, cobrindo 90%
dos envios", detalha. Para Kael, essa frente de atuação visa atender uma
tendência fortalecida pela pandemia, quando o segmento de bens de consumo
passou a ser prioridade para a população.
