Anvisa autoriza Magalu a intermediar venda de medicamentos
A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) revogou uma medida que proibia a comercialização, distribuição e propaganda de medicamentos pela varejista. O órgão considerou a entrada em vigor da Lei nº 15.357, de 20 de março de 2026, que alterou a Lei nº 5.991, de 17 de dezembro de 1973, passando a admitir a contratação de canais digitais e plataformas de e-commerce por farmácias e drogarias regularmente licenciadas para fins de logística e entrega ao consumidor, observada a regulamentação sanitária aplicável. No entanto, o documento destaca que a aplicação ainda depende de regulamentação específica a ser editada pela Anvisa.
Outros players do e-commerce
A decisão ainda prevê que a venda ocorra por meio de farmácias ou drogarias licenciadas, com a varejista atuando na posição de plataforma de vendas, logística e entrega ao consumidor. O setor de medicamentos já conta com a presença de outros nomes, como iFood e Rappi, no segmento de delivery, enquanto a Shopee já havia recebido autorização da Anvisa. O Mercado Livre também está de olho no segmento, com um piloto de venda de medicamentos em São Paulo. As informações são do Money Times.
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