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Imagem: Anvisa libera lotes de detergentes e desinfetantes da Ypê

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) revogou a suspensão da venda e do uso de lotes de detergentes e desinfetantes da marca Ypê fabricados entre novembro e dezembro de 2025. A decisão, publicada hoje (16), foi tomada após a fabricante Química Amparo apresentar laudos com resultados microbiológicos satisfatórios para os produtos desse período. Em nota, a Ypê afirmou que a medida está “em linha com o plano apresentado pela empresa, que condiciona a liberação dos lotes à apresentação de laudos emitidos por laboratórios independentes e aprovados pela própria Agência”.

16/10/26

Imagem: Mercado Livre é notificado pela Anvisa após anunciar venda de medicamentos com receita

O Mercado Livre foi notificado ontem (28) pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), três dias depois de anunciar a venda de medicamentos que exigem receita médica. A empresa terá de explicar como a operação atende às regras sanitárias e apresentar documentos que comprovem a regularidade do serviço. A agência quer saber, por exemplo, qual é a empresa responsável pela farmácia própria do Mercado Livre, onde ela funciona, se tem autorização da Anvisa e alvará sanitário e quem é o farmacêutico responsável.

29/09/26

Imagem: Abrafarma questiona Anvisa sobre venda de medicamentos com receita no Mercado Livre

A entrada do Mercado Livre na venda de medicamentos com receita provocou uma reação das farmácias. Além de derrubar as ações da RD Saúde, Pague Menos e Panvel, o anúncio levou a Associação Brasileira de Farmácias e Drogarias (Abrafarma) a informar que questionará a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) sobre a legalidade da operação. Para a entidade, a comercialização de medicamentos por marketplaces continua vedada enquanto não for concluída a regulamentação em discussão na Anvisa. A associação afirma que a venda anunciada pelo Mercado Livre, inclusive de produtos sujeitos à prescrição médica e à retenção de receita, não estaria de acordo com a legislação vigente.

25/09/26

Imagem: Anvisa autoriza Magalu a intermediar venda de medicamentos

A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) revogou uma medida que proibia a comercialização, distribuição e propaganda de medicamentos pela varejista. O órgão considerou a entrada em vigor da Lei nº 15.357, de 20 de março de 2026, que alterou a Lei nº 5.991, de 17 de dezembro de 1973, passando a admitir a contratação de canais digitais e plataformas de e-commerce por farmácias e drogarias regularmente licenciadas para fins de logística e entrega ao consumidor, observada a regulamentação sanitária aplicável. No entanto, o documento destaca que a aplicação ainda depende de regulamentação específica a ser editada pela Anvisa.

24/09/26

Imagem: Anvisa determina recolhimento de bebidas proteicas da NotCo

A Anvisa determinou o recolhimento de todos os lotes das bebidas proteicas NotShake Protein, da NotCo Brasil. A medida também proíbe a fabricação, comercialização, distribuição, propaganda e uso dos produtos. A decisão atinge os sabores morango com tâmara, baunilha com coco, chocolate e café caramelo. Segundo a Anvisa, os produtos apresentaram uma série de irregularidades, entre elas o uso de suco concentrado de repolho sem demonstração de atendimento aos requisitos de segurança aplicáveis a suplementos alimentares.

16/09/26

Imagem: Anvisa suspende linhas de produção em fábrica da Unilever

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a suspensão da fabricação de produtos líquidos para cuidados com as roupas na unidade da Unilever em Vinhedo (SP), após uma inspeção identificar oportunidades de melhorias em processos de documentação e controle. A medida é preventiva e atinge a fabricação de novos produtos na unidade. Segundo a Anvisa, as evidências disponíveis até o momento não indicam contaminação microbiológica nem outros problemas nos lotes já produzidos.

02/09/26

Imagem: Anvisa regulamenta delivery de medicamentos

A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) decidiu iniciar o processo de regulamentação da contratação de plataformas de delivery por farmácias e drogarias para a logística e entrega de medicamentos aos consumidores. A decisão foi tomada ontem (19), uma semana após a agência revogar restrições que impediam iFood, Rappi, Mercado Livre, Americanas e Shopee de anunciar e comercializar medicamentos. Nesta primeira reunião, o colegiado se posicionou a favor de atribuir a iniciativa ao Congresso Nacional. Nesse cenário, a Anvisa seria uma executora da decisão tomada pelo Legislativo.

20/08/26

Imagem: Anvisa proíbe 12 produtos de limpeza fabricados e vendidos sem autorização

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a apreensão e proibiu a comercialização, distribuição, fabricação, propaganda e uso de 12 produtos de limpeza que eram vendidos ou fabricados sem regularização sanitária. Segundo a agência, as empresas também não tinham autorização de funcionamento para a fabricação. A resolução determina a retirada dos produtos de circulação e proíbe também sua propaganda e uso. As medidas valem para todos os lotes de 12 produtos.

13/08/26

Imagem: Anvisa proíbe venda de seis tipos de sal sem registro

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a apreensão de seis marcas de sal: Quanqton Ocean Salts, Sal Integral Quanqton, Sal Perfeito, New Quantic, Endurance e Sal Marinho Integral. Os produtos não podem mais ser fabricados, importados, distribuídos, vendidos, divulgados ou utilizados. Segundo a Anvisa, nenhum dos seis tinha regularização sanitária. Ainda assim, os produtos eram anunciados em plataformas de comércio eletrônico, em embalagens de 250g, 1kg e 2kg. Além da falta de registro, a Anvisa identificou propagandas proibidas e enganosas.

10/08/26

Imagem: Delivery de remédios por aplicativos como iFood e Mercado Livre é liberado pela Anvisa

A Anvisa liberou a entrega de medicamentos nas plataformas digitais das empresas iFood, Rappi, Mercado Livre, Submarino e Americanas. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária revogou medidas que proibiam a comercialização e a propaganda de remédios por estes aplicativos. As novas resoluções consideram a Lei nº 15.357, que entrou em vigor em 20 de março de 2026, e passou a permitir que farmácias e drogarias regularmente licenciadas contratassem canais digitais e plataformas de comércio eletrônico para logística e entrega de medicamentos aos consumidores.

10/08/26

Imagem: Anvisa proíbe venda de azeite extra virgem e doces artesanais

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a apreensão e a proibição de comercialização de dois produtos alimentícios no Brasil. A primeira medida atinge todos os lotes do azeite de oliva extra virgem da marca San Oliveto. O produto é atribuído à Comercial Alimentícia e Cerealista Vale do Carioca Ltda (Importadora Alimentícia do Vale). De acordo com a agência, o azeite apresentou resultado insatisfatório no ensaio de determinação do índice de refração.

22/07/26

Imagem: Anvisa determina recolhimento de lotes da Mamba Water após detectar bactéria

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou o recolhimento voluntário e a suspensão da comercialização, distribuição e uso de dois lotes da água mineral sem gás Mamba Water. A medida ocorre após a detecção da bactéria Pseudomonas aeruginosa durante análises de controle de qualidade realizadas pela fabricante HNK BR Indústria de Bebidas Ltda. A determinação vale para as latas de 350 ml dos lotes 13 e 14, fabricados nos dias 3 e 4 de abril de 2026, com validade até abril de 2027.

16/07/26

Imagem: Anvisa anuncia recolhimento voluntário de lava-roupas líquido Tixan Ypê

A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) informou que a Ypê fará o recolhimento voluntário de lava-roupas fabricados até 31 de março de 2026. Segundo comunicado da agência, a empresa afirma que a medida é preventiva e faz parte da estratégia de mitigação de riscos e de normalização operacional prevista no plano aprovado pela Diretoria Colegiada da Anvisa. O recolhimento voluntário envolve produtos da linha de lava-roupas líquido Tixan Ypê fabricados até 31 de março de 2026.

23/06/26

Imagem: Anvisa revoga parte de suspensão e altera regras para produtos da Ypê

A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) revogou parte da suspensão de produtos da marca Ypê. Agora, a agência passou a restringir a medida apenas para lotes mais antigos de detergentes, desinfetantes e lava-roupas. Seguem suspensos os lava-louças Ypê e os desinfetantes Bak e Pinho fabricados até o dia 31 de dezembro de 2025 e com lote de numeração final "1". No caso dos lava-roupas líquidos Tixan-Ypê, a restrição continua válida para os produtos também terminados em "1", mas fabricados até 21 de março de 2026.

22/06/26

Imagem: Anvisa mantém suspensão de alguns lotes de produtos da Ypê

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou, hoje (15), uma resolução que mantém suspensos lotes específicos de produtos de limpeza da Ypê fabricados antes de março e abril de 2026, após a identificação de falhas nas boas práticas de fabricação da empresa. A medida atinge lotes de desinfetantes, lava-louças e lava-roupas produzidos pela Química Amparo, fabricante da marca. Uma reinspeção realizada no fim de maio levou a agência a autorizar a retomada da produção na unidade. Na ocasião, porém, a Anvisa informou que a suspensão dos produtos mais antigos continuaria em vigor até a análise de laudos apresentados pela fabricante. Agora, a nova resolução delimita quais lotes permanecem sujeitos à restrição.

15/06/26

Imagem: Anvisa determina recolhimento de milho para pipoca da marca Provatti

A Anvisa determinou o recolhimento e a suspensão imediata da comercialização de todos os lotes de milho para pipoca da marca Provatti, distribuídos pela Kaza Distribuidora. A medida foi motivada por uma irregularidade nas embalagens do produto: o rótulo apresentava simultaneamente a informação "não contém glúten" e advertências sobre a presença de trigo ou possibilidade de contaminação cruzada pelo cereal. De acordo com a legislação sanitária vigente, as mensagens são contraditórias e incompatíveis, o que pode induzir o consumidor ao erro, representando um risco grave para pessoas com doença celíaca ou restrições ao glúten.

12/06/26