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Imagem: Índice de ruptura no varejo alimentício cai em fevereiro

O Índice de Ruptura da Neogrid revela que, em fevereiro, a ausência de marcas nas prateleiras dos varejos alimentícios no Brasil chegou a 13,6%, o que representa uma queda de 1,7 ponto percentual na comparação com o mês anterior. Segundo aponta o indicador, houve uma redução na taxa geral de ruptura que refletiu em produtos como ovo, arroz e azeite. Depois de um aumento em janeiro, os índices retornaram aos níveis usuais, atingindo 18,3% para o ovo, 16,6% para o azeite e 9,5% para o arroz. Apesar da diminuição na taxa de ruptura, os preços desses produtos continuam em ascensão.

20/03/24

Imagem: Supermercados registram ruptura de 15,3% em janeiro

Em janeiro, a ausência de produtos nas gôndolas dos supermercados brasileiros atingiu 15,3%. Em dezembro de 2023, a ruptura estava em 13,8%. É o que revela o índice da Neogrid, que aponta que o número segue a média do mesmo período dos anos anteriores. De acordo com o estudo, o produto com menor disponibilidade nas gôndolas foi o ovo, com 20,6% de ruptura nos dois meses, ante uma média de 14% em dezembro de 2022 e janeiro de 2023. A falta do item nas prateleiras ocorreu mesmo com o aumento de 3,7% no preço em janeiro ante dezembro, conforme levantamento feito pela Horus.

21/02/24

Imagem: Ruptura em supermercados registra queda em agosto

O índice de ruptura, que mede a falta de produtos no varejo alimentício, registrou em agosto uma ligeira queda de 0,2%, comparado com o mês anterior, atingindo 13,4%. Esses são dados do estudo divulgado pela Neogrid, empresa de tecnologia e inteligência de dados, e pela plataforma de inteligência de mercado Horus. A pesquisa, que analisou 92 categorias de produtos vendidos nos supermercados, revelou que os itens com menor variedade de marcas nas prateleiras e crescente indisponibilidade, na comparação com julho, foram ovo (16,2%), azeite (13,3%), batata palha (13%) e leite condensado (12,9%).

27/09/23

Imagem: Ruptura nos supermercados diminui em junho

Em junho, o índice de ruptura, que mede a falta de produtos do varejo alimentício, teve redução de 0,7% no Brasil, na comparação com o mês anterior, atingindo 13,7%. Em maio, o índice era de 14,4%. Os dados fazem parte de um estudo da Neogrid, que desenvolve soluções para a gestão da cadeia de consumo, e da Horus, empresa de inteligência de mercado. Itens como açúcar e café estiveram mais ausentes das prateleiras no período. Já produtos como arroz e feijão seguem em uma diminuição de falta nas gôndolas desde abril. A pesquisa também aferiu o preço desses alimentos e constatou que apenas o feijão teve queda no valor de venda (-3,6% por quilo no mês de junho. em relação a maio).

26/07/23

Imagem: Índice de ruptura recua 0,8% em setembro

O Índice de Ruptura Geral de setembro caiu 0,8% em comparação com o mês de agosto, segundo a Neogrid, empresa de soluções para a gestão da cadeia de valor do consumo. O indicador, que mensura a falta de produtos nas gôndolas dos principais supermercados do país, ficou em 11,10% no mês passado, contra 11,90% em agosto. O destaque ficou por conta do leite longa vida, cujo índice de ausência nas gôndolas caiu de 17,7% em agosto para 14,9% em setembro.

26/10/22

Imagem: Em queda nas cestas de compra, leite UHT sofre com mais ruptura

Em junho, o índice de indisponibilidade do leite UHT registrou 19,4%, o maior índice do ano nos supermercados - em maio, o número havia ficado em 18,8%, segundo dados do Índice de Ruptura da Neogrid. O produto figurou também como destaque negativo no estudo da Horus, empresa de inteligência de mercado, com queda na incidência de compra. Neste dado, o leite UHT obteve queda de 6,5% na média de itens, mas aumento de 5,9% no preço médio (R$ 4,67) e aumento de 4,6% no ticket médio (R$ 15,87). Em termos gerais, a ruptura geral sofreu ligeira queda em junho, 11%, comparado aos 11,5% de maio.

18/07/22

Imagem: Supermercados Compram Menos Itens de Indulgência

De acordo com o Índice de Ruptura da Neogrid, a indisponibilidade de chocolates disparou nas gôndolas em maio, chegando a 20,3%. Em abril, o indicador havia ficado em 11,1%. A venda média de unidades registrou o menor volume em três anos (2020 a 2022), repetindo o patamar de janeiro passado. Para o diretor da Neogrid, Robson Munhoz, com a inflação e o embate entre indústria e varejo para que o custo da produção não seja repassado aos itens nas gôndolas, os varejistas vêm trabalhando com estoques cada vez menores e repondo menos os chamados produtos de indulgência. "O varejo comprou menos chocolate porque acreditou que venderia menos em virtude do aumento de preço."

23/06/22