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Imagem: Camille Faria assume negociações com credores da Casas Bahia

A Casas Bahia, em recuperação judicial, anunciou a chegada de Camille Faria, sócia da Althia Partners e ex-diretora financeira (CFO) da Americanas, para liderar as negociações com credores e a condução do plano de reestruturação financeira da varejista. A mudança ocorre após a Justiça de São Paulo autorizar o processamento do pedido de recuperação judicial da companhia. Faria, que liderou o processo de recuperação judicial da Americanas, assume a função anteriormente ocupada por Mateus Tessler, ex-sócio da Jive Mauá. A executiva também já trabalhou na Oi, que atualmente enfrenta um processo de falência.

26/10/26

Imagem: Grupo Casas Bahia tem recuperação judicial aprovada pela Justiça de São Paulo

A Justiça de São Paulo aprovou a recuperação judicial do Grupo Casas Bahia. Na decisão, publicada nesta quarta-feira (21), a juíza Taina Maria Leonardo De Oliveira reconheceu o cumprimento dos requisitos legais pela varejista, mas determinou que pendências documentais sejam corrigidas em até 30 dias. “O procedimento deve ser orientado pela preservação da empresa viável e pelo tratamento paritário dos credores. Tais princípios são particularmente relevantes em processos de elevada complexidade documental e econômica”, afirmou a magistrada.

21/10/26

Imagem: Americanas perde R$ 9,6 bilhões em valor de mercado desde anúncio de fraude contábil

A Americanas perdeu R$ 9,63 bilhões em valor de mercado desde o anúncio da fraude contábil que revelou um rombo de R$ 54,2 bilhões na companhia. Os dados são de um levantamento realizado por Einar Rivero, CEO da Elos Ayta Consultoria. De acordo com o levantamento, a Americanas valia R$ 10,83 bilhões em 11 de janeiro de 2023, quando anunciou a fraude. No fechamento do pregão da última segunda-feira (19), quando a varejista divulgou o encerramento de sua recuperação judicial, o valor de mercado havia caído para R$ 1,19 bilhão.

21/10/26

Imagem: Acionistas do Grupo Casas Bahia aprovam pedido de recuperação judicial

Os acionistas do Grupo Casas Bahia aprovaram, em assembleia geral extraordinária, a ratificação do pedido de recuperação judicial apresentado pela varejista e por determinadas subsidiárias. O pedido foi protocolado em 16 de agosto, perante o Juízo de Falências e Recuperações Judiciais do Foro Central Cível de São Paulo. A aprovação dos acionistas formaliza o respaldo societário à solicitação já encaminhada à Justiça. No comunicado, a companhia informou que o juízo ainda não se manifestou sobre o deferimento do processamento do pedido, e que não há garantia de que a solicitação seja deferida nos termos solicitados.

20/10/26

Imagem: Justiça decreta o fim da recuperação judicial da Americanas

A Americanas anunciou que a Justiça do Rio de Janeiro decretou o fim de sua recuperação judicial, aberta em janeiro de 2023 após a revelação de um esquema bilionário de fraudes contábeis. A varejista afirmou ter cumprido integralmente as metas do plano aprovado por 91% dos credores. Também informou que, no primeiro semestre de 2026, as vendas nas lojas já em funcionamento avançaram 9,3% e os ganhos de eficiência operacional somaram R$ 500 milhões. A decisão foi tomada pela 4ª Vara Empresarial do Rio de Janeiro após pareceres favoráveis da Administração Judicial e do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro.

20/10/26

Imagem: Justiça define indenizações e novas regras para demissões na Casas Bahia

A Justiça do Trabalho no Distrito Federal homologou um acordo para o pagamento de indenizações a 4,3 mil trabalhadores da Casas Bahia demitidos pela varejista. Após intermediação do Ministério Público do Trabalho (MPT), ficou acertado entre a empresa e a Confederação Nacional dos Trabalhadores no Comércio (CNTC) que cada trabalhador receberá R$ 7,5 mil, pagamento de aviso prévio, multa de 40% sobre o FGTS, além de comissões, premiações e compensações para funcionários que tinham direito aos benefícios antes de serem demitidos.

16/10/26

Imagem: Americanas conclui venda de mais uma loja do Natural da Terra ao Oba Hortifruti

A Americanas concluiu ontem (7) mais uma operação de fechamento parcial da venda de dez lojas da rede Hortifruti Natural da Terra para o Oba Hortifruti. Segundo a companhia, a transação diz respeito a mais um ponto de venda, sendo o quinto repassado ao comprador. O Oba comprou dez lojas localizadas no estado de São Paulo, por R$ 69,3 milhões. A rede pagou, à vista, R$ 1,875 milhão, montante equivalente a 18,038% do total da tranche à vista prevista para a operação parcial. O restante será pago em 24 parcelas mensais e consecutivas.

08/10/26

Imagem: Em recuperação judicial, Casas Bahia tem redução de estoques e menos 4,6 mil funcionários

O grupo Casas Bahia registrou redução de estoques e do quadro de funcionários, com 4,6 mil colaboradores a menos em agosto. As informações foram apontadas em uma perícia feita pela ACFB Administração Judicial - um procedimento exigido pela Justiça de São Paulo que avalia o pedido de reestruturação da varejista. Com R$ 17,3 bilhões em débitos, o grupo fechou quase 300 lojas e demitiu 3 mil funcionários. A perícia visitou 744 lojas e 29 centros logísticos da Casas Bahia, e constatou que o grupo segue operando, mas há sinais de retração em parte da estrutura, inclusive com constatação de atividade irregular em nove lojas e três centros de distribuição.

07/10/26

Imagem: Casas Bahia negocia R$ 200 milhões em financiamento com o Itaú

A Casas Bahia está em negociações avançadas para obter um financiamento DIP (debtor-in-possession financing) de R$ 200 milhões com o Itaú Unibanco. A transação ainda depende do deferimento do processo de recuperação judicial pela Justiça de São Paulo. Segundo informações do Pipeline, outras cinco casas mostraram interesse em financiar o grupo, mas a conversa com o Itaú foi a que mais avançou. A empresa estava buscando inicialmente um DIP de R$ 1 bilhão, mas a ideia é fechar, no momento, um valor menor para entrar no caixa da companhia. Os recursos vão ajudar a Casas Bahia a recompor os estoques de mercadorias.

02/10/26

Imagem: Americanas conclui venda de quarta loja do Natural da Terra ao Oba Hortifruti

A Americanas, em recuperação judicial, concluiu ontem (21) o segundo fechamento parcial da venda de ativos do Hortifruti Natural da Terra ao Oba Hortifruti. A operação envolve a quarta de 10 lojas deficitárias previstas no contrato, todas em São Paulo. Pela unidade, o Oba pagou R$ 627,7 mil à vista. Após as deduções previstas no plano de recuperação judicial, o valor remanescente será destinado à amortização das debêntures da 22ª emissão da Americanas. O contrato prevê que o restante do valor referente aos ativos seja pago em 24 parcelas mensais.

22/09/26

Imagem: Justiça de São Paulo determina restabelecimento de energia em lojas da Marabraz

A Justiça de São Paulo determinou que Enel e CPFL (Companhia Paulista de Força e Luz) restabeleçam o fornecimento de energia para oito lojas do grupo Marabraz. As empresas têm 24 horas, contadas da intimação, para retomar o serviço e não podem promover novos cortes baseados em débitos anteriores ao pedido de recuperação judicial da varejista. Caso as companhias não cumpram a determinação dentro do prazo, serão multadas em R$ 20 mil por dia de atraso para cada estabelecimento, com limite inicial de R$ 600 mil por unidade. Das lojas afetadas pelo corte de energia, seis estão em São Paulo e uma em Santo André, área de cobertura da Enel. A outra fica em São Roque, cidade atendida pela CPFL.

17/09/26

Imagem: Supermercado Fluminense pede recuperação judicial com dívida de R$ 173,8 milhões

A rede Supermercados Fluminense, de Itaperuna (RJ), protocolou um pedido de recuperação judicial. A relação apresentada no processo reúne R$ 173,87 milhões em créditos e 312 credores. Do total relacionado aos credores, cerca de R$ 170,61 milhões correspondem a créditos quirografários, enquanto R$ 3,23 milhões são de micro e pequenas empresas e aproximadamente R$ 22,4 mil estão relacionados a créditos trabalhistas. Entre os maiores credores aparecem Itaú Unibanco, Sicoob Sul do Espírito Santo e Caixa Econômica Federal.

14/09/26

Imagem: Justiça defere recuperação judicial da Sorvelândia em Caxias do Sul (RS)

A Justiça deferiu o pedido de recuperação judicial da Sorvelândia, fabricante de sorvetes de Caxias do Sul (RS). A medida busca viabilizar a reestruturação do passivo da empresa e preservar a atividade produtiva, os empregos e as relações com fornecedores e clientes. O valor apurado dos créditos sujeitos à recuperação judicial é de R$ 13,4 milhões, enquanto o passivo declarado nas projeções contábeis da companhia, incluindo obrigações que não necessariamente estão sujeitas aos efeitos da recuperação, chega a aproximadamente R$ 80 milhões.

14/09/26

Imagem: Ameaçada por fornecedores, Casas Bahia pede proteção para manter contratos essenciais

O Grupo Casas Bahia pediu proteção contra a suspensão de mais contratos essenciais, como energia elétrica, gás, infraestrutura, telecomunicações e assistência de saúde de colaboradores e ex-colaboradores. Dias após a varejista pedir recuperação judicial, a Justiça de São Paulo já havia proibido a interrupção de serviços considerados essenciais à operação, no entanto, a varejista afirma que "passou a receber, nos últimos dias, ameaças de suspensão e interrupção do fornecimento por parte de fornecedores".

03/09/26

Imagem: Justiça protege Casas Bahia de credores por 180 dias

A Justiça de São Paulo antecipou os efeitos do pedido de recuperação judicial da Casas Bahia e garantiu proteção à varejista contra a execução de dívidas dos credores por 180 dias. A companhia tenta reestruturar um passivo de R$ 17,3 bilhões. No pedido levado à Justiça, a Casas Bahia argumentou que houve uma “corrida de credores contra o patrimônio” da companhia desde as notícias da abertura do processo de recuperação judicial. Segundo a empresa, cerca de R$ 9 milhões foram bloqueados “em poucos dias”, o que representa risco de “iminente desfalque patrimonial” para a varejista.

31/08/26

Imagem: Grupo Gennius entra em recuperação judicial com dívida de R$ 265 milhões

O Grupo Gennius, que controla redes como Habib’s, Ragazzo e Tendal Grill, teve seu pedido de recuperação judicial aceito pela Justiça de São Paulo. O grupo declarou dívidas de R$ 265,2 milhões, e o processo reúne 178 empresas e dois produtores rurais. De acordo com a empresa, a medida faz parte de um processo de reestruturação financeira, com o objetivo de preservar a sustentabilidade e a evolução do negócio a longo prazo.

27/08/26