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Imagem: Inflação de alimentos em domicílio sobe 11,8%

Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a inflação de alimentos no domicílio subiu 11,8% no acumulado do ano até julho, enquanto a fora de casa avançou 4,6% - uma distância de 7,2 pontos porcentuais. "Com a renda contraída, fica difícil repassar preços. As pessoas estão com o bolso apertado. A gente vem subindo menos do que a metade da inflação no domicílio", afirma o presidente executivo da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel), Paulo Solmucci. Segundo a Abrasel, 46% dos estabelecimentos aumentaram seus preços abaixo da inflação em julho, enquanto 25% não conseguiram reajustar.

30/08/22

Imagem: Preços de cinco alimentos sobem mais de 70%

Em um ano, o preço do açúcar quase dobrou, com um salto de 97,1% de julho de 2021 para o mesmo mês deste ano. O açúcar cristal e refinado de 1kg passou de R$ 3,55 para R$ 7,00 no período, de acordo com um levantamento realizado pela Pricemet, empresa de pricing, com exclusividade para o Jornal Giro News. Outros quatro produtos tiveram aumentos superiores a 70%. São eles: café (95,5%), batata (84,1%), manteiga (81,8%) e leite longa vida (79,1%). Com variação de R$ 9,23 para R$ 18,04, o café moído de 500g, pela primeira vez neste ano, não foi o principal responsável pelo preço da cesta básica de alimentos nos supermercados.

25/08/22

Imagem: Problemas com falta de abastecimento e inflação

Após o período de restrições causados pela pandemia, a volta ao atendimento presencial, e a retomada do faturamento em estabelecimentos como bares, restaurantes, lanchonetes, cafés, a inflação continua sendo um grande problema para este setor. Segundo dados da pesquisa realizada pela Associação Nacional de Restaurantes (ANR), em união com a Galunion e o Instituto Foodservice Brasil (IFB), como resultado desta situação, 62% das empresas que trabalham com alimentação fizeram alterações no menu por problemas de abastecimento ou inflação nos últimos três meses de 2022.

22/09/22

Imagem: Restaurantes seguram preço abaixo da inflação

Uma análise realizada pela Ticket, marca da Edenred Brasil de benefícios ao trabalhador, revelou que, apesar das constantes altas no preço dos alimentos, os restaurantes têm mantido o valor das refeições abaixo da inflação. De acordo com a Pesquisa + Valor, o preço médio atual da refeição completa é de R$ 40,64, um aumento de 48,3% nos últimos dez anos. Se corrigido de acordo com o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), a mesma refeição estaria custando hoje, em média, R$ 47,62 no bolso dos brasileiros.

22/08/22

Imagem: Supermercados registram alta de 18% no preço da cesta básica

Entre junho de 2021 e o mesmo mês de 2022, o preço da cesta básica subiu 18,2% nos supermercados. Segundo dados da empresa de pricing Pricemet, levantados com exclusividade para o Jornal Giro News, dentre os alimentos, quatro apresentaram altas superiores a 60%, na comparação anual. São eles: café (+95,8%), batata (+82,2%), leite longa vida (+75,1%) e tomate (+66,1%). Em um ano, o preço do café moído 500g saltou de R$ 9,23 para R$ 18,07; o kg da batata passou a ser comercializado por R$ 5,89, contra R$ 3,23 anteriormente; o leite UHT 1L atingiu R$ 5,53, ante R$ 3,16; e o kg do tomate passou de R$ 4,94 para R$ 8,20.

28/07/22

Imagem: Produtos Sazonais Têm Altas de Até 55%

Os produtos sazonais de festa junina somam preços 29,65% mais altos em relação ao ano passado. No acumulado de 2022, o aumento é de 25,06%, segundo um estudo realizado pela Associação Paulista de Supermercados (Apas). Para a entidade, a guerra no leste europeu e as mudanças climáticas inflacionaram os produtos, mas as confraternizações presenciais e a queda do desemprego geram otimismo nas vendas. Nos últimos 12 meses, o preço da maçã subiu 55,2%. Entre os produtos com maiores altas, também estão: abóbora (54%), fubá (49,5%), milho (47,2%), leite (32,5%) e farinha de milho (31,8%).

20/06/22

Imagem: Renda do Brasileiro Atinge Menor Valor em 10 Anos

Em 2021, a renda média mensal domiciliar per capita foi de R$ 1.353. Considerando a série histórica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), iniciada em 2012, esse é o menor valor em dez anos. Os dados foram divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em 2019, antes do começo da pandemia de Covid-19, o rendimento alcançou a maior média da série histórica, com cerca de R$ 1.520. Em 2020, o recuo foi de 4,3% frente ao ano anterior. Já em 2021, a queda foi de 6,9%. A pesquisa aponta que todas as regiões brasileiras registraram perda de renda entre 2020 e 2021.

13/06/22

Imagem: Gastos com Compras de Alimentos Sobem 20%

Apesar da desaceleração do grupo de alimentos e bebidas na comparação mensal do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), os preços seguem aumentando em relação ao ano passado. Os gastos com alimentos, que somavam R$ 354,03 em maio de 2021, subiram 20,1%, para R$ 425,19 no último mês. Os dados, que podem ser visualizados na íntegra na tabela, foram levantados pela Horus, empresa de inteligência de mercado, e obtidos com exclusividade pelo Jornal Giro News. Entre os produtos com maiores aumentos na comparação anual, estão o café (87,2%), legumes (41,9%), fubá e farinha de milho (40,3%), açúcar (35,9%) e óleo (34,4%).

13/06/22

Imagem: 65% dos Brasileiros Mudam de Marcas

Após uma inflação de 11,7% nos últimos meses, 65% dos brasileiros passaram a comprar alimentos de marcas mais baratas, como as próprias dos supermercados. Os dados são de uma pesquisa da Associação Brasileira de Defesa do Consumidor (Proteste), elaborada pelo Grupo Euroconsumers, que ouviu 1.038 pessoas no país. Cerca de 33% cortaram alimentos não essenciais e metade deles reduziram o consumo de carne e peixe. Outros 47% cortaram idas a restaurantes e bares. Além disso, 58% dos entrevistados disseram não ter margens para lidar com mais alta de preços.

10/06/22