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Imagem: Inflação muda hábitos de compras dos brasileiros

O alto índice da inflação dos preços em 2022 refletiu em mudanças nas rotinas de compra e consumo no Brasil, conforme aponta o relatório Consumer Insights, da Kantar. O cenário impactou na redução das "compras do mês", que foram trocadas pela aquisição de poucos produtos por vez e com diversificação dos pontos de venda, em busca de ofertas. Nos últimos 12 meses terminados em setembro de 2022, em comparação ao mesmo período de 2021, o relatório revelou um aumento de 15% no valor gasto com alimentos, bebidas, artigos de limpeza e itens de higiene e beleza.

13/01/23

Imagem: IBGE lista alimentos com maior inflação em 2022

Em 2022, a cebola foi o alimento que teve a maior alta entre os 377 subitens que compõem o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), com aumento de 130,14% no preço. Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o IPCA finalizou o ano com alta de 5,79%, contra 10,06% em 2021. Além da cebola, o preço da batata-inglesa subiu 51,92% e o leite longa vida teve alta de 26,18%. Por sua vez, as frutas registraram aumento de 24%, enquanto o preço do pão francês avançou 18,03% em 2022.

11/01/23

Imagem: Alta da inflação gera queda de clientes nos restaurantes

Em uma pesquisa realizada pela Ticket, marca de benefícios de refeição e alimentação da Edenred Brasil, durante o mês de setembro com cerca de 1.200 estabelecimentos de comida pronta, como restaurantes lanchonetes e padarias, 64% afirmaram que a alta da inflação resultou na queda do número de clientes durante o ano. Apenas 19% disseram que o movimento foi o mesmo em comparação aos anos anteriores e 12% revelaram aumento no consumo. Os 6% restantes disseram que não conseguem mensurar.

05/01/23

Imagem: Embalagens como aliadas no combate ao desperdício de alimentos em tempos de inflação

*Por Ulisses Cason, vice-presidente da Sealed Air para América Latina Nos últimos meses não há quem não tenha se assustado com a alta dos preços dos alimentos básicos. Em cada ida ao supermercado, o brasileiro tem visto a conta subir e, muitas vezes, tem saído com o carrinho mais vazio. A alta de 14,8% nos preços de itens básicos em comparação com os 10,06% de inflação influencia diretamente em nosso poder de compra e faz com que cada família desenvolva formas para economizar e, assim, conseguir encaixar a lista de compras dentro do orçamento.

14/12/22

Imagem: Natal deve movimentar R$ 65 bilhões no comércio

Segundo estimativa da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), o Natal de 2022 deverá movimentar R$ 65 bilhões. Confirmada essa expectativa, o setor terá o primeiro aumento real de vendas (1,2% no faturamento, descontada a inflação) após dois anos de perdas na data comemorativa, sem, no entanto, igualar o volume de vendas de 2019, que foi de R$ 67,5 bilhões. O ramo de hiper e supermercados deverá ter a maior movimentação financeira deste ano, respondendo por 38,6% (R$ 25,12 bilhões) do volume total.

13/12/22

Imagem: Brasileiro deixou de comprar carne bovina e frutas em 2022

A Neogrid realizou uma pesquisa sobre o comportamento do consumidor brasileiro nos primeiros seis meses do ano. O Panorama do Consumidor aponta que entre janeiro e junho deste ano, a alta nos preços atingiu a cesta de proteínas dos brasileiros, motivando a substituição de alguns alimentos ou marcas. Essa tendência foi observada, principalmente, na troca da carne bovina por outros produtos, como ovos, linguiça, carne suína e frango. Esses itens ocupam o espaço anteriormente destinado à carne vermelha, com consumo mais restritivo, por conta do aumento de preços provocados pelo câmbio e pela inflação.

06/10/22

Imagem: Problemas com falta de abastecimento e inflação

Após o período de restrições causados pela pandemia, a volta ao atendimento presencial, e a retomada do faturamento em estabelecimentos como bares, restaurantes, lanchonetes, cafés, a inflação continua sendo um grande problema para este setor. Segundo dados da pesquisa realizada pela Associação Nacional de Restaurantes (ANR), em união com a Galunion e o Instituto Foodservice Brasil (IFB), como resultado desta situação, 62% das empresas que trabalham com alimentação fizeram alterações no menu por problemas de abastecimento ou inflação nos últimos três meses de 2022.

22/09/22

Imagem: Inflação de alimentos em domicílio sobe 11,8%

Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a inflação de alimentos no domicílio subiu 11,8% no acumulado do ano até julho, enquanto a fora de casa avançou 4,6% - uma distância de 7,2 pontos porcentuais. "Com a renda contraída, fica difícil repassar preços. As pessoas estão com o bolso apertado. A gente vem subindo menos do que a metade da inflação no domicílio", afirma o presidente executivo da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel), Paulo Solmucci. Segundo a Abrasel, 46% dos estabelecimentos aumentaram seus preços abaixo da inflação em julho, enquanto 25% não conseguiram reajustar.

30/08/22

Imagem: Preços de cinco alimentos sobem mais de 70%

Em um ano, o preço do açúcar quase dobrou, com um salto de 97,1% de julho de 2021 para o mesmo mês deste ano. O açúcar cristal e refinado de 1kg passou de R$ 3,55 para R$ 7,00 no período, de acordo com um levantamento realizado pela Pricemet, empresa de pricing, com exclusividade para o Jornal Giro News. Outros quatro produtos tiveram aumentos superiores a 70%. São eles: café (95,5%), batata (84,1%), manteiga (81,8%) e leite longa vida (79,1%). Com variação de R$ 9,23 para R$ 18,04, o café moído de 500g, pela primeira vez neste ano, não foi o principal responsável pelo preço da cesta básica de alimentos nos supermercados.

25/08/22

Imagem: Restaurantes seguram preço abaixo da inflação

Uma análise realizada pela Ticket, marca da Edenred Brasil de benefícios ao trabalhador, revelou que, apesar das constantes altas no preço dos alimentos, os restaurantes têm mantido o valor das refeições abaixo da inflação. De acordo com a Pesquisa + Valor, o preço médio atual da refeição completa é de R$ 40,64, um aumento de 48,3% nos últimos dez anos. Se corrigido de acordo com o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), a mesma refeição estaria custando hoje, em média, R$ 47,62 no bolso dos brasileiros.

22/08/22

Imagem: Supermercados registram alta de 18% no preço da cesta básica

Entre junho de 2021 e o mesmo mês de 2022, o preço da cesta básica subiu 18,2% nos supermercados. Segundo dados da empresa de pricing Pricemet, levantados com exclusividade para o Jornal Giro News, dentre os alimentos, quatro apresentaram altas superiores a 60%, na comparação anual. São eles: café (+95,8%), batata (+82,2%), leite longa vida (+75,1%) e tomate (+66,1%). Em um ano, o preço do café moído 500g saltou de R$ 9,23 para R$ 18,07; o kg da batata passou a ser comercializado por R$ 5,89, contra R$ 3,23 anteriormente; o leite UHT 1L atingiu R$ 5,53, ante R$ 3,16; e o kg do tomate passou de R$ 4,94 para R$ 8,20.

28/07/22

Imagem: Preços Sobem Até 106% em Supermercados

O preço da cesta básica registrou aumento de 20,3% em um ano, puxado, mais uma vez, pelo café. O valor do produto moído com 500g, que era comercializado por R$ 8,77 em maio de 2021, chegou a R$ 18,08 no mesmo mês deste ano, com uma disparada de 106,2%. Os dados, obtidos com exclusividade pelo Jornal Giro News, são da Pricemet, especializada em soluções de pricing. Com variação de 73,6%, o leite longa vida foi o segundo produto com maior alta, passando de R$ 2,86 para R$ 4,96 no mesmo intervalo. Em terceiro lugar, aparece a batata, com elevação de 72,9%, de R$ 3,88 para R$ 6,71.

01/07/22

Imagem: Bens de Consumo Massivo Representam 37% da Renda

Em 2022, os bens de consumo massivo estão comprometendo 37% da renda dos latino-americanos, versus 34% em 2021. Em lares com crianças, o índice pode chegar a 41%, segundo dados do relatório "Consumer Insights", da Kantar. Para esse ano, a expectativa é que a inflação fique na casa dos dois dígitos, atingindo seu pico no terceiro trimestre. O estudo também mostra que no primeiro trimestre de 2022, os consumidores buscaram racionalizar seus gastos. No Brasil, 63% das pessoas disseram que estão mais cautelosas e só compram o que já tinham se programado para adquirir.

01/07/22