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Imagem: Compras de massas alimentícias crescem 20%

A categoria de massas alimentícias secas esteve presente em 8,3% das notas fiscais entre janeiro e setembro de 2023 no Brasil, com uma média de itens comprados 20% maior e ticket médio 23,6% superior ao mesmo período do ano passado. Segundo dados da Horus, marca do ecossistema Neogrid, o segmento registrou preço 1,4% maior neste ano e ruptura de 10,6%. "Quando se compara o desembolso do shopper nos carrinhos que contêm alguma massa seca, verifica-se que o ticket médio total da compra é 3,1 vezes maior do que a média", destaca Luiza Zacharias, diretora de Novos Negócios da Horus.

31/10/23

Imagem: Supermercados registram ruptura de 13,9% em setembro

Em setembro, a falta de alguns produtos nas gôndolas de supermercados aumentou 0,5% em relação a agosto, levando assim a uma ruptura de 13,9% de mercadorias. Esses números foram levantados pela Neogrid, empresa de tecnologia e inteligência de dados, e pela plataforma de inteligência de mercado Horus. Os segmentos que apresentaram mais indisponibilidade foram: ovo (16,4%), leite (14,1%), achocolatado (13,7%) e cerveja, que teve diminuição de variedade e atingiu o maior patamar do ano, com 12%.

26/10/23

Imagem: Ruptura em supermercados registra queda em agosto

O índice de ruptura, que mede a falta de produtos no varejo alimentício, registrou em agosto uma ligeira queda de 0,2%, comparado com o mês anterior, atingindo 13,4%. Esses são dados do estudo divulgado pela Neogrid, empresa de tecnologia e inteligência de dados, e pela plataforma de inteligência de mercado Horus. A pesquisa, que analisou 92 categorias de produtos vendidos nos supermercados, revelou que os itens com menor variedade de marcas nas prateleiras e crescente indisponibilidade, na comparação com julho, foram ovo (16,2%), azeite (13,3%), batata palha (13%) e leite condensado (12,9%).

27/09/23

Imagem: Ruptura nos supermercados diminui em junho

Em junho, o índice de ruptura, que mede a falta de produtos do varejo alimentício, teve redução de 0,7% no Brasil, na comparação com o mês anterior, atingindo 13,7%. Em maio, o índice era de 14,4%. Os dados fazem parte de um estudo da Neogrid, que desenvolve soluções para a gestão da cadeia de consumo, e da Horus, empresa de inteligência de mercado. Itens como açúcar e café estiveram mais ausentes das prateleiras no período. Já produtos como arroz e feijão seguem em uma diminuição de falta nas gôndolas desde abril. A pesquisa também aferiu o preço desses alimentos e constatou que apenas o feijão teve queda no valor de venda (-3,6% por quilo no mês de junho. em relação a maio).

26/07/23

Imagem: Ruptura nos supermercados atinge maior alta do ano

As gôndolas dos supermercados estiveram mais vazias em abril, segundo o Índice de Ruptura, estudo que a Neogrid realiza mensalmente em conjunto com a Horus. Durante o mês, os consumidores enfrentaram dificuldades para encontrar marcas de produtos básicos, como arroz, feijão e leite. O levantamento de ruptura fechou em 13,5% em abril, o que representa uma alta de 0,6% em relação a março e o maior índice de 2023 até o momento. Se comparado com o mesmo período de 2022, o crescimento da ruptura foi de 2,2%.

06/06/23

Imagem: Estudo lista marcas com maiores altas em preços na Páscoa

Na Páscoa 2023, a variação de preços em chocolates chega a até 35%, na comparação com o ano passado. Segundo um estudo da Horus, empresa de inteligência de mercado, o maior aumento foi observado em produtos da Lacta, na qual o valor médio por unidade passou de R$ 42,65 em 2022, para R$ 57,56 neste ano, nos produtos com embalagens de 250g a 350g. A pesquisa foi realizada em todo o país, com base na análise de 60 mil pontos de venda do pequeno varejo, super e hipermercados, e cash & carry, de 2.500 municípios. Confira as marcas com maiores variações de preços por unidade, de acordo com a classificação por tamanhos de embalagem!

28/03/23

Imagem: Valor da cesta básica cai em cinco capitais

O valor da cesta básica de alimentos teve queda em outubro, em relação ao mês anterior, em cinco das oito capitais analisadas pela plataforma Cesta de Consumo HORUS & FGV IBRE. A redução no preço variou de -4,3% a -0,1% e, nas três cidades onde houve aumento, as variações foram de 0,5% a 2,9%. As maiores quedas foram registradas em Belo Horizonte e Salvador, com -4,3% e -3,5%, respectivamente. Já as cidades que apresentaram as maiores altas foram Curitiba (2,9%) e Manaus (1,1%). A cesta mais cara continua sendo a do Rio de Janeiro (R$ 882,48).

09/11/22

Imagem: Índice de ruptura recua 0,8% em setembro

O Índice de Ruptura Geral de setembro caiu 0,8% em comparação com o mês de agosto, segundo a Neogrid, empresa de soluções para a gestão da cadeia de valor do consumo. O indicador, que mensura a falta de produtos nas gôndolas dos principais supermercados do país, ficou em 11,10% no mês passado, contra 11,90% em agosto. O destaque ficou por conta do leite longa vida, cujo índice de ausência nas gôndolas caiu de 17,7% em agosto para 14,9% em setembro.

26/10/22

Imagem: Valor da cesta básica cai em quatro capitais

O valor médio da cesta de consumo básica de alimentos de setembro caiu, em relação ao mês anterior, em quatro das oito capitais analisadas pela plataforma Cesta de Consumo HORUS & FGV IBRE. A queda no valor da cesta variou de -2,3% a -0,8% e nas quatro cidades onde houve aumento, as variações foram de 0,1% a 5,5%. São Paulo e Salvador apresentaram as maiores quedas, com -2,3% e -2,1%, respectivamente. Já as cidades que registraram as maiores altas foram Belo Horizonte (5,5%) e Brasília (3,6%). A cesta mais cara, apesar de queda em relação ao mês anterior, continua sendo a do Rio de Janeiro (R$ 878,14).

14/10/22

Imagem: Preço da cesta básica cai em seis cidades

Em agosto, o valor médio da cesta básica de alimentos caiu em seis das oito capitais analisadas pela plataforma Cesta de Consumo HORUS & FGV IBRE. Em relação a julho, a queda no preço variou de -3,0% a -0,4% em seis cidades (Belo Horizonte, Fortaleza, Rio de Janeiro, São Paulo, Manaus e Brasília). Já nas duas cidades onde houve aumento, as variações foram de 0,6% e 0,7% (Curitiba e Salvador, respectivamente), em níveis inferiores aos verificados nos últimos meses. Segundo a pesquisa, o mês de agosto registrou uma leve desaceleração nos preços de alguns alimentos.

08/09/22

Imagem: Valor médio da cesta básica aumenta em sete cidades

Em julho, o valor médio da cesta de consumo básica de alimentos aumentou, em relação ao mês anterior, em sete das oito capitais analisadas mensalmente pela plataforma Cesta de Consumo Horus & FGV Ibre. As altas variaram de 2,1% a 4,5%. Apenas Manaus apresentou redução (-0,7%). As maiores altas foram registradas em Fortaleza (4,5%), Brasília (4,0%) e Salvador (4,0%). As capitais Rio de Janeiro e São Paulo apresentaram as menores altas, de 2,4% e 2,1%, respectivamente. A cesta mais cara foi a do Rio de Janeiro (R$ 902,03), seguida pelas de São Paulo (R$ 895,23) e Fortaleza (R$ 803,64).

09/08/22

Imagem: Supermercados Compram Menos Itens de Indulgência

De acordo com o Índice de Ruptura da Neogrid, a indisponibilidade de chocolates disparou nas gôndolas em maio, chegando a 20,3%. Em abril, o indicador havia ficado em 11,1%. A venda média de unidades registrou o menor volume em três anos (2020 a 2022), repetindo o patamar de janeiro passado. Para o diretor da Neogrid, Robson Munhoz, com a inflação e o embate entre indústria e varejo para que o custo da produção não seja repassado aos itens nas gôndolas, os varejistas vêm trabalhando com estoques cada vez menores e repondo menos os chamados produtos de indulgência. "O varejo comprou menos chocolate porque acreditou que venderia menos em virtude do aumento de preço."

23/06/22

Imagem: Gastos com Compras de Alimentos Sobem 20%

Apesar da desaceleração do grupo de alimentos e bebidas na comparação mensal do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), os preços seguem aumentando em relação ao ano passado. Os gastos com alimentos, que somavam R$ 354,03 em maio de 2021, subiram 20,1%, para R$ 425,19 no último mês. Os dados, que podem ser visualizados na íntegra na tabela, foram levantados pela Horus, empresa de inteligência de mercado, e obtidos com exclusividade pelo Jornal Giro News. Entre os produtos com maiores aumentos na comparação anual, estão o café (87,2%), legumes (41,9%), fubá e farinha de milho (40,3%), açúcar (35,9%) e óleo (34,4%).

13/06/22