De acordo com o Índice de Ruptura da Neogrid, a indisponibilidade de chocolates disparou nas gôndolas em maio, chegando a 20,3%. Em abril, o indicador havia ficado em 11,1%. A venda média de unidades registrou o menor volume em três anos (2020 a 2022), repetindo o patamar de janeiro passado. Para o diretor da Neogrid, Robson Munhoz, com a inflação e o embate entre indústria e varejo para que o custo da produção não seja repassado aos itens nas gôndolas, os varejistas vêm trabalhando com estoques cada vez menores e repondo menos os chamados produtos de indulgência. "O varejo comprou menos chocolate porque acreditou que venderia menos em virtude do aumento de preço."
23/06/22








