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Imagem: Após crise do metanol, o consumo de destilados nas noites de SP volta a crescer

Depois de semanas de retração provocadas pelas notícias sobre bebidas adulteradas, o consumo noturno em São Paulo começa a dar sinais claros de recuperação. Dados da Zig mostram que novembro marcou um ponto de virada no comportamento do consumidor, com retomada do faturamento, reorganização do mix de bebidas e aumento do tíquete médio, indicando um movimento gradual de reconstrução da confiança.

05/01/26

Imagem: Sinal de Recuperação: bares voltam a vender mais após crise do metanol

Depois de meses de retração provocada pela crise do metanol, bares e eventos em São Paulo começam a registrar sinais de recuperação nas vendas de bebidas. Dados da plataforma de pagamentos Zig, divulgados pela Associação Brasileira dos Promotores de Eventos (Abrape), mostram que o faturamento no último fim de semana de outubro alcançou R$ 6 milhões, contra R$ 4,8 milhões no início do mês. Antes da crise, em setembro, o setor havia movimentado R$ 7,6 milhões.

03/12/25

Imagem: Estudo da Zig revela os petiscos favoritos dos paulistanos

Quando um paulistano pede bolinho no bar, a conta termina com chope em 56% das vezes. É o maior índice entre todos os petiscos mapeados. O espetinho vem logo atrás, com 50%. A batata frita e a calabresa empatam em 48%. O hambúrguer é o único da lista que fica abaixo de 40%: apenas 37% das visitas em que ele aparece na comanda terminam com cerveja. A explicação é direta: o hambúrguer é uma refeição, não beliscável.

15/06/26

Imagem: Bares e restaurantes apresentam recuperação após casos de metanol

Duas semanas após os casos de intoxicação por metanol no estado de São Paulo, o faturamento semanal de bares e restaurantes paulistanos avançou 1,38%, e as vendas de destilados cresceram 35,6% frente à semana anterior. Mesmo com os sinais de retomada, o total movimentado ainda está 25% abaixo do registrado antes da crise. O faturamento subiu de R$ 6,19 milhões para R$6,28 milhões, e o tíquete médio passou de R$118,06 para R$125,01, uma alta de 5,9%, indicando recuperação parcial da confiança do público.

20/10/25