Rede Bom Lugar registra alta de 67,5% nas vendas de legumes congelado
Na Rede Bom Lugar, as vendas de legumes congelados cresceram 67,5% no comparativo entre os primeiros semestres de 2025 e 2026. O volume comercializado passou de 7 mil para quase 13 mil unidades, com destaque para brócolis, ervilha, seleta de legumes e couve-flor. Segundo Juliana Zaia, gerente de uma das unidades da rede, o avanço está relacionado à busca por praticidade, alimentação equilibrada e redução do desperdício. “Hoje as pessoas têm uma rotina muito corrida e procuram soluções que economizem tempo no preparo das refeições. Os legumes congelados acabam sendo uma excelente alternativa, porque já vêm higienizados, cortados e prontos para o consumo”, afirma. De acordo com a executiva, a procura também se ampliou para diferentes perfis de consumidores, incluindo famílias, casais, pessoas que moram sozinhas e idosos.
Praticidade e conservação
Segundo o nutricionista Fabian Lopez, o congelamento industrial ocorre poucas horas após a colheita, quando os vegetais ainda estão no ponto ideal de maturação. Antes do congelamento, os alimentos passam pelo branqueamento, processo que interrompe a ação de enzimas responsáveis pela deterioração. O congelamento rápido contribui para preservar cor, textura, sabor e boa parte das vitaminas, minerais e fibras. De acordo com a Embrapa, o método preserva boa parte dos nutrientes dos vegetais, especialmente quando realizado logo após a colheita. Já a ABIA destaca que os alimentos congelados também ajudam a reduzir o desperdício devido ao maior prazo de validade e à possibilidade de utilização em porções. “Os legumes congelados são uma excelente alternativa para quem tem rotina corrida, mora sozinho ou deseja reduzir o desperdício. Como já vêm higienizados e cortados, facilitam muito a inclusão de vegetais nas refeições do dia a dia”, afirma Lopez.
