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Imagem destaque: GPA discute capitalização privada de R$ 500 milhões e enxugamento de custos
Créditos: Reprodução/Economic News Brasil

GPA discute capitalização privada de R$ 500 milhões e enxugamento de custos

 Uma possível capitalização privada de R$ 500 milhões virou pauta entre conselheiros, acionistas e interessados do Grupo Pão de Açúcar. Se tudo sair conforme as discussões atuais, a capitalização será ancorada por um varejista que ainda não está no capital do GPA, ao preço de R$ 4,50 por ação, e seu representante deve ficar com a cadeira de Rafael Ferri no board. Esse varejista estava no grupo que avaliava a fatia remanescente do Casino, mas a ideia de colocar capital no caixa da companhia ganhou força nos últimos dias. A família Coelho Diniz não exerceria direito de preferência nesse cenário.


 Segundo informações do Pipeline, o Casino pode vender a mercado ou em bloco mais para frente. Mas hoje seria mais vantajoso para um novo acionista colocar esse capital no caixa e entrar numa empresa mais estabilizada. Nas últimas semanas, o atacadista Roldão também comprou cerca de 2,4% do capital do GPA. A proposta do Roldão é manter uma posição pequena, abaixo de 5%, mas participar do conselho. Assim, seriam três varejistas no board do GPA ao final do processo, uma vez que os mineiros do Coelho Diniz já estão no conselho.


Enxugamento de custos

 No momento em que ocorrem as discussões sobre a recomposição do board e uma potencial capitalização na varejista, há um debate em paralelo sobre acelerar o enxugamento de custos na empresa. Neste cenário, ocorreriam ao menos 250 demissões na estrutura corporativa - no plano que vinha em curso, já foram demitidas 650 pessoas e a discussão no board é chegar a algo entre 900 e mil funcionários nesse desligamento. Uma redução relevante no capex também aconteceria, com queda para cerca de R$ 350 milhões, além de uma mudança no comando executivo da varejista após a eleição de conselho.

17/09/2025

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