Uma possível capitalização privada de R$ 500 milhões virou pauta entre conselheiros, acionistas e interessados do Grupo Pão de Açúcar. Se tudo sair conforme as discussões atuais, a capitalização será ancorada por um varejista que ainda não está no capital do GPA, ao preço de R$ 4,50 por ação, e seu representante deve ficar com a cadeira de Rafael Ferri no board. Esse varejista estava no grupo que avaliava a fatia remanescente do Casino, mas a ideia de colocar capital no caixa da companhia ganhou força nos últimos dias. A família Coelho Diniz não exerceria direito de preferência nesse cenário.
17/09/25