5 dicas para pequenos e médios varejistas enfrentarem os desafios dos novos tempos
*Por Fernando Bittencourt,gerente de sucesso do lojista do marketplace
Inventa
Não é segredo
que os dois últimos anos, impactaram fortemente todos os âmbitos do comércio.
Com o confinamento compulsório e as duras restrições na mobilidade, pequenos e médios varejistas
foram especialmente atingidos. Muitos,
infelizmente, não tiveram condições de sustentar sua operação. Para os que
mantiveram seu negócio, é urgente a necessidade de reinvenção para ampliar as
vendas e se recuperar das perdas.
Elencamos aqui
alguns dos principais desafios dos lojistas nestes novos tempos e algumas dicas
rápidas de como driblá-los com foco, proatividade e persistência.
1. Integrar as operações do mundo off-line
e on-line
A abordagem de
vendas multicanal, chamada de omnichannel, é uma realidade irreversível no
acelerado processo de digitalização da economia. O lojista precisa investir na
convergência entre loja física e canais digitais, de forma que consumidor e comerciante possam transitar em
todas as interfaces de forma simultânea. Por exemplo: ao consultar determinado
produto na loja virtual (site e/ou aplicativo), o cliente pode verificar se ele
está disponível na loja física e reservá-lo, para ter uma experiência mais
próxima ou mesmo para retirada. O contrário também é possível: o cliente pode
gostar de um produto indisponível no tamanho desejado, mas o lojista verifica
se há disponibilidade em outra loja para entrega on-line. O omnichannel ajuda a promover
experiências de compra cada vez mais customizadas e a estreitar a relações
entre o público e o varejista.
2.
Investir nas redes sociais
Embora as vendas
via site ou aplicativo sejam altamente recomendáveis, nem toda loja tem porte
para aderir a essa tecnologia. Isso não significa que o pequeno e
microempreendedor não deva investir no e-commerce via as redes sociais que
conversam diretamente com seu target, por meio de postagens que encantem e
estimulem o desejo de compra. Para se ter uma ideia, os canais digitais
respondem, atualmente, pela média de 54% da receita dos varejistas, segundo
pesquisa recente do WhatsApp Pay, a ferramenta de transferência de dinheiro e
pagamentos do WhatsApp.
3. Criar experiências ao consumidor
"Experiência" é
a palavra da vez no mercado. O consumidor, hoje, não deseja apenas satisfazer
uma necessidade, mas sim ser surpreendido, mimado, ter seus desejos
antecipados. Para isso, o varejista deve investir na associação entre o
trabalho de TI e do marketing, com a criação de um bom banco de dados de sua
clientela e uma leitura atenta do comportamento dos clientes nas mídias
sociais. Por meio das informações específicas geradas, o varejista pode indicar
produtos e serviços específicos e surpreender o cliente em datas especiais,
como o seu aniversário, fidelizando-o pelo atendimento diferenciado.
4. Identificar e enfrentar a concorrência
Cada vez mais, o
varejista precisa reconhecer seus concorrentes diretos e traçar o que ele pode
oferecer como diferencial e valor agregado ao cliente. A avaliação deve se
concentrar especialmente em pontos como o mix de marcas e produtos, o preço
ofertado, o relacionamento com os consumidores e o nível de presença digital.
Importante também olhar para fora com o viés do consumidor, que costuma fechar
a compra quando soluciona a equação entre bom preço e produto desejado.
5. Certifique-se ter bons produtos
disponíveis e fluxo de caixa
De nada adianta
acertar no varejo e errar no atacado. Todo lojista precisa ter fornecedores de
qualidade e de confiança, que assegurem a boa logística da cadeia de
suprimentos, o que chamamos de supply
chain, dentro do prazo estipulado ao cliente. Procurar parceiros-chave na
negociação é a estratégia mais acertada para o varejista garantir produtos de
qualidade a bom preço. Uma das alternativas é o marketplace Inventa, que
possui aproximadamente mil fornecedores de indústrias de diversos categorias,
como beleza, mercearia, decoração, bijuterias e pets, garantindo a entrega para
todo o país. O sistema estabelecido pela startup também promove facilidades
para a gestão de capital, com pagamento no boleto de até 90 dias e parcelamento
em até 12 vezes, além de frete reduzido.
