08/09/21
*Por Maria Isabel Noronha. O ecossistema de comércio digital no Brasil teve um avanço notável nos últimos meses, com a entrada de consumidores no mundo virtual e uma mudança profunda nos hábitos de consumo dos brasileiros. Muitos compraram em canais digitais pela primeira vez, passaram a usar novos meios de pagamento, como pagamento por aproximação e transferências em tempo real, e se mantiveram afastados das lojas físicas. Em resposta a esse movimento, os estabelecimentos comerciais tiveram - e continuam tendo - que inovar para atender às preferências e comportamentos do consumidor, investindo em soluções para manter e crescer o negócio em tempos de crise econômica.
08/09/21
A Omie, startup que desenvolve um software de gestão na nuvem para pequenas e médias empresas, comprou a Devi Tecnologia, especializada em sistema de computação em nuvem para frente de loja. A operação marca a estreia da Omie no setor de varejo e representa a sua segunda aquisição - no ano passado, a startup adquiriu a Mintegra, que integra marketplaces e lojas virtuais. A Devi conta com 1,5 mil clientes e, com a aquisição, deve acelerar o desenvolvimento de um "PDV mobile", que permitirá vendas e emissão de cupom fiscal através de smartphones e tablets.
08/09/21
Uma pesquisa da Kantar, empresa de dados, insights e consultoria, mostra que o consumo de refeições consideradas básicas aumentou neste ano, impactado pelo aumento de preços - visto que, no primeiro semestre deste ano, o preço médio aos consumidores subiu 11,8%. Com isso, o arroz e o feijão foram os alimentos campeões de consumo no segundo trimestre de 2021. Houve queda da busca pela farinha de trigo, que perdeu mais de 2,3 milhões de lares compradores. Neste cenário, foram preparados menos bolos (-11,7%) e pães (-9,8%) em casa.
08/09/21
06/09/21
*Por Geison Correa De acordo com dados da Associação Brasileira de Startups, o segmento de foodtechs representa apenas 3% do total de mais de 13.500 startups no país. Apesar de ser um número pequeno em comparação com segmentos como healthtechs (17%) ou fintechs (10,5%), é um dos setores que têm se revelado mais promissores e esse processo foi imensamente acelerado com as medidas de isolamento social causadas pela pandemia. De acordo com uma pesquisa realizada pela Research and Markets, até 2022 as foodtechs irão movimentar cerca de US$ 250,4 bilhões em todo o globo - esse valor equivale ao PIB de 2020 da Romênia e supera o PIB de Portugal.
03/09/21













