Pricemet Aumenta o Investimento em Tecnologia
Empresa de Pricing se Renova


Texto: Larissa Varjão
Após quase seis anos de
operação, a Profit+, empresa de soluções de price intelligence para o varejo,
passa a se chamar Pricemet. "Nós fizemos um estudo de marketing e buscamos uma
marca que tivesse uma aderência ao que nós entregamos como soluções, então
escolhemos Pricemet, uma marca mais moderna", afirma Jorge Ortiz, fundador e
CEO da Pricemet, em entrevista exclusiva ao Jornal Giro News. Além disso, a
empresa investiu em uma reestilizada na sua identidade, com uma nova paleta de
cores e nova fonte. "Nós entendemos que é uma mudança não só de marca, mas para
poder reposicionar a empresa. Nós queremos ter essa pegada que é mais
tecnológica", complementa.
Investimentos em 2022
De acordo com Jorge, o
varejo tem, cada vez mais, necessidade de ter empresas que ofereçam algum
suporte de inteligência comercial. "Eu vejo o digital como um driver de
crescimento muito importante para o varejo." Para este ano, os objetivos da
empresa são fortalecer as áreas que oferecem no pricing e lançar mais módulos
para a plataforma PRIXSIA, integrando serviços como definição de preços e
promoções, gerenciamento de estoques e negociações com fornecedores. "E, com
isso, criar cada vez mais uma empresa de soluções integradas para o varejo e a
indústria." O executivo destaca, também, o interesse no investimento em
sistemas. "Nós entendemos que é um driver tanto interno, para o nosso
crescimento, quanto uma necessidade de mercado", explica.
Crescimento de 30%
Em 2021, a Pricemet lançou
seu software PRIXSIA, uma plataforma de inteligência artificial para o varejo
que, incialmente, conta com dois módulos. "Hoje, nós já temos 30 clientes
usando o software em menos de um ano e meio. E também fechamos com a
indústria", conta Jorge. Além disso, foi lançada a plataforma de monitoramento
de preços online, integrada ao software. "Apesar da pandemia, nós tivemos um
crescimento por volta de 30% no ano em nosso faturamento." A empresa possui, em
média, 70 clientes, sendo 90% do Brasil e 10% na Argentina. O varejo representa
80% da base. "De um ano para cá, vem ocorrendo uma procura da indústria por
soluções tecnológicas. Então é um caminho que nós também queremos investir",
finaliza Jorge.
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