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sexta-feira, 29 de novembro de 2024

Imagem: As apostas do varejo para a Black Friday 2024

 Chegou uma das datas mais esperadas pelos varejistas: a Black Friday. Para esse ano, espera-se movimentar R$ 5,22 bilhões no comércio brasileiro, segundo a CNC. Caso a projeção se confirme, haverá um crescimento de 0,4% em relação ao ano passado, já descontando a inflação. Desde 2010, a data se consolidou como uma das principais do setor, especialmente com a ascensão do e-commerce. Para a associação, móveis e eletrodomésticos deverão concentrar cerca de 46% das vendas previstas, somando R$ 1,23 bilhão e R$ 1,18 bilhão, respectivamente. Ainda vale ressaltar que, nas três semanas primeiras semanas de novembro, a pré-Black Friday movimentou R$ 22 bilhões nos sites e marketplaces nacionais, cerca de 19,7% a mais do que período semelhante - de 27 de outubro a 16 de novembro em 2023. O dado é da Neotrust Confi. Confira as estratégias para a data de empresas como Coop, Pague Menos, Fast Shop, Americanas, Mc Donald's e Leroy Merlin!

Imagem: GPA inaugura 1º Pão de Açúcar Fresh em Santo André, no ABC Paulista

 Ampliando sua presença no ABC Paulista, o GPA abre a primeira unidade do Pão de Açúcar Fresh em Santo André. Com 590 m² de área de vendas, a unidade comercializa aproximadamente 6.500 mil itens, com foco nas compras repositoras de produtos frescos, que representam mais de 60% do sortimento. Na região, já existe uma unidade do Pão de Açúcar Fresh em São Caetano do Sul.

 Segundo dados da Associação Brasileira de Supermercados, as vendas do varejo e atacarejo alimentar cresceram 2,9% em outubro, se comparado com o mesmo período de 2023. Em relação ao mês anterior, as vendas avançaram 3,5% e, no acumulado do ano, o indicador registrou alta de 2,67%, o que permanece acima das projeções do setor, de crescimento de 2,50% em 2024.

 O iPhone foi o produto de segunda mão mais vendido entre janeiro e outubro deste ano por meio da OLX, marketplace de produtos usados. Segundo o levantamento da plataforma, o item correspondeu a 34% do share de comercializações nos dez primeiros meses do ano, seguido pela geladeira, com 21%, e TV (18%). Na sequência, estão: bicicleta (13%), notebook (11%) e sofá (1%).

 Segundo o Índice de Preços dos Supermercados (IPS), calculado pela APAS em parceria com a FIPE, houve uma alta de 70,46% no preço do limão em outubro. No caso da laranja, o aumento foi de 23,01%. "O aumento de custo dos dois cítricos está atrelado à falta de chuvas no período, que afetou a produção doméstica", comenta Felipe Queiroz, economista-chefe da APAS. 

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