Mercado de autoatendimento projeta alta e deve chegar a US$ 33 bilhões
Impulsionado pelo crescimento do self-service em estabelecimentos e serviços, o mercado global de sistemas de autoatendimento projeta uma expansão exponencial. De acordo com levantamento da Fortune Business Insights, o setor foi avaliado em US$ 7,99 bilhões em 2025, com expectativa de alcançar US$ 9,54 bilhões até o fim de 2026 e atingir US$ 32,97 bilhões até 2034. No Brasil, a tecnologia tem ganhado adesão em supermercados, transporte público, venda de ingressos e redes de alimentação para gerenciar o fluxo de consumidores e reduzir o tempo de espera. Segundo pesquisa da Global Market Insights, 7 em cada 10 brasileiros preferem concluir suas compras em máquinas de autoatendimento, solução que pode diminuir o tempo de espera em até 50% e contribuir para um crescimento de até 40% nos negócios.
Impactos na Eficiência e Experiência do Consumidor
No setor de transporte público, dados da Imply Tecnologia apontam que o tempo de atendimento em estações de metrô e trem caiu de três minutos para 30 segundos após a implantação dos totens, representando uma redução de 83%. Já no varejo, pesquisa da Opinion Box em parceria com a Payface revela que 85% dos consumidores avaliam a experiência de forma positiva. Além de otimizar o checkout, gerar independência e oferecer diferentes opções de pagamento aos clientes, a tecnologia permite às empresas maior escalabilidade, produtividade e gestão eficiente de recursos humanos, direcionando equipes para demandas mais complexas sem elevação de custos com contratações.
"Com o avanço do desenvolvimento de novas soluções e da digitalização do varejo, o autoatendimento tende a evoluir ainda mais, oferecendo interações mais rápidas, intuitivas e adaptadas ao perfil de consumidores que demandam praticidade e conectividade", destaca Tironi Paz Ortiz, CEO da Imply Tecnologia. "A integração da ferramenta surge como consequência natural do surgimento de novos padrões de acesso e consumo. Estabelecimentos, festivais e serviços de diferentes tipos passam a se adaptar a uma era em que a experiência de compra e a tecnologia caminham juntas em prol de empresas e consumidores", conclui o executivo.
