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Conversões Marcam Momento dos Hipers

Cenário e Perspectivas

Destaque Conversões Marcam Momento dos Hipers

Em meio a um ambiente de retração, com algumas exceções de iniciativas que começam a dar resultado, a realidade dos hipers é muito mais de diminuição de tamanho do que de expansão. Desde o início de 2015, é crescente o volume de informações nessa direção. Há mais de um ano, os hipermercados convivem com uma rotina de fechamento de lojas e conversões para outros formatos, em especial para o Cash & Carry.

Conversões

São variadas as iniciativas de redes que optaram por encerrar algumas operações de hiper. O Carrefour em 2015 anunciou a conversão de seu hipermercado na rua Pamplona, em São Paulo (SP), para um shopping de 5 andares, com 60 lojas, restaurantes e serviços. O Extra também sofreu algumas mudanças. Este ano, duas lojas da bandeira foram convertidas em Assaí, apesar do Grupo minimizar as mudanças (confira). O mesmo aconteceu com o Bretas, do Cencosud, que converteu algumas lojas de hiper em atacado de autosserviço. Em alguns casos, a mudança foi mais radical. A rede mineira ViaBrasil resolveu mudar toda a sua operação para o cash & carry, convertendo seus três hipermercados ao novo formato.

Visão Para o Futuro

Apesar de o momento não ser bom, algumas análises mostram que os hipers devem ser favorecidos mais do que qualquer outro canal com a retomada da economia no país. Segundo o diretor de operações da Multivarejo, Marcos Samaha, um dos fatores que mais tem afetado é a queda em geral do mercado de não alimentos. Na avaliação do executivo, assim que o cliente retomar a confiança para comprar produtos de maior valor agregado e voltar a investir nesse tipo de produtos, os hipermercados serão de imediato um dos modelos mais impactados positivamente com isso.

29/07/2016

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Escrito por Débora

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