Mambo Atinge 20% das Vendas via Canais Digitais
E-commerce Cresce 3 Dígitos


O e-commerce do
Supermercados Mambo, criado em 2015, mais do que dobrou de tamanho em um ano.
Com exclusividade ao Jornal Giro News, Luciano Kleiman, VP da rede, revela que
a operação online registrou crescimento de três dígitos em 2020, considerando
as vendas próprias e as transações geradas pelo aplicativo Rappi. "Mais de 20%
das vendas totais são realizadas através dos canais digitais. Estamos
preparando novidades para os próximos meses, para que essa participação siga
crescendo." Em agosto, o supermercadista lançará o "Mambo 4.0", um site
reformulado, visando oferecer uma nova experiência de compra. "De forma quase
simultânea, entre agosto e setembro, também teremos um novo aplicativo, além de
futuras parcerias estratégicas", antecipa o executivo.
Experiências Complementares
A logística do e-commerce
abrange as modalidades Clique e Retire, para retirada de compras feitas pelo
aplicativo na loja física, e o delivery, que, segundo o VP, é a principal
modalidade, com maior percentual de vendas, e é operado pela rede a partir de
duas lojas - nos bairros Vila Leopoldina e Tatuapé, em São Paulo (SP) -
incluindo frota própria. Ao todo, o Mambo conta com oito supermercados, todos
localizados na capital paulista. De acordo com Kleiman, o e-commerce
complementa a experiência oferecida nas lojas físicas e tem como diferencial o
trabalho em perecíveis. "O desenvolvimento no digital é um dos nossos
principais investimentos. É um pilar essencial não só de negócios, mas de
relacionamento com os clientes."
Futuro do E-commerce
Para o VP, a inserção nos
meios digitais tende a aumentar cada vez mais, mesmo em um cenário
pós-pandemia. Os consumidores que já utilizavam o canal devem permanecer e os
que antes não eram adeptos, já foram captados pela jornada de compra virtual.
"O último ano mudou as expectativas dos consumidores em relação a tempo e
qualidade de entrega, além de amplitude da linha oferecida. Nós olhamos esses
três pilares como áreas de oportunidade para seguir evoluindo. O hábito digital
foi incorporado por milhões de brasileiros que não tinham essa experiência e
não são todos que voltarão à loja física. Eles continuarão com a compra
digital", finaliza Kleiman.
