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Imagem: Estudo lista marcas com maiores altas em preços na Páscoa

Na Páscoa 2023, a variação de preços em chocolates chega a até 35%, na comparação com o ano passado. Segundo um estudo da Horus, empresa de inteligência de mercado, o maior aumento foi observado em produtos da Lacta, na qual o valor médio por unidade passou de R$ 42,65 em 2022, para R$ 57,56 neste ano, nos produtos com embalagens de 250g a 350g. A pesquisa foi realizada em todo o país, com base na análise de 60 mil pontos de venda do pequeno varejo, super e hipermercados, e cash & carry, de 2.500 municípios. Confira as marcas com maiores variações de preços por unidade, de acordo com a classificação por tamanhos de embalagem!

28/03/23

Imagem: Supermercados registram alta de 6% em fluxo

Segundo o estudo Radar Scanntech, os supermercados tiveram aumento de 6,6% em fluxo de clientes em janeiro. As vendas registraram alta de 12,5% em valor, enquanto o ticket médio subiu 5,8%. No entanto, em unidades vendidas, houve queda de 1,2%. "O movimento observado ao longo de 2022, que teve retração de -3,5% de unidades vendidas, continuou em janeiro, mas observamos um ritmo menor dessa queda em janeiro", afirma Priscila Ariani, diretora de Marketing da Scanntech. O estudo também aponta os produtos que tiveram altas de preços acima da média. São eles: carvão e lenha, milho em conserva, sabão em pó, farinha de trigo, leite e sabão em pedra.

22/02/23

Imagem: Brasileiros visitam 8 canais de compras por mês

O número de compradores que visitam mais de oito canais de compras por mês passou de 18,9% em 2021 para 26,9% em 2022. É o que aponta a pesquisa Consumer Insights 2022, produzida pela Kantar. A dinâmica de mudança de canais ocorre ao longo do mês. Nos 10 primeiros dias, quando há uma concentração do salário e uma maior disponibilidade de promoções, os atacarejos são a preferência, com alta de 8% em gastos. Já entre o 11º e o 31º dia, o consumidor opta por compras menores, feitas para reposição do lar ou urgência.

04/04/23

Imagem: As tendências para o consumo de alimentos em 2023

A Sealed Air, especializada em embalagens, mapeou cinco tendências para o consumo de alimentos em 2023. Segundo a empresa, o próximo ano será desafiador para a indústria de alimentos, sobretudo por conta da alta de preços, que tem levado o consumidor a substituir marcas, reduzir quantidades ou comprar em atacado. Dentre as tendências, estão: compras de alimentos por diversos canais, maior procura por hambúrguer e demais embutidos, compras fragmentadas e carrinhos de compra menores, mais personalização, e preocupação com sustentabilidade.

21/12/22

Imagem: Preços de cinco alimentos sobem mais de 70%

Em um ano, o preço do açúcar quase dobrou, com um salto de 97,1% de julho de 2021 para o mesmo mês deste ano. O açúcar cristal e refinado de 1kg passou de R$ 3,55 para R$ 7,00 no período, de acordo com um levantamento realizado pela Pricemet, empresa de pricing, com exclusividade para o Jornal Giro News. Outros quatro produtos tiveram aumentos superiores a 70%. São eles: café (95,5%), batata (84,1%), manteiga (81,8%) e leite longa vida (79,1%). Com variação de R$ 9,23 para R$ 18,04, o café moído de 500g, pela primeira vez neste ano, não foi o principal responsável pelo preço da cesta básica de alimentos nos supermercados.

25/08/22

Imagem: Preço da cesta básica recua 5,67% no e-commerce

Um levantamento feito pela Precifica, empresa de soluções de pricing, mostra que o preço da cesta básica na região metropolitana de São Paulo recuou 5,67% em julho, na comparação com junho. Com isso, o valor caiu de R$ 692,81 para R$ 653,56, sendo a terceira queda consecutiva. Em maio, houve diminuição de 1,25% e, em junho, de 0,88%. O estudo envolveu 13 itens comercializados em cinco plataformas de e-commerce de empresas supermercadistas que atuam na região.

11/08/22

Imagem: Renda do Brasileiro Atinge Menor Valor em 10 Anos

Em 2021, a renda média mensal domiciliar per capita foi de R$ 1.353. Considerando a série histórica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), iniciada em 2012, esse é o menor valor em dez anos. Os dados foram divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em 2019, antes do começo da pandemia de Covid-19, o rendimento alcançou a maior média da série histórica, com cerca de R$ 1.520. Em 2020, o recuo foi de 4,3% frente ao ano anterior. Já em 2021, a queda foi de 6,9%. A pesquisa aponta que todas as regiões brasileiras registraram perda de renda entre 2020 e 2021.

13/06/22

Imagem: Gastos com Compras de Alimentos Sobem 20%

Apesar da desaceleração do grupo de alimentos e bebidas na comparação mensal do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), os preços seguem aumentando em relação ao ano passado. Os gastos com alimentos, que somavam R$ 354,03 em maio de 2021, subiram 20,1%, para R$ 425,19 no último mês. Os dados, que podem ser visualizados na íntegra na tabela, foram levantados pela Horus, empresa de inteligência de mercado, e obtidos com exclusividade pelo Jornal Giro News. Entre os produtos com maiores aumentos na comparação anual, estão o café (87,2%), legumes (41,9%), fubá e farinha de milho (40,3%), açúcar (35,9%) e óleo (34,4%).

13/06/22