Pular para o conteúdo
Imagem: Renda do Brasileiro Atinge Menor Valor em 10 Anos

Em 2021, a renda média mensal domiciliar per capita foi de R$ 1.353. Considerando a série histórica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), iniciada em 2012, esse é o menor valor em dez anos. Os dados foram divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em 2019, antes do começo da pandemia de Covid-19, o rendimento alcançou a maior média da série histórica, com cerca de R$ 1.520. Em 2020, o recuo foi de 4,3% frente ao ano anterior. Já em 2021, a queda foi de 6,9%. A pesquisa aponta que todas as regiões brasileiras registraram perda de renda entre 2020 e 2021.

13/06/22

Imagem: Gastos com Compras de Alimentos Sobem 20%

Apesar da desaceleração do grupo de alimentos e bebidas na comparação mensal do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), os preços seguem aumentando em relação ao ano passado. Os gastos com alimentos, que somavam R$ 354,03 em maio de 2021, subiram 20,1%, para R$ 425,19 no último mês. Os dados, que podem ser visualizados na íntegra na tabela, foram levantados pela Horus, empresa de inteligência de mercado, e obtidos com exclusividade pelo Jornal Giro News. Entre os produtos com maiores aumentos na comparação anual, estão o café (87,2%), legumes (41,9%), fubá e farinha de milho (40,3%), açúcar (35,9%) e óleo (34,4%).

13/06/22

Imagem: Alimentos Apresentam Alta de Até 80% em Preços

O café segue como o produto da cesta básica com maior inflação, assim como ocorreu no quarto trimestre de 2021. Em janeiro, o preço quase dobrou, na comparação com o mesmo mês do ano passado, com uma disparada de 80,8%. Ao todo, a cesta básica apresentou variação de 5,4% em seu preço no mês, segundo dados obtidos com exclusividade pelo Jornal Giro News, a partir de um levantamento da Profit+, especializada em soluções de pricing. Além do café moído 500g, que era comercializado por uma média de R$ 8,71 e passou para R$ 15,75, outros dois produtos aparecem em evidência devido ao aumento de preços.

08/02/22

Imagem: Varejo Alimentar Fecha 2021 com Queda de 6,9%

O varejo alimentar encerrou 2021 com queda de 6,9% em vendas e diminuição de 3,2% do fluxo de clientes nas lojas, segundo dados da plataforma de varejo Scanntech. Em valor, houve alta de 5,2%, impulsionado pelo aumento de preços. Dezembro foi o mês com menor crescimento de vendas em valor, de 1,9%, em comparação com o mesmo mês de 2020. No desempenho por formato, o supermercado perdeu participação de 1 ponto percentual em relação a 2020, devido ao menor crescimento entre os canais. Por outro lado, o cash & carry regional ganhou participação de 0,8 p.p., sendo o canal de maior crescimento do ano (+11%).

27/01/22

Imagem: Supermercados Fecham 2021 com Alta de 7,5% nos Preços

Os aumentos de preços nos supermercados ao longo de 2021 refletiram em uma cesta básica 7,5% mais cara no quarto trimestre, em relação ao mesmo período de 2020. De acordo com dados obtidos com exclusividade pelo Jornal Giro News, apurados pela empresa de pricing Profit+, o café foi o principal responsável por puxar a alta da inflação no setor, com uma disparada de 66,8% entre outubro e dezembro. O preço do café moído 500g passou de R$ 8,43 em 2020 para R$ 14,06 no ano passado. O tomate aparece na sequência, com um salto de R$ 4,74 para R$ 7,76 por kg e variação de 63,7%.

10/01/22

Imagem: Alta nos Preços Chega a 19,5% em 2 Anos

Diferente dos índices oficiais, a variação de preços no canal alimentar tem se mostrado muito mais grave. E não é apenas percepção. Nos últimos dois anos, os supermercados registraram inflação de 19,5%. Em um ano, o aumento é de 7,9%, segundo dados obtidos com exclusividade pelo Jornal Giro News elaborados pela Profit+, empresa especializada em pricing. Com uma disparada de 122,2%, o óleo foi o produto com maior aumento em preço nos últimos dois anos. O valor médio, que era de R$ 3,16 no primeiro semestre de 2019, passou para R$ 3,91 no mesmo período de 2020 e para R$ 7,02 em 2021.

23/08/21

Imagem: Procon-SP Notifica 573 Estabelecimentos

Entre os dias 14 e 29 de setembro, o Procon-SP notificou 573 estabelecimentos comerciais para apresentarem notas fiscais de compra e venda de alguns itens da cesta básica, para verificação de eventual prática de preços abusivos. A operação esteve em 133 municípios do estado de São Paulo e tem como objetivo o enfrentamento ao aumento injustificado de preços de alimentos. Na capital, os maiores preços encontrados foram: arroz tipo 1 (5 kg) por R$ 32,16; óleo de soja (900 ml) por R$ 7,73; patinho (kg) por R$ 48,49; coxão mole (kg) por R$ 55,61; coxão duro (kg) por R$ 53,11; e contrafilé (kg) por R$ 79,99.

01/10/20

Imagem: Itens Mais Consumidos na Pandemia Sobem 8,52%

Os preços dos itens mais consumidos durante a pandemia apresentaram alta de 8,52% em setembro. Os dados são da FecomercioSP e equivalem à "cesta da pandemia", que considera os produtos essenciais das três categorias mais vendidas no mês: alimentação e bebidas, habitação, saúde e cuidados pessoais. Segundo a entidade, todos os segmentos registraram alta na inflação, de 15,69%, 6,69% e 3,27%, respectivamente, em relação ao mesmo período do ano passado. Os produtos com maiores crescimentos em preço foram: feijão carioca (45,04%), arroz (30%) e leite longa vida (30%).

01/10/20

Imagem: Pequenos Varejistas Estão Atentos à Precificação

A Zukkin, startup especializada em precificação, lançou uma ferramenta chamada de Zukkin Pricing, no início de 2020. Atualmente atendendo a 30 redes em todas as regiões do Brasil, a empresa está expandindo e prevê uma democratização da ferramenta. "Há pelo menos dois anos o pequeno e médio varejo está atento à tecnologia. Até para diminuir a distância com os gigantes. Não só do pricing, mas no monitoramento de preço, gestão de tabloide e gestão de estoque. O pricing tem uma força maior porque ele interfere diretamente no resultado do negócio", afirma Ricardo Forte, co-fundador da Zukkin, com exclusividade para o Jornal Giro News.

30/09/20