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Imagem: Alimentos Apresentam Alta de Até 80% em Preços

O café segue como o produto da cesta básica com maior inflação, assim como ocorreu no quarto trimestre de 2021. Em janeiro, o preço quase dobrou, na comparação com o mesmo mês do ano passado, com uma disparada de 80,8%. Ao todo, a cesta básica apresentou variação de 5,4% em seu preço no mês, segundo dados obtidos com exclusividade pelo Jornal Giro News, a partir de um levantamento da Profit+, especializada em soluções de pricing. Além do café moído 500g, que era comercializado por uma média de R$ 8,71 e passou para R$ 15,75, outros dois produtos aparecem em evidência devido ao aumento de preços.

08/02/22

Imagem: Varejo Alimentar Fecha 2021 com Queda de 6,9%

O varejo alimentar encerrou 2021 com queda de 6,9% em vendas e diminuição de 3,2% do fluxo de clientes nas lojas, segundo dados da plataforma de varejo Scanntech. Em valor, houve alta de 5,2%, impulsionado pelo aumento de preços. Dezembro foi o mês com menor crescimento de vendas em valor, de 1,9%, em comparação com o mesmo mês de 2020. No desempenho por formato, o supermercado perdeu participação de 1 ponto percentual em relação a 2020, devido ao menor crescimento entre os canais. Por outro lado, o cash & carry regional ganhou participação de 0,8 p.p., sendo o canal de maior crescimento do ano (+11%).

27/01/22

Imagem: Supermercados Fecham 2021 com Alta de 7,5% nos Preços

Os aumentos de preços nos supermercados ao longo de 2021 refletiram em uma cesta básica 7,5% mais cara no quarto trimestre, em relação ao mesmo período de 2020. De acordo com dados obtidos com exclusividade pelo Jornal Giro News, apurados pela empresa de pricing Profit+, o café foi o principal responsável por puxar a alta da inflação no setor, com uma disparada de 66,8% entre outubro e dezembro. O preço do café moído 500g passou de R$ 8,43 em 2020 para R$ 14,06 no ano passado. O tomate aparece na sequência, com um salto de R$ 4,74 para R$ 7,76 por kg e variação de 63,7%.

10/01/22

Imagem: Itens Mais Consumidos na Pandemia Sobem 8,52%

Os preços dos itens mais consumidos durante a pandemia apresentaram alta de 8,52% em setembro. Os dados são da FecomercioSP e equivalem à "cesta da pandemia", que considera os produtos essenciais das três categorias mais vendidas no mês: alimentação e bebidas, habitação, saúde e cuidados pessoais. Segundo a entidade, todos os segmentos registraram alta na inflação, de 15,69%, 6,69% e 3,27%, respectivamente, em relação ao mesmo período do ano passado. Os produtos com maiores crescimentos em preço foram: feijão carioca (45,04%), arroz (30%) e leite longa vida (30%).

01/10/20

Imagem: Pequenos Varejistas Estão Atentos à Precificação

A Zukkin, startup especializada em precificação, lançou uma ferramenta chamada de Zukkin Pricing, no início de 2020. Atualmente atendendo a 30 redes em todas as regiões do Brasil, a empresa está expandindo e prevê uma democratização da ferramenta. "Há pelo menos dois anos o pequeno e médio varejo está atento à tecnologia. Até para diminuir a distância com os gigantes. Não só do pricing, mas no monitoramento de preço, gestão de tabloide e gestão de estoque. O pricing tem uma força maior porque ele interfere diretamente no resultado do negócio", afirma Ricardo Forte, co-fundador da Zukkin, com exclusividade para o Jornal Giro News.

30/09/20

Imagem: Governo de São Paulo Monitora Preços de Alimentos

O Governo de São Paulo vai criar um grupo de trabalho para monitorar os preços dos produtos provenientes da agricultura paulista. A iniciativa será composta pela Secretaria de Agricultura e Abastecimento e pelo Procon, com o objetivo de evitar abusos para os consumidores. Segundo o Governo, a operação não irá interferir no mercado ou tabelar preços dos alimentos. O grupo observará custos, oferta, demanda, preços praticados na produção do campo e o valor que chega ao varejo e, caso sejam identificados excessos, o Procon atuará para coibir o abuso.

14/09/20

Imagem: Preços Têm Variação de Até 25%, Aponta InfoPrice

Os supermercados de todo o país registraram variações nos preços dos produtos desde o início da pandemia do Covid-19. É o que afirma a InfoPrice, especializada em inteligência de preços no varejo. Os dados, obtidos com exclusividade pelo Jornal Giro News, foram analisados em 469 lojas das cinco regiões do país, entre os dias 10 de fevereiro e 04 de maio. O álcool gel teve variação negativa de até 13% no Sudeste, na quarta semana de março. Na região, o preço tem subido de 1 a 2% nas últimas semanas. O produto também registrou queda de 7% no Nordeste, na segunda semana de abril. No Sul, a variação negativa chegou a 25,09% considerando todo o período.

12/05/20